Posts de novembro de 2005


Top 100 melhores jogos de todos os tempos

7 de novembro de 2005, 8:22

Ranking segundo o site GameFAQs.com

Não dá pra engolir o Halo na posição #9, e ver o Half-Life só na #31. Pelo visto só eu achei o Halo uma bela porcaria…


FDS Cultural

7 de novembro de 2005, 0:15

Pois é. Esse fim de semana foi bem rico.

Sexta: O Guia do Mochileiro das Galáxias. Filme cômico…

Finalmente descobri de onde vinham algumas frases que eu via picadas por aí, como a resposta à principal pergunta do universo (é 42) e a frase clássica de Marvin: “Life. Don’t talk to me about life”…

Sábado:

Cidade Baixa, filme recém-estreado (que tem até blog oficial). Filme brasileiro do jeito que eu gosto: urbano e cru. E bem executado, principalmente em termos de fotografia e de som. O som direto, então, é delicioso: tem uma cena onde Karinna está no banho, chorando, e o barulho da água caindo e reverberando pelo pequeno banheiro é de uma nitidez magnífica. Eu só achei o roteiro um pouco sem amarras, principalmente no final, mas é uma falha que não desmerece o longa. Eu recomendo.

Destaque para a quantidade absurda de palavrões (incluindo xingamentos inacreditáveis do tipo “vá se f**** no meio da desgraça seu filho de uma p***”) e para o personagem chamado Dois Mundos (?!), interpretado por… Dois Mundos (?!?). Pode conferir nos créditos…

À noite teve dança folclórica, dessa vez do grupo Sarandeiros, “concorrente” daquele onde Bethania dança. Era um espetáculo novo, com cenário elaborado e elementos de interpretação. Eu, que nem gosto de dança, acabei achando bem interessante.

Domingo:

Mais dança, por incrível que pareça. Vi o Nó, o novo espetáculo da Cia. Deborah Colker. No primeiro ato o palco é tomado por dezenas de cordas onde os dançarinos se penduram e se amarram. O segundo ato usa uma grande caixa vermelha, no centro do palco. A coreografia é expressiva e muito bem executada, o suficiente para deixar todo mundo de queixo caído, desde o pessoal do ramo até os ilustres leigos como eu. Ah, e a trilha sonora é magnífica, criada pela dupla chamada Monoaural (sem site).

Falando em trilha, eu mal consegui conter minha satisfação no intervalo entre o primeiro e o segundo ato. Porque a música ambiente que deixaram tocando era The Dead Flag Blues, do Godspeed You! Black Emperor


Pare, atenção, siga…

3 de novembro de 2005, 13:29

Esses dias eu vi um artigo com 10 coisas que os chineses fazem melhor que os canadenses (e, por consequência, melhor do que em boa parte do mundo)

Eu não ia botar isso aqui no blog, mas aí li o item 2, que é algo que eu sempre quis ter aqui na terrinha:

2. Semáforos informativos

Em Tianjin, cidade de 13 milhões de habitantes, as luzes vermelhas e verdes dos sinais de trânsito são mostradas num retângulo que vai se encolhendo conforme o tempo do sinal vai passando. Em Pequim, alguns semáforos mostram uma contagem regressiva para a luz vermelha e verde.

Num sinal vermelho dá pra saber se você tem tempo suficiente para dar uma olhadela num mapa; num sinal verde, dá pra saber, a quarteirões de distância, se você já pode ir freando — ou se pode pisar fundo no acelerador, como se fosse um motorista de Toronto ou de Montreal (deve ser por isso que Montreal tem alguns semáforos com contagem regressiva para pedestres)

Esses sinais de pedestre com contagem regressiva eu vi, mas foi em Québec City…

Update: Teve gente nos comentários falando que tem isso aqui no Brasil, em Curitiba, Brasília, SP, Rio, Uberlândia… bom, em São Paulo eu não vi nenhum desses. E queria mesmo era aqui em Belo Horizonte, oras.

Ontem eu encontrei com um amigo que me contou uma história. Segundo ele, o Tommy Hilfiger foi ao programa de entrevistas da Oprah, e fez comentários altamente racistas, do tipo “minhas roupas não foram feitas para serem usadas por negros e hispânicos”, e acabou sendo enxotado do programa, ao vivo, pela própria Oprah (que é negra).

Achei isso tudo muito estranho e perguntei ao tio Google, que me informou que este é apenas um famoso (e antigo) boato