Posts de agosto de 2008


Como se lia as horas nos anos 80

31 de agosto de 2008, 12:23

Minha última compra no DealExtreme incluiu:

Sim, um relógio, daqueles com display retrô estilo “letreiro de aeroporto das antigas”.

Relógio "Flip-digit" 

Confesso que não esperava que a sala da minha casa fosse ser decorada por quinquilharias importadas de Hong Kong, mas o relógio é realmente legal.


Blip.fm – Um Twitter que faz barulho

30 de agosto de 2008, 21:28

Na última sexta-feira só se falava no Twitter de um tal site novo chamado Blip.fm. À noite, chegando de viagem, liguei o computador e fui conhecer a razão de tanto hype.

Usei o Blip.fm por cinco minutos. Foi o suficiente para dar o meu veredito final sobre o site, que pode ser resumido nesta frase: “A coisa mais genial que vi na internet este ano”.

20080830 

O Blip.fm é um microblog, como o Twitter, mas com um diferencial matador: músicas anexadas aos seus micro-posts (chamados de “blips”). Então, na verdade, o que você posta são as músicas, junto com pequenos comentários sobre elas. Ou o inverso: comentários sobre qualquer coisa, mas “ilustrados” por músicas.

Se no Twitter a pergunta era “what are you doing?” (“o que você está fazendo?”), no Blip.fm a pergunta é “what are you listening to?” (“o que você está ouvindo?”).

“Ah, mas a RIAA vai fechar o Blip.fm rapidinho!”. Sim, eu e metade da internet pensamos exatamente a mesma coisa, mas enquanto eu escrevia este post percebi OUTRA sacada genial dos caras: as músicas que o Blip.fm toca NÃO estão hospedadas no próprio site – ele simplesmente toca músicas que estão espalhadas por toda a internet e que são facilmente encontráveis através do próprio Google ou de serviços especializados, como o Seeqpod.

É só dar uma olhada na barra de status do Firefox na hora em que você dá “play” numa faixa qualquer: cada hora os dados são lidos de um site diferente…

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Uma olhadinha no FAQ do Blip.fm parece confirmar esta suspeita (grifo meu)…

Eu blipei uma música ontem e hoje ela está “não disponível”, o que houve?

As músicas são armazenas por toda a internet em diferentes servidores e websites. Às vezes o servidor cai e a música não está disponível para tocar, ou o dono do arquivo o removeu da internet de uma vez por todas.

Assim eles têm o maior acervo de músicas do mundo, não tem problemas com largura de banda ou capacidade de armazenamento e – o melhor de tudo – não são legalmente responsáveis por eventuais quebras de copyright. Bom, pelo menos eu acho.

E não é só isso: além de tudo o Blip.fm já tem integração com o Twitter, Last.fm e vários outros (FriendFeed, Pownce, Tumblr, Livejournal e Jaiku). Você pode “blipar” músicas que ouviu recentemente – e que ele “pesca” do Last.fm pra você – e twittar automaticamente a cada vez que você “blipa” uma música. É muito prático.

Genial, fácil de usar, integrado com o que você já usa… o Blip.fm é quase bom demais pra ser verdade.


Sobre a terceira dimensão, foie gras, browsers e largura de banda

29 de agosto de 2008, 0:03

Dia desses eu li, não lembro onde, que uma das estratégias de Hollywood para – adivinhe! – coibir a pirataria eram os filmes em 3D. Neles a “experiência” só é completa para o espectador se ele estiver no cinema, com os tais óculos especiais, então as cópias piratas não fariam sentido.

Mas hoje eu vi que a nVidia está anunciando uma tecnologia de 3D “real” para jogos de computador onde você usa – adivinhe! – óculos especiais e enxerga as cenas do jogo em três dimensões.

Aí eu fiquei pensando no futuro da pirataria de filmes, somei uma coisa com a outra e… adivinhe!

Hoje aconteceu a pesagem oficial do “Perder Para Ganhar” que a equipe aqui do projeto de Dead Cow City organizou. É um concurso inspirado no programa de TV homônimo, onde a meta era perder 5% do seu peso em um mês – e quem perdesse menos que isso pagaria para quem perdesse mais peso.

Sim, tinha dinheiro no meio. Sim, é ridículo. E, sim, eu estava participando. Mas eu empurrei a coisa com a barriga (hein, pegou essa) e não mudei muito minha rotina ou meus hábitos alimentares – que, felizmente, já estavam bem saudáveis desde meu último exame de sangue, que deu colesterol altchééézimo e uma leve esteatose hepática – vulgo “fígado gorduroso”. Sabe foie gras? Pois é. 

Saldo final da brincadeira: perdi 2,5 kg. E também 40 reais, já que fiquei bem longe dos 5% de meta.

Acabou que com o Firefox 3 eu abandonei mesmo o meu browser predileto: o Opera, que usei consistentemente pelos últimos cinco ou seis anos.

Tudo começou quando, no lançamento da versão 3, o Slashdot publicou um teste dizendo que o Firefox novo era muito mais eficiente no uso de memória que todos os outros browsers. Aí resolvi pagar pra ver, já que o abuso de memória do FF era um dos fatores que me afastava dele.

Em termos de velocidade o Opera continua sendo, comprovadamente, absurdamente mais rápido pra tudo – MENOS para as coisas do Google (Gmail, Google Reader, Google Calendar, etc), que uso o tempo todo. E aí veio o golpe de misericórdia: as extensões do Firefox, que nunca me atraíam o suficiente porque o que muitas delas faziam já era funcionalidade nativa do Opera. Acontece que eu só conhecia mas nunca tinha usado Greasemonkey, Firebug, FoxyTunes e a mais super-duper-útil de todas: Read It Later – a salvação dos que trabalham sob firewalls e precisam separar links para ver depois, na internet livre e desimpedida do hotel…

… que por sinal é excelente e me permite até o luxo de ver minha esposa pela webcam. E também meu cachorro, que fica desorientado quando ouve minha voz e não me vê no apartamento. Hoje ele até chorou, tadinho.

Quem diria: no século XXI, “largura de banda” significa “qualidade de vida”…


Olimpíadas 2008: um quadro de medalhas com uma comparação diferente

24 de agosto de 2008, 23:34

Hoje, com o fim dos jogos olímpicos, eu me peguei pensando no critério para classificar os países no quadro de medalhas. O Comitê Olímpico (e o resto do mundo) acha que é a quantidade de medalhas de ouro e coloca a China em primeiro lugar. Já o New York Times acha que é a quantidade de medalhas de qualquer tipo e coloca os Estados Unidos na frente…

Mas o que me incomoda no ranking é que ele compara países que levam delegações com mais de 600 atletas (como a China) com outros que levaram apenas seis. Então fiquei pensando: e se comparássemos não apenas as medalhas conquistadas, mas sim quantos atletas de cada país voltaram pra casa com medalhas? E se contássemos o número de “medalhas per capita“? Aí a comparação seria mais justa, pois o que conta não seria o número de atletas para cada país, e sim a qualidade deles…

Foi assim que bolei rapidamente um “índice de aproveitamento olímpico”, um percentual do quanto cada delegação olímpica rendeu nas olimpíadas, calculado assim:

 Fórmula do Índice de Aproveitamento Olímpico

Assim, se um país levou cinco atletas e os cinco voltaram com medalhas de ouro, considera-se que o país teve 100% de aproveitamento na Olimpíada. Os percentuais multiplicados para as medalhas de prata e bronze na fórmula servem para que um país onde todos os atletas ganharam medalha de bronze, por exemplo, não fique também com os 100% de aproveitamento. Além disso, no caso dos esportes coletivos, contam-se as medalhas “físicas” recebidas, ou seja, o ouro do Brasil no vôlei feminino conta como 12 medalhas para não avacalhar o cálculo.

E como ficaria o resultado das olimpíadas deste ano sob este critério? Um domingo inteiro e muitas gambiarras no Excel depois (muitas MESMO, até macro eu fiz), eis o meu quadro de medalhas com os 20 primeiros colocados ordenados pelo percentual de aproveitamento:

Quadro de medalhas (com % de aproveitamento)
Clique na imagem para ver o quadro completo (JPG) ou aqui para baixar a planilha Excel.

Sob este critério o Brasil fica em vigésimo, três posições acima de sua posição no ranking oficial. E ainda tem algumas surpresas interessantes:

  • O grande destaque é a Nigéria, onde três de cada quatro atletas voltaram pra casa com medalhas. Mas como nenhuma delas foi de ouro, no ranking oficial a Nigéria ficou na posição 61. E alguns dos seus vizinhos africanos também tiveram ótima performance: a Etiópia e o Zimbábue tem o sétimo e oitavo melhor índice, respectivamente, e mesmo com apenas 56 atletas o Quênia obteve um melhor aproveitamento do que o Brasil – inclusive no ranking oficial.
  • A segunda maior delegação dos jogos é a dos Estados Unidos, com 596 atletas – e mais da metade deles recebeu medalhas. É, de fato, um desempenho impressionante. E mesmo com mais de 600 atletas e vencendo mais competições, a China ficou apenas na posição 13 deste ranking, com uma medalha para cada três atletas.
  • Países com delegações pequenas e performances invejáveis, como a Islândia, o Panamá, as Bahamas ou a Indonésia mal aparecem no ranking oficial. A Islândia competiu apenas no handebol mas foi a segunda melhor, levando a medalha de prata. O Panamá levou apenas três atletas, mas um deles fez o melhor salto em distância da competição e levou o ouro.
  • Na América Latina o destaque são nostros hermanos da Argentina, que mandou menos da metade de atletas que o Brasil e obteve 22,8% de aproveitamento – 6,4 pontos percentuais a mais do que nós.
  • A pior performance é da Venezuela, que mandou 109 atletas e voltou apenas com uma medalha de bronze. Mas ainda assim ela foi melhor do que os 117 países (e seus mais de 800 atletas) que voltaram pra casa de mãos vazias.

Barba, cabelo, bigode, lipo e botox

21 de agosto de 2008, 20:47

Um aviso rápido: demorou mas hoje eu terminei de classificar, na unha, 1768 (mil setecentos e sessenta e oito) posts que não pertenciam a nenhuma categoria.

E quem ganha é você, que agora pode revisitar com muito mais facilidade o meu sofrimento em Windturn City, meus dias no Canadá, as histórias épicas apelidadas de “sagas”, a vida e obra de Pavlov (meu cachorro), meus comentários sobre cinema ou música, os vários links e vídeos que postei aqui (e que hoje vão pro delicious, ali do lado) e até os raros momentos onde arrisquei escrever pequenos contos e postar aqui no blog.

Aproveite!


HTC S621 – Primeiras impressões

19 de agosto de 2008, 22:02

Na semana passada eu comprei celulares novos pra mim e pra minha esposa, por ocasião do nosso glorioso aniversário de dois anos de casamento.

O timing não podia ser pior, considerando que o iPhone 3G está chegando ao Brasil no próximo mês. Mas em Dead Cow City não tem 3G e eu estou preso a este projeto até o ano que vem, então resolvi me permitir este pequeno regalo.

O escolhido foi um smartphone, o HTC S621.

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(Foto by Gabofr)

Ele tem teclado QWERTY, Wi-Fi, Bluetooth, câmera de 1.3 megapixels, slot para cartão MicroSD e roda Windows Mobile. Estou muito satisfeito com o aparelho… e muito insatisfeito com o Windows Mobile. Pra você ter uma idéia:

  • Transferir meus contatos do telefone antigo para o novo foi um tormento: tive que instalar, a contragosto, um Outlook no notebook para poder sincronizar os contatos do celular, depois o Outlook não quis ler o arquivo vCard com o backup dos meus contatos (e, quando finalmente leu, importou tudo com os acentos bagunçados), depois o ActiveSync deletou os contatos que já estavam no telefone e, por último, fui testar um MSN que vem instalado no telefone e ele jogou todos os contatos do Messenger (incluindo spammers e gente que eu nem me lembro quem é) pra dentro do celular. E eu só consigo deletá-los, um por um, no próprio aparelho…
  • Várias configurações só são possíveis alterando, manualmente, o registro do Windows do celular. Para retirar um bipe incômodo que toca sempre que eu mando discar um número (mesmo no modo silencioso!), só fuçando o registro. E para meu ActiveSync funcionar com o firewall do meu computador, também só com mexida no registro. Super intuitivo né?
  • E, para o grand finale, o Windows Mobile NÃO TEM COPIAR/COLAR. Sim, meu amigo, você leu certo! Pra ter esta funcionalidade, só instalando um programa de terceiros…

P.s.: Não posso deixar de mencionar meu celular recém-aposentado, um Sony Ericsson W200i, que é EXCELENTE: barato, rápido, ótimo software, funcional, versátil e ALTAMENTE RECOMENDADO. Tanto que se mantém no posto de melhor celular que já tive. Fica a dica.


O melhor presente de aniversário de casamento EVER

12 de agosto de 2008, 21:51

Hoje eu fiz dois anos de casado. Aí alguém começou a me seguir no Twitter…

 Twitter "o presente"


O prêmio, o lado negro da Força e os problemas musicais da minha equipe de trabalho

12 de agosto de 2008, 20:32

Aí me chega um email do Thomas

Caramba JC!
Comecei a caçar algumas legendas da 4ª temporada do the Office e lá está você nas traduções.
Você já é minha indicação pra personalidade-discreta-mais-presente-em-assuntos-genéricos/variados-da-net. – se houver esse prêmio…

Bem, se não havia esse prêmio, pelo visto ele acabou de nascer.

As legendas eu fiz na época deste post aqui, ó.

Hoje, ao voltar para o hotel, um dos líderes do projeto ia desabafando:

- Putz, hoje o Darth Vader me encheu o saco, eu não estava mais aguentando…

Aí virou pra mim e disse:

- Você está com sorte, hein? Até agora ele não pegou no seu pé.

De fato, tirando algumas tentativas ostensivas de me converter para o lado negro da força, o projeto corre bem. O que me preocupou MESMO foi algo que aconteceu agorinha, na academia do hotel.

Uma das meninas da minha equipe colocou um CD da Kelly Key para tocar enquanto ela malhava.


Seis dicas para quem dá cursos/palestras usando datashow

11 de agosto de 2008, 23:24

Eventualmente eu assumo o alter-ego de “Prof. Primo” e dou uns treinamentos por aí. Para facilitar minha vida eu tenho um pequeno “toolkit nerd”, com ferramentas e programas que quebram um galho danado na hora da aula. Algumas eu já citei aqui mas resolvi fazer um post juntando tudo.

1) Zoom, anotações e um “timer” no projetor com o ZoomIt

ZoomIt

O ZoomIt é um programinha minúsculo (76 KB) mas com três funções excelentes: dar zoom em porções da tela (pra mostrar aquele ícone minúsculo pro pessoal que tá sentado no fundão da sala, por exemplo), desenhar anotações instantâneas na tela com o mouse e servir de timer regressivo para a hora do exercício ou do coffee-break. É gratuito, foi feito por um cara da própria Microsoft e é muito, MUITO prático de usar.

O único defeito do ZoomIt é que não dá pra clicar em nada quando o zoom está habilitado, mas para isso você pode usar a…

2) Lente de aumento do Windows XP

Diferentemente do ZoomIt, a Lente de Aumento do XP mostra uma parte ampliada da janela no topo da tela, mas que pode ser reposicionada em qualquer lugar ou tamanho, conforme sua necessidade. O melhor dessa alternativa é que ela já está instalada no seu computador. Vá em Iniciar/Programas/Acessórios/Acessibilidade/Lente de aumento e voilá!

3) “Trocador” de slides sem fio

image No reino do hardware eu uso também esse presenter aí do lado, já que não posso contratar um estagiário para apertar “page down” pra mim.

Não, o lance do estagiário não é piada, afinal no Brasil um brinquedinho desses chega a custar QUINHENTOS reais – mais do que um salário mínimo! Assim, a melhor alternativa é uma visitinha ao site da Deal Extreme, onde o aparelhinho aí do lado, que faz a mesma coisa, custa só 15 dólares e vem com frete grátis. Mas atenção: os pedidos da DealExtreme costumam demorar mais de mês pra chegar, então não compre se estiver com pressa.

E pra encerrar, três dicas que já publiquei aqui antes…

4) Como usar outros programas no notebook sem interromper a projeção em um datashow - para, por exemplo, usar anotações ou outros textos na tela do notebook e deixar a projeção de slides inalterada;

5) Usar uma planilha Excel “semi-automática”, com a programação do curso, para ajudar no controle do tempo e, finalmente…

6) Seis passos simples pra tornar “assistíveis” até as mais horríveis apresentações em PowerPoint. Se bem que “PowerPoint” e “horrível” são um tanto quanto sinônimos…


As lembranças que trouxe de Belém do Pará

9 de agosto de 2008, 15:29

É, eu fui lá dar um treinamento. E não me esquecerei de várias coisas, a saber: 

  • O calor. Onipresente. Sufocante. Absurdo. E no inverno. “Não é atoa que a criminalidade aqui é alta. Eu mataria por um ar condicionado”, pensei eu, nos dez minutos que esperei, ao ar livre, a porta da sala de treinamento se abrir. Outra coisa que pensei foi que deve ser impossível ter um computador com overclock em Belém.
    Continuo morrendo de vontade de morar num país com as quatro estações funcionando do jeitinho que eu aprendi nos livros de geografia…
  • O Rio Guamá. Mas foi tudo planejado pela turma que reformou os galpões antigos do porto e os transformou em um agradabilíssimo lugar com restaurantes e bares (e ar condicionado!). Aí você vai lá jantar à noite e dá de cara com aquele absurdo de rio e com o reflexo da lua batendo nas águas.
    Mas o mais incrível foi na hora de ir embora. O avião decolou e me deu, como grand finale da viagem, esse pôr-do-sol sobre o rio…

Pôr do sol sobre o Rio Amazonas

  • A comida típica. Inventei de pedir um “combo” de comida paraense com um monte de maluquices, incluindo maniçoba (a “mandioca brava”, cozida por sete dias e preparada como uma espécie de feijoada indígena) e o pato no tucupi (que faz sua língua ficar dormente e, no meu caso, dispara a música “confortably numb” em loop na sua cabeça imediatamente).
    A maniçoba era uma delícia. O pato no tucupi, nem tanto.
  • As dicas que recebi pelo Twitter. Nenhum guia turístico me traria resultado melhor. Graças ao Ian eu experimentei o sorvete de uxi (uma fruta doida – e deliciosa) na Cairu. Graças ao Doda Vilhena eu tenho um monte de bombons de cupuaçu na minha mochila nesse exato momento. E agora tem um a menos :)
    E fica aqui meu pedido público de desculpas ao Renmero, ilustre cidadão paraense e companheiro de Impop, a quem prometi umas cervejas no final da sexta-feira. Acabei antecipando meu vôo de volta e deixei o cara na mão. Shame on me.
  • O palco de música ao vivo montado no guindaste do galpão, nas docas, que fica se deslocando por cima das mesas. Idéia genial, só faltou tirar a música ao vivo.

Palco móvel das docas no Pará

Isso dá até uma reversal russa: No Pará, a música ao vivo passa por cima de VOCÊ.

  • A banca de discos que vi numa das ruas da cidade. Tinha tudo que é velharia em vinil. E tinha uma TV passando o videoclipe de “Neon Lights”.
    Imagine você, derretendo nas ruas de Belém do Pará, ao som de Kraftwerk. Surreal.

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