Wall-E: no meio da discussão sobre fascismo, uma história fascinante

Apesar da avalanche de avaliações positivas para o filme Wall-E, as críticas negativas tocavam em pontos bem contundentes, como esquerdismo radical, fascismo, etc. O pessoal deste tópico do Metacritic estava discutindo exatamente estas coisas quando o usuário AstroZombie entrou no meio do papo político para contar a fantástica história de sua namorada, que resumo a seguir:

Courtney assistiu o primeiro trailer de Wall-E assim que foi lançado – e chorou copiosamente quando o robozinho pronunciou o próprio nome. De fato ela chorava todas as vezes que via o trailer, exatamente no mesmo momento. A coisa era tão curiosa que ela até gravou um vídeo com seu choro e postou no seu blog.

Acontece que o pessoal da Pixar achou o vídeo. Primeiro ela recebeu emails de programadores da Pixar, se sentindo agradecidos pelo “elogio”. Depois chegaram emails dos produtores. Depois, no natal, ela recebeu uma jaqueta da produção de presente, junto com um cartão de agradecimento. E então, em junho, a Pixar convidou Courtney para a mega-festa de encerramento da produção do filme (com passagens aéreas, hospedagem, tour pelos estúdios da Pixar, tudo incluído), aonde foi aplaudida pelas milhares de pessoas que trabalharam no filme após um discurso emocionado do diretor, que disse que soube que “estava no caminho certo” quando viu o choro de Courtney no YouTube.

Segundo o tal AstroZombie, a Pixar não tentou usar essa história com fins promocionais. Foi, de fato, um agradecimento da produção para alguém que ajudou a manter a equipe otimista até o fim.

Fiquei pensando… será que a Globo já fez isso com alguma senhora que chorou durante a novela? 🙂

3 thoughts on “Wall-E: no meio da discussão sobre fascismo, uma história fascinante”

  1. Isso é que está história bizarra. Bom, mas que bom para a moça. Eu chorei bastante no filme, mas não como ela: ela mereceu.

    Como não tenho seu e-mail posto aqui esse link que achei interessante (pra você)
    http://www.popularnoise.net/

    abraços,

  2. O pior nem é imaginar se Globo já convidou alguma velhinha a conhecer o projac e sim ficar pensando se isso não é realmente um golpe de marketing da Pixar… Tempos difíceis esses…

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