Nothing but a dreamer
E aà eu estava andando de bicicleta pelas ruas da cidade de Sete Lagoas. Só que as ruas não chegavam em lugar nenhum e ficavam sem saÃda de repente, e eu tinha que ficar desviando de tudo.
Até que uma hora ouvi uma freada brusca e uma batida: haviam atropelado uma menina numa bicicleta. Atravessei a rodinha de curiosos para socorrer a menina: estava bem, consciente, mas havia quebrado o braço. Uma passada rápida pelo hospital e estava tudo consertado, e pudemos subir na lancha dela para passear com alguns amigos. Renato Aragão estava entre eles.
A noite caiu e a lancha parou para que as pessoas pudessem dar um mergulho. Me lembro de ter exclamado: “Putz, que cena linda”. E era mesmo. A lua cheia, ao fundo, mostrava apenas a lancha parada, uma das pessoas estava na água e conversava com as que ficaram no barco. Uma criança, sentada na proa, brincava de esguichar água pela boca, como um chafariz.
E era uma cena mesmo, porque eu não estava lá: na verdade estava assistindo tudo pela TV, sentado na sala da casa daquele negão da novela, que eu esqueci o nome. Esse aqui, ó.
Aà eu acordei e vim pra cá trabalhar.





Pô, Zé… seu blog tá tão viajante esses últimos posts, hehehehe.
E aÃ, decidiu entrar na aula de zouk?? Só não pode ficar, depois de algum tempo, igual aos “tiozinhos barrigudos” lá do tal lugar, hein?
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