O Primo’s Working Saga, parte 2

Ontem, final da tarde: O Chefe me chama na sala dele, para conversar sobre a situação atual do meu sistema. Uma matemática simples explica a vocês como a coisa está:

Sistema tem 210.000 propostas para processar com a máxima urgência.
Sistema faz uma média de, no máximo, quando ele está de bom humor, 100 propostas por hora.
Sistema levaria, com esses números, três meses para fazer tudo. Ininterruptos. Considerando que o tempo esteja bom e que não dê nenhum problema (lenda).

O chefe quer isso em menos de duas semanas. Na verdade não é só o chefe, a DIRETORIA do Banco está pressionando para que fique pronto em tempo hábil. Palavras do chefe: “Se a gente não conseguir agilizar o processo, eles vão entregar para outra empresa fazer, isso é inadmissível, não vai queimar só o nosso filme, vai queimar o do setor de Tecnologia inteiro”.

Saio da sala do chefe, cabisbaixo, pensativo… basicamente o que ele quer que eu faça é meio impossível. Mas de repente… surge uma idéia. Igual naquele filme “Uma Mente Brilhante”, quando o John Nash olha para uma mensagem encriptada e os números começam a pular do papel e o código vai se revelando…

Das 17:30 (hora da minha saída) até as 21:00 eu trabalhei na idéia, implementei, testei, e ficou tudo pronto. Na hora de colocar pra funcionar, desci até a sala gelada dos servidores e copiei a nova versão do sistema. Na hora de colocar tudo no ar… tela azul do Windows.

Tá. Tuuudo bem… boot… e durante a inicialização aquela tela preta me diz: “Disk failure. Operational system not found”. Traduzindo, “Seu disco rígido fritou”.

Eu uso computadores desde os meus 13 anos. Já trabalhei com manutenção de computadores. Em toda a minha vida técnica, eu NUNCA vi um disco dar pau físico do nada, como este deu. Geralmente você chuta a máquina, ela cai no chão, aí sim o disco dá pau. Mas eu nem tive o prazer de chutar o servidor, ele deu pau sozinho. E é um disco SCSI RAID, essas letras aí deveriam dizer “confiável”…

Resolvo pedir aos lendários colegas da Produção, responsáveis pelos servidores (e por uma provável úlcera no meu estômago daqui a uns anos), para bipar o responsável pelos servidores, que fica de plantão para estes casos. Eles nem sabiam quem era o responsável. Depois de muito pesquisar, acharam o cara, que chegou às 22:00 pra me ajudar.

Até lá eu não estava muito preocupado, pois como se tratava de um servidor, ele tinha o disco “espelhado”: se um frita, o outro continua funcionando, com uma réplica exata dos dados. O responsável pelo servidor chegou, mexeu, mexeu… e disse:

“Eu acho que os dois discos foram pro saco”.

Em linhas gerais, isso significa a perda de 2 dias de processamento e de todas as modificações que implantei nesses dois dias, além de um dia inteiro para reconfigurar o servidor. Sem falar no MUITO azar. Consequentemente essa é a hora em que você gela, sua frio, o coração dispara, dá um medão e tal… mas eu não senti nada disso. Sentei-me numa cadeira daquelas giratórias e fiquei rodando… para um lado… para outro…

Às 00:30 o responsável lá conseguiu usar o disco “espelhado”: ainda estava funcionando, felizmente eu não perdi nada, só várias horas de sono. Combinamos de fazer a substituição do disco defeituoso pela manhã. Cheguei em casa, eram 1 da manhã. Fui dormir.

Às 4:30 toca o telefone. É o pessoal da Produção. Dizem que o servidor travou de novo. Detalhe: O horário do meu plantão vai até a meia-noite. Eram 4:30. Eu já falei isso com eles umas três vezes. Sorte deles que eu estava com muito sono para xingar, disse pra deixar como estava e voltei a dormir. O pior dessas coisas não é nem o fato de acordar de madrugada, é voltar a dormir sabendo que você vai ter que acordar depois de 2 horas.

Jogos bizarros de Arcade

MIKIE: O objetivo deste jogo é passar bilhetinhos para as paqueras da sala de aula, sem que o professor pegue você.

WALL STREET: Deve ter sido ambientado na crise de 1929… o objetivo é pegar os empresários suicidas antes que eles caiam no chão e façam o “índice Dow Jones” abaixar…

DINO REX: Quem precisa de Street Fighter? T-Rex versus o mesmo T-Rex com o gráfico invertido e a cor trocada. Animal!

DOMINO MAN: Sim, é isso mesmo. Enfileire os dominós e cuidado com as, er, “coisas” que tentam derrubá-los.

I’M SORRY: Desculpe, mas o nome do jogo é realmente “I’m sorry”. O objetivo: pegue dinheiro e fique repelindo os agentes da Receita.

ROCK’N RAGE: Sua banda está detonando num show quando de repente aparecem múmias e monstros mutantes do espaço. O que fazer? Pegar os instrumentos e pau neles…

Isso e muito mais em The Bizarre Arcade Game Archive

Você sabe que está ficando velho quando…

Ontem eu fui pra Sete Lagoas, tava lá na piscina da casa do meu tio, relax e tal… e duas menininhas e um menininho brincando na piscina. Como eu estava nada pra fazer, acabei entrando na onda das brincadeiras infantis, tipo plantar bananeira na piscina, etc… aquela coisa toda.
Um determinado momento, depois da primeira sessão de “bananeiras”, a criançada empolgou porque eu (obviamente) ficava mais tempo equilibrando, e de repente começaram a gritar: “Faz de novo! VAAAI TIOOOO!!!!”
E nessa hora meus parcos 23 anos pesaram…

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Não dá pra parar de rir ao ler os premiados no Brit Awards!!!

Olha isso!! Segundo eles:

:: Aphex Twin é cantor!!
:: Dido canta melhor que PJ Harvey!!
:: “No Angel”, da Dido, é um disco mais importante que KID A do RADIOHEAD!!
:: Shaggy, conhecido pela voz ininteligível, parece que está cagando quando canta e é o melhor cantor internacional!
:: KYLIE MINOGUE canta melhor que BJORK!!!!!!
:: KYLIE MINOGUE fez um disco chamado “Fever” que é melhor que o “IS THIS IT” do STROKES!!!!! Meu Deus, eu tenho que ouvir mais Minogue, ela deve ser realmente boa…
:: Strokes são revelação, mas há uma banda internacional melhor que eles: DESTINY’S CHILD!!!

A única categoria merecida foi a de artista dance, que foi para o Basement Jaxx… e os nojentos Gorillaz, que não ganharam nada e se fuderam gostoso. O resto conseguiu o que eu achava impossível: ser mais comprado do que a premiação do Oscar!!!!!

Veja mais na cobertura do UOL…

Eu morri e não tou sabendo

Olha o que um amigo, estudante de medicina, me disse sobre a minha saga dos 2 dias infernais aqui no serviço:

“Estou impressionado. E eu que achava que o plantão de sábado à noite no Hospital Souza Aguiar aqui no centro do Rio de Janeiro era tumultuado! Ainda bem que escolhi medicina! Meus problemas não chegam perto da confusão que foram seus dois dias, me sinto até revigorado para resolver os probleminhas de febre, dor de cabeça, dedo quebrado, acidentes de trânsito, baleados, bêbados… tudo tão mais simples…”

What the fuck?

Recebi um email de uma colega que está cursando medicina:

Galera,
Dia 1 de março vai ter uma festa superlegal da Faculdade. Vai ser lá no casarâo Ventura (na Serra,
Rua Pouso Alto 614) e o esquema é: Ladies First. As mulheres entram de 21 ‘as 23 e os destilados são liberados. Depois que a mulherada está chapada os homens entram. É diversão garantida. Os “casados” vão ver suas mulheres totalmente chapadas e morrendo de desejo e os solteiros vão ser literalmente caçados.

E depois querem que eu confie a minha saúde à essas pessoas.

Quarta

6:15 – Telefone toca. É o pessoal da produção. Querem saber se eles precisam retirar meu sistema do ar para executar um outro processamento lá. Meu horário de plantão (onde posso receber essas ligações) vai de 8 da manhã até a meia-noite, apenas. Deixo pra lá e instruo os pobres coitados.

8:00 – Chego no serviço. Descubro que meu sistema estava é travado. Detalhe: os mesmos “colegas” da Produção são responsáveis por monitorar o sistema para ver se ele travou ou não. Eles deveriam fazer isso de hora em hora. O sistema estava travado faz 8 horas e NINGUÉM percebeu.

8:30 – Sistema volta ao ar, mas o envio de mensagens não funciona. Começo a tentar solucionar o problema.

11:00 – Desisto de solucionar o problema depois de tentar todas as alternativas possíveis e imagináveis.

13:30 – Volta do almoço, o usuário reclama de umas ocorrências erradas para algumas propostas processadas ontem pelo sistema. Estava muito ocupado para corrigir, e pedi uma colega para deletar as ocorrências erradas.

13:55 – A colega diz “ops”.

13:58 – Descubro que a colega deletou TODAS as ocorrências de 408 propostas, não só as de ontem. Aproveito o fato de que quando você fica furioso o sangue circula mais rápido no cérebro e começo a pensar em uma maneira de solucionar o problema:

Maneira 1 – Restaurar backups – Como o backup é feito de madrugada, todo o trabalho do dia de hoje e de ontem, feito pelos usuários, seria desfeito.
Maneira 2 – Reprocessar as propostas – É impossível fazer isso para as propostas antigas e o trabalho manual dos usuários também seria desfeito.

15:00 – Desisto de procurar solução para o problema. Digo “foda-se” e espero que os usuários não percebam que as propostas estão sem ocorrência.

15:30 – O consultor de São Paulo, que veio para implementar uma mudança no sistema, me pede para limpar o banco de dados de teste, para testarmos a nova versão. Insisto com ele que isso não é necessário. Ele insiste que é. Para não ter mais encheção de saco, resolvo limpar.

16:15 – Descubro que as tabelas são muito grandes. O servidor de teste é um Pentium 90 com 192 MB de RAM. Rodando Windows NT, um servidor SQL Server e Visual Basic, ao mesmo tempo. Some isso tudo e você tem a performance de um 386.

16:23 – Como a deleção das tabelas estava demorando muito, resolvo usar um comando chamado “truncate table” para apagar a tabela mais rapidamente.

16:25 – Digito “truncate table” e ENTER. O sistema responde: “Seu banco de dados se tornou corrompido. A integridade das informações foi comprometida e o banco de dados foi marcado como inacessível até ser corrigido”.

16:27 – Ligo desesperado para o depto. dos DBAs, as únicas pessoas que tem senha de administrador para resolver problemas desse tipo. Ninguém atende.

16:29 – Saio correndo até os DBAs. Chego e descubro que estão TODOS entrando em uma reunião. Corro até a sala de reunião e seguro a porta no exato instante em que o chefe deles estava fechando-a. Imploro à ele que libere alguém para resolver meu problema. Ele nega. Pergunto, então, quanto tempo a reunião vai durar. “Uma hora, mais ou menos”, ele me responde. Meu horário normal de saída é 17:30. Mas hoje (como ontem e ante-ontem) não será.

16:31 – Volto para a minha sala, nervos em frangalhos, sem dizer uma palavra. Pego uma revista “Info Exame” e vou ao banheiro cagar.

17:30 – Uma das DBAs finalmente vem nos ajudar. Ela se senta no servidor e diz: “Você sabe a senha do administrador do Banco de Dados?”.

A resposta que vem ao meu cérebro é : “Sua *$¨#!, se eu soubesse a P*$¨#! da senha eu não tinha te ligado!! E você ganha seus CINCO MIL REAIS é pra saber as M*$¨#! das senhas!!”

A resposta que sai da boca é: “Não…”

17:40 – Descobrimos que a outra DBA que sabia a senha tirou férias. Volta em 2 semanas.

17:55 – Depois de pedir o pessoal da rede para alterar a senha da DBA que está de férias, conseguimos entrar no servidor.

18:10 – Instantes antes de apertar ENTER para restaurar o banco de dados, a DBA pergunta: “Vai precisar de espaço em disco… quanto espaço tem sobrando nessa máquina?”

Detalhe: O incrível Pentium 90 tem um HD de apenas 2 giga. Nele tem Windows NT, Visual Basic, SQL Server e bases de dados. O disco C: tinha apenas 2 MB livres.

18:20 – Depois de desinstalar quase tudo do servidor (inclusive WinZip e outras coisas minúsculas), a restauração funciona.

18:30 – Sento-me na cadeira, dou um grande suspiro enquanto começam os testes. Resolvo olhar se a versão de produção do sistema está funcionando. Não está.

18:50 – Identifico a proposta que causou o travamento do sistema e apago-a. Anoto o número da proposta problemática na minha “lista negra” de propostas. Agora ela tem 12 propostas.

18:55 – Vou até o servidor ver o que aconteceu. A tela está cheia de mensagens de erro. O gerenciador de tarefas mostra dezenas de cópias do programa de envio de mensagens, rodando aleatoriamente, aparecendo e sumindo da lista como vírus. Eu nunca vi nada assim em toda a minha vida. Retiro meu chaveiro do Galo do bolso e uso a chave do carro para dar um reset no servidor.

19:00 – O servidor voltou ao ar, mas o programa chamado CICS não. Ele não faz diferença no processamento noturno, então informo o pessoal que monitora o sistema que não precisam se preocupar com isso.

19:10 – O pessoal da monitoração me liga e fala que o CICS está fora do ar. Repito que não faz diferença, que não afeta o processamento, e continuo a trabalhar.

19:20 – Saio do serviço (meu horário normal de saída é 17:30)

19:40 – O celular toca, no trânsito, com chuva. É o pessoal da monitoração, me dizendo (adivinhem) que o CICS está fora do ar. Me encho de paciência, que à essa altura me sai sabe lá Deus de onde, e explico tudo de novo à eles.

20:00 – Colação de grau de um amigo. Depois, deixo minha namorada em casa. Chego em casa às 23:30 e vou dormir.

Quinta

8:00 – Chego no trabalho. O servidor de teste travou ontem às 23 horas e entupiu minha caixa postal de mensagens de erro.

8:10 – Descubro que o servidor de produção TAMBÉM travou no mesmo horário. Perdi uma noite inteira de processamento, para um serviço que já está atrasado. Detalhe: Os caras do monitoramento deveriam monitorar o sistema de uma em uma hora, durante a noite. Passaram-se OITO HORAS e ninguém viu que ele estava travado. Sinto um déja-vu em relação ao dia de ontem…

8:40 – Coloco novamente o sistema no ar.

9:10 – Ligo para o chefe do setor de Suporte. Pergunto a ele como anda o novo servidor de testes que supostamente foi comprado para substituir o empoeirado Pentium 90. A única funcionária que poderia dar andamento nisso é a DBA que está de férias.

Ela volta em 2 semanas.

9:50 – Descubro que o sistema travou. Resolvo deixá-lo assim, para que o pessoal do monitoramento não detecte o problema e eu possa ir até lá esfregar isso na cara de cada um dos filhos da @*%$%@ que trabalham naquela espelunca.

10:15 – Começo uma reunião com o consultor de São Paulo. A reunião é para discutir uma lista de problemas do sistema. Ele faz um tremendo esforço para me convencer que metade dos problemas ali descritos não existem. Briga, acha ruim, suspira, faz caras e bocas. O sangue esquenta, mas não perco a pose.

11:10 – Um colega interrompe a reunião, me procurando e dizendo que o pessoal do servidor de e-mail me procura com urgência. Ligo para a responsável, que me diz que o meu sistema entrou em loop e enviou 25.000 e-mails de erro e que o roteador de mensagens travou. Em resumo, meu sistema derrubou o sistema de e-mail inteiro da empresa.

11:15 – Dou um RESET no servidor sem pensar duas vezes. Depois, vou até a sala da responsável pelo servidor de email. Chego lá e tem cinco pessoas com cara de desesperados em volta do computador dela, inclusive o chefe do setor. Todos me olham com uma grande exclamação em todas as caras.

11:20 – Polidamente, o chefe do suporte me pergunta o que aconteceu. Traduzindo, ele me disse: “Mas que p@%¨#% é essa que seu %$$ de sistema fez?!”. Passo os próximos 10 minutos tentando dar nó em pingo d’água, ou seja, me explicar.

Detalhe: quem implantou o envio de emails no sistema foi o consultor de São Paulo.

12:00 – Resolvo manter o sistema parado e saio para almoçar.

13:30 – Reunião com meu chefe e o consultor de São Paulo, sobre a lista de problemas.

13:50 – O consultor de São Paulo insiste que coloquemos o novo sistema (com 2 dias de vida e mal testado) para funcionar em produção, com a desculpa de que “toda implantação é problemática mesmo”. O chefe está com os olhos brilhando porque quer ver é resultado. Tento, em vão, convencer os dois que isso é loucura, que o volume de problemas vai triplicar e não vou dar conta de resolver tudo. O consultor de São Paulo mal me deixa falar.

14:30 – De repente, a tensão passa, o suor some, o coração pára de disparar. Minha mente chegou ao ponto onde se leva tanta porrada que tudo fica anestesiado. Respondo ao chefe que sim, que vou implantar o sistema novo. Além disso, ainda levo a tarefa de criar uma tabela com toda a lista de pendências, para dividir responsabilidades (90% minhas, 10% do consultor de São Paulo). Sorrio e digo “sim”.

15:00 – Começo a implantar o sistema novo. O sistema está parado faz três horas. Tem 210 agências no Brasil inteiro enviando propostas para meu sistema processar. Imagino o tamanho da fila de propostas atrasadas, de clientes esperando, de gerentes arrancando os cabelos e xingando a minha falecida mãe. Num ato mentalmente descoordenado, sorrio.

16:00 – O consultor de São Paulo vai embora, pegar o avião. Sorrio e dou abraços. “Foi um prazer quase sexual, hahahaha!”, digo. Me assusto com o quanto posso ser irônico.

16:30 – O sistema novo está no ar.

16:40 – Vou até os colegas da monitoração, lembrá-los de que o sistema está no ar e que ele deve ser monitorado de hora em hora. Sinto-me triste pelo tempo que estou perdendo.

16:55 – E aí, quando tudo acaba, eu volto pra sala e vejo meu vizinho de mesa jogando um joguinho em shockwave. O objetivo do jogo: mirar bem a bunda e cagar dentro de uma privada que anda de um lado para outro da tela. Tudo que ele diz é : “He… he… he… joguim massa…”

Palindromite

Com certeza você já recebeu um email hoje, falando que às 20:02 haverá um momento histórico que só aconteceu há mil anos atrás e nunca mais vai acontecer, que é quando a hora, data e ano formam um palíndromo:


20:02 20/02 2002

O tal email é assinado por matemáticos e que falam pra você comemorar esse momento histórico.

Daí, você recebeu também outro email dizendo que é mentira e que vai acontecer outro momento assim, às 21:12 do dia 21/12/2112, e provavelmente pensou (como eu) que já aconteceu outro às 11:11 de 11/11/1111.

Nunca vi nada tão inútil assim no meu email.

Teste se você realmente acredita em Deus

Cara, que legal esse jogo!!

Battleground God

É um jogo de filosofia, de perguntas e respostas sobre Deus, que testa o quanto suas crenças são coerentes ou não… diferentemente dos testes de internet que pipocam por aí, esse teste é MUITO bem feito, EXTREMAMENTE acurado e a análise dos dados no final da coisa é MUITO BEM explicativa!

Eu respondi, tomei só um dano (falei uma contradição), “mordi” uma bala (mantive um ponto de vista que a maioria das pessoas acha bizarro) e ganhei até um “award”…

Tem um tanto de outros jogos legais no phylosophers.co.uk