O brilho eterno de uma mente sem serviço

17 de junho de 2005, 17:32

Momento “cadê minha câmera quando eu preciso dela”: uma cabra na caçamba de uma camionete, no meio da Av. Amazonas. Aí o cara na Brasília, ao lado da camionete, se interessa e pergunta se a cabra estava à venda. Só aqui em Minas mesmo…

Chris Martin, vocalista do Coldplay, canta, com a voz melosa de sempre, na canção chamada Talk:

Well I feel like their talking in a language I don’t speak.
And they’re talking it to me.

E aí segue se questionando sobre o futuro e pá. Normal, se não fosse o fato da guitarra que abre Talk tocar, exatamente, as nove notas da melodia-tema de Computer Love, do Kraftwerk. Na verdade, Talk é feita sobre a mesma melodia que Ralf Hutter e Karl Bartos compuseram lá em 1981.

Era pra eu odiar Talk, mas por alguma estranha razão eu achei o máximo ouvir guitarras tocando Kraftwerk.


Os CDs mais valiosos da minha coleção

Estou com saudades da internet canadense, onde eu baixava filmes inteiros em duas, três horas. Aqui, faz dois dias que tento baixar Arular, disco da guerilla-singer chamada M.I.A.

Até agora só consegui baixar as três primeiras faixas: é um hip-hop bem cru mas estranhamente muito bom. O triste é chegar na terceira faixa, chamada Bucky Done Gone, ouvir algo perigosamente parecido com funk carioca e… gostar.


1 comentário em “O brilho eterno de uma mente sem serviço”

  1. Luiz -

    ae, c tá de folga agora zé? temos q marcar de encontrar um dia!

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