Dias de cão
E eu estava aqui contente, me divertindo entre blogs, IM, YouTube e a multitude de coisas (e pessoas) divertidas online quando estiquei as pernas debaixo da mesa e esbarrei em alguma coisa.
O meu primeiro impulso foi o de dizer “Opa, desculpa Pavlov”, já que meu cachorro tem o hábito de se acomodar debaixo da mesa e tirar uns cochilos enquanto fico no computador.
E, tão rápido quanto veio o primeiro impulso, veio a constatação da realidade: não, eu não estou em casa. Estou é sozinho, num quarto de hotel, numa cidade distante. E o que eu chutei debaixo da mesa foi um sapato.
Já se vão aà uns seis anos de consultoria, viagens, hotéis e aeroportos, e o bode da distância e da solidão está batendo cada vez mais forte.





por um momento pensei que pudesse ser um “presente” deixado por pavlov.. minnie as vezes tem dessas.. adorável.
mas essa vida de viajante erreiro há de ser dureza mermo..
kisses
Bem… pelo menos hoje, depois de um começo meio calmo, você pareceu se sentir em casa no Pacaembu.
P.S.: Obrigado pela companhia.
que triste essa solidão. mas eu acabei rindo do post. foi mal =x