Natal Sangrento

Neste Natal houveram 2 assassinatos num raio de 200 metros aqui de casa.

O primeiro foi na noite de Natal mesmo. Vieram uns amigos aqui em casa e comentaram que, na esquina de uma rua próxima havia um “presunto”, um corpo embalado num saco plástico preto, ao lado de um carro. Tava tudo isolado com aquelas faixas amarelas da polícia. Mais tarde, quando ia pra casa de Bethania, passei pelo lugar pra conferir que era verdade.

O segundo foi agora à noite. Estava voltando da casa de Bethania quando vi um tanto de carros de polícia parados numa rua, e uma multidão de curiosos. Passando pelo lugar, vi o que tinha acontecido: havia um cara morto, caído de bruços no asfalto, do lado de uma árvore. O sangue escorria pelo meio-fio.

Internet is shit

A internet é uma merda. (em inglês)

Eu estive prestes a concordar com o (interessantíssimo, curto e muito bem escrito) texto, mas acho que ele pulou o item mais importante: O que dá poder pra Internet como mídia é a facilidade de se encontrar a informação.

Se eu quero descobrir um endereço, eu posso pegar uma lista telefônica e olhar. Ou ir no site da Telemar. Ou no ComoVou. Qual é o mais prático?

Aí tem a confiabilidade… mas isso depende de onde você pega a informação. Lembro de uma vez ter visto no telejornal local da Globo que a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais ia tocar num dia xis, no Teatro Ipsilon. Liguei pro Teatro Ipsilon e me disseram que a orquestra não ia tocar e que a notícia tinha sido dada por engano. Eu vi num telejornal da Globo, na TV, e a informação não foi confiável.

Lembro de já ter lido um sem-número de coisas equivocadas em jornais, livros e revistas, em notícias sobre sobre música eletrônica ou tecnologia (que são áreas que eu entendo a ponto de poder perceber enganos). Na web o problema parece mais grave porque qualquer pessoa pode colocar qualquer enganação no ar.

Mas o problema está é no fato de que as outras mídias (TV, jornal, revista) tem uma atmosfera de confiabilidade muito maior do que a Internet. E nenhuma delas é realmente confiável. Assim, tem-se a falsa impressão de que as coisas na Web são menos confiáveis, embora nas outras mídias a informação possa ser ainda mais distorcida e editada.

Essa é a minha opinião: se dessem um “reset” na Internet, nos moldes que o texto prega, ela se tornaria como um jornal ou uma emissora de TV, e com seus mesmos problemas.

Agora, o texto acerta num ponto fundamental: colocar a Internet como fonte exclusiva de informação é, no mínimo, estupidez. Quando eu vou comprar alguma coisa, como por exemplo um discman com MP3, eu procuro informações na Internet, leio reviews do aparelho escritos por profissionais e por pessoas comuns… e converso com meus amigos que possuem um discman desses. A dimensão de informação que eu obtenho pessoalmente serve como um excelente “filtro” para a informação que eu obtive online.

Falei demais. Mas, não vá por mim, leia o texto do internetisshit.org e tire suas conclusões.

Punk Fashion

Putz, tempão que não conto nada do Excêntrico aqui…

O Excêntrico é um cara que trabalha na nossa empresa-cliente. Ele tem esse pseudônimo porque ele é um gótico-metal-RPGista, se é que existe tal coisa. Ele é cabeludo, tem uma barbicha de menino de 14 anos, usa um relógio de bolso (é, daqueles antigos, com correntinha), faz piquenique no cemitério e guarda um catálogo dos seus animes/mangas/hentai na carteira. E mostra pra todo mundo.

Mas hoje a gente teve uma reunião importantíssima, com os superintendentes e mais uma pá de gente. Tava todo mundo na salinha de reunião, terno e gravata, data-show, notebooks, tudo com as frescuras sociais de sempre, quando chega o Excêntrico.

Ele estava com o cabelo solto, jaqueta de couro, camisa preta do Rock in Rio, calças pretas e uma botina estranha. E segurava uma revista em quadrinhos japonesa.

Ou seja, no meio dos ternos e gravatas, lá estava ele no seu modelito “Ramones” nerd…

Vou voando para a festa

Hoje eu fui a um churrasco de fim-de-ano de uma empresa que é “incubada” na incubadora de empresas onde minha namorada trabalha. O churrasco foi na Clube Náutico da Lagoa dos Ingleses.

Na margem da lagoa só tem condomínios de gente rica, incluindo o Alphaville, aquele condomínio fechado que deu certo em São Paulo e que foi um fracasso retumbante aqui em Beagá. As casinhas padronizadas que você vê na foto são do condomínio.

Mas o mais legal foi que, logo que cheguei lá, perguntei pra Bethânia:

– Ué, cadê o dono da festa?
– Tá ali em cima.

Olhei em volta e não vi o cara. Bethânia disse:

– Não, seu bobo, ali em cima! – E apontou para o céu.

Alguns minutos depois, o paraglider veio pousando… e aterrisou ali, na nossa frente.

Taí uma bela maneira de você chegar a uma festa.

Counter-Strike = Batida do contador??

Aí hoje instalei driver da minha câmera digital. Abri uma imagem no super “Visualizador de imagens e fax do Windows”. Cliquei com o botão direito e rachei de rir.

No menu, “Rotate counter-clockwise” (girar no sentido anti-horário) foi traduzido como “Girar o contador no sentido horário”.

Admirável mundo novo

Este é meu primeiro post no micro formatado e com um HD novo.

Aproveitei e instalei um Windows Xis-Pê. Foi facim, só precisei de:

– 28 boots no computador (é sério)
– Trocar os módulos de memória de lugar dentro do gabinete
– Colocar um ventilador resfriando meu drive de CD-ROM
– Diminuir a velocidade do barramento das memórias de 133 para 100

Tudo isso levou apenas 5 horas. Estou aqui instalando as atualizações de segurança (só 50 MB), nem comecei a reinstalar os softwares.

Agora, o primeiríssimo software que orgulhosamente instalei depois da formatação foi o Opera. Eu não sou ninguém sem o Opera.

Além do mais, acho que descobri a causa do meu HD queimado. Ele não tinha um cooler. Os discos mais novos (de 7200 RPM) precisam de um cooler só pra eles, pra aumentar a sua vida útil e confiabilidade, ou seja, tudo que meu disco antigo não me deu. Meu disco novo (Seagate Barracuda) tem um cooler novim, nem está preso no lugar por clipes de papel, como o cooler do meu processador (é sério).