Where I belong

E então que, pra mais de 10:30 da noite, meu vôo estava pousando em São Paulo – cidade que eu não via há 12 dias por conta do trabalho semanal em Brasília e do fim-de-semana do dia das mães em Belo Horizonte.

Então olho pela janela do avião e a vista é mais ou menos assim:

20080516
Foto por SlapBcn

Adivinha qual foi a primeira coisa que me veio à cabeça:

“Coruscant… o planeta inteiro é uma cidade”

Foi o que Ric Olié disse à Anakin Skywalker, em Guerra nas Estrelas, Ep. 1, quando Qui Gon Jin leva o garoto para ser avaliado pelo conselho Jedi. Bati meu personal nerdice record de novo…

Outro dia o Inagaki disse que São Paulo “desperta sentimentos ambivalentes”. Já eu não sei dizer se sinto amor ou ódio pela cidade. Mas uma coisa é certa: me sinto integrado a ela de uma forma que nunca senti antes – nem com Belo Horizonte, minha terra natal. Tanto que, míseros sete meses depois da mudança, já me sinto em casa quando o avião toca na pista, e nem me estresso com a fila do táxi no ponto do aeroporto – que hoje, sem brincadeira, tinha umas 200 pessoas fácil, fácil.

Foram duas longas semanas. Voltar ao meu lar paulistano dá uma sensação boa de pertencimento – o tal “where I belong” das músicas em inglês…

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