Posts de abril de 2006


Idéia de um fim útil pra câmera do seu celular

30 de abril de 2006, 1:54

Use-a para anotações visuais!

O seu carro está com a luz de freio queimada, e você tem certeza que vai esquecer dela até ser parado numa blitz? Tire uma foto da luz de freio. Da próxima vez que você estiver revendo as fotos do telefone, vai pensar: “Mas porque diabos eu fotografei a minha luz de fr… ahh, é mesmo”.

O autor daquele livro raro que você achou no sebo da esquina é impossível de decorar? Tire uma foto…

Acabou a aula e tem um monte de matéria no quadro pra copiar? Tire uma foto…

Tire fotos das esquinas e das bifurcações das ruas que levam até a sua casa. No dia que você der uma festa, basta mandar as fotos junto com o mapa que não tem erro.


Quando estiver perdido…

30 de abril de 2006, 1:30

…lembre-se que Björk sempre sabe o caminho.


Ah, tantas coisas…

29 de abril de 2006, 15:59

Fungos também tem senso de humor. Essa minha vida sedentária em quarto de hotel me deixou com… pé-de-atleta.

Descubra o que há de errado nesta foto…

No mais, não vejo a hora de ir trabalhar no Rio. Já estou pegando umas dicas no Orkut com o Governador da Califórnia

Alguém me explica como diabos alguém recebe um salário para lançar um produto cujo nome é…


O Primo vs. A Feiticeira

29 de abril de 2006, 14:47

E como de costume lá estava eu, prestes a embarcar na rodoviária do Aeroporto de Congonhas.


Essa aí é a rodoviária!

Aí você pergunta: como assim, rodoviária em aeroporto? É que os portões do 13 pra frente ficam no piso inferior, e a gente tem que pegar um ônibus pra ir até os aviões.

Foi o que eu fiz nessa sexta. O ônibus parou em frente ao avião, abriu as porteiras e eu saí junto com a multidão. Aí notei algo estranho no decote de uma loira que passava, carregando o filho no colo:

- Credo, mas que peito mais bizarro, parece um disco de plástico querendo pular pra fora do decote…

Aí olhei o rosto da loira:

- Ah, é a Feiticeira, tá explicado…

Sim, era ela mesmo, Joana Prado, carregando Davi, filho dela com Vítor Belfort. Não dei muita idéia e entrei na fila pra embarcar.

Quase na porta do avião, eu estava de papo com uma colega consultora quando escuto a Feiticeira reclamando atrás de mim:

- Dá pra dar uma licencinha que tá ventando no meu filho??

Olhei pra frente e tinha uma fila de gente. Cheguei meio pro lado da maneira que podia pra ela embarcar logo, e ela passou na minha frente resmungando:

- Quanta falta de cavalheirismo…

Durante o vôo tava até engraçado: do meu assento eu via apenas a cabeça dela por cima da cadeira, e todas as cabeças dos homens em volta viradas pra ela…


Rather Ripped

27 de abril de 2006, 20:43

É o nome do novo disco do Sonic Youth. Não saiu ainda, mas já tá na internet.

Ao invés de experimentalismo sonoro (a.k.a. barulheira) em longas músicas, dessa vez eles fizeram um disco de roquinhos de 3 minutos.

Um desses roquinhos é a faixa 3, chamada Incinerate. Conforme a guitarra ia tocando o pau no começo da música, eu arrepiava da cabeça até o pé, depois cobria o rosto com as mãos e chacoalhava a cabeça, desesperado, pensando:

- Meu Deus!… Isso é bom pra caralho!!!!!!!!!!!!

Baixe djá.


Ele é carioca

27 de abril de 2006, 18:19

…e pelos próximos meses vou dividir meu tempo entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Eita vida.


De uso invisível, especial para quem escuta…

26 de abril de 2006, 20:55

Dentre todas as coisas legais que eu trouxe do Canadá, nunca achei que uma das mais importantes seriam protetores auditivos.


Um clássico. Note a folhinha canadense na caixinha. As instruções estão no verso, em inglês e em francês

Agora uso esses protetores toda noite. É o único jeito de dormir quando se divide o quarto com alguém que ronca…


A prova da existência de Deus

25 de abril de 2006, 1:15

Thanks, Luiz!


Congonhas By Night

25 de abril de 2006, 1:06

Essa selvageria aí é a sala onde ficam as esteiras de bagagem do Aeroporto de Congonhas… no domingo passado… às ONZE da noite.

É que uma colega tinha despachado as malas e ia pegar carona no nosso táxi. Ela levou apenas quarenta minutos pra pegar a mala. No domingo, às onze da noite.

Depois, para finalmente ir dormir, só precisávamos de um táxi. A fila para o táxi (no domingo, onze e quarenta da noite), estava tão grande que tinha até um pipoqueiro.


A fila (à esquerda) e o pipoqueiro (à direita)

Breaking News

20 de abril de 2006, 14:08

Fui espirrar e o botão da gola da minha camisa arrebentou.


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