Dia do Blog – TOP 10 blogs mais legais da internet

Ontem foi Dia do Blog e muitos companheiros de blogosfera fizeram listas dos seus blogs e blogueiros(as) preferidos. Muita gente fica melindrada com estas listas, porque são injustas e sempre deixam alguém de fora.

Bem, aqui vai a minha:

1) O seu blog.
2) O seu blog também.
3) O seu blog também.
4) O seu blog também.
5) O seu blog também.
6) Yeah, seu blog também.
7) Seu blog também.
8 ) O seu blog também.
9) Seu blog também, e finalmente…
10) O seu blog também!

Pronto. Agora que a blogosfera inteira está feliz porque apareceu num ranking, vamos parar com essa palhaçada e produzir algum conteúdo útil?

Quem não é blogueiro de aluguel é…?

Sim, este é mais um post sobre a blogosfera. Mas serei breve, são só umas coisas que fiquei pensando ontem à noite, antes de dormir.

A história foi assim: sexta-feira passada o Blue Bus mencionou uma campanha da Coca Cola dizendo que “está saindo em blogs-de-aluguel na internet uma açao de lançamento de um novo produto…” e tal. E muita gente ficou ofendida com essa história de ser chamado de “blog de aluguel”. MUITO ofendida. Tanto que inventaram um tal manifesto chamado “eu não sou blogueiro de aluguel” falando de transparência, reclamando de censura, dizendo que só quem “rouba no jogo” é que é de aluguel e por aí vai.

Até aí, nada de errado. Mas teve uma pergunta que não me saiu da cabeça ontem: se eles estão reclamando de não serem blogueiros de aluguel, é porque eles são alguma outra coisa. Mas o que diabos eles são? Se vocês não são blogueiros de aluguel, o que diabos vocês SÃO?

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O que eu vi foi a blogosfera sentindo-se lesada em sua reputação… reputação essa que, na minha opinião, sequer existe. Os “destaques” da blogosfera só são destaques entre a própria blogosfera, e não entre o público em geral. Ou você já viu a massa, o grande público – aquele, o brasileiro médio, o “Homer Simpson”, como diz o William Bonner – comentar, elogiar, encaminhar posts por email ou dar algum destaque a algum blog que não fosse, sei lá, o Kibe Loco?

Ou sou eu que ando lendo os blogs errados? Pedradas nos comentários, por favor.

Update: André Dahmer (Malvados) acaba de ganhar todo o meu respeito após publicar um texto chamado “código de conduta para escrever um post pago”. Se der preguiça de ler tudo, leia apenas a última frase.

Rápidas

    … ou "coisas longas demais para o Twitter mas curtas demais para virar post":

  • Na sexta-feira, voltando de Ribeirão Preto, a bateria do meu iPod estava nos finalmentes, mas durou EXATAMENTE o tempo do vôo. A precisão foi impressionante, ela acabou no instante em que o desembarque começou.
    Depois duvidam que Steve Jobs é Deus…
  • Semana passada só se falava da CES, a badalada feira da Consumer Electronics Association. Os caras do Gizmodo, o blog de gadgets mais visitado da internet, obviamente foram cobrir a feira. Só que eles levaram um TV-B-Gone (um controle remoto universal) e saíram desligando as TVs e projetores dos stands, só de sacanagem.
    A resposta da administração da CES foi simples e direta: O Gizmodo está banido das próximas feiras.
    Moral da história: Existe uma coisa chamada limites, crianças. Passar deles é muito divertido, mas tem consequências.
  • Falando em TVs, enquanto eu fazia compras no Extra aqui do Itaim, passei na parte de eletro e vi algumas TVs exibindo a Globo em alta definição.
    Esse foi meu primeiro contato com a "TV digital" brasileira, e tive medo, muito medo, porque estava passando "A Turma do Didi". Pensa bem: compensa gastar alguns milhares de reais para poder ver melhor a cara de Marcelo Augusto, Jacaré do É o Tchan, o ex-BBB "Bam-bam" e outras personalidades assustadoras?

Retrospectiva 2007

Fui visitar o Esparroman e acabei me lembrando que eu já ia fechando o ano sem retrospectiva. Bem, aí vai:

Janeiro

O grande marco deste mês foi o début de Pavlov na carreira de artista plástico. Custou um par de óculos e um de sapatos, mas, sabe como é, tudo em nome da arte…

Fevereiro

Mês agitado: Pavlov produz a todo vapor – haja mobília. E eu ainda estava trabalhando em Windturn City, onde vivenciei a reunião de trabalho mais sem sentido de toda a minha carreira e fiz uma orgia noturna com formigas, no quarto da hospedaria.

E, num avião, me dedaram pra aeromoça por manter o iPod ligado na aterrisagem.

Março

Março foi tétrico: teve a "Windturn City Logistics Saga" – que envolve Michael Jackson, crianças indo para a escola e um abraço aleatório em frente ao aeroporto de Congonhas. Mas que é engraçada e acabou bem. No entanto teve também a saga do notebook, que é deprimente, me tirou o sono por muitas noites, mas havia acabado bem. Acontece que eu não sabia que não tinha acabado.

Acho que neste mês o melhor foi mesmo o fim do projeto de Windturn City (YES!).

Abril

Abril marcou o início de uma coisa extremamente chata que persistiu (e persiste até agora) durante todo o ano: períodos em casa, sem projetos e sem trabalho. E ainda teve o pior filme nacional de todos os tempos – Ó Paí, Ó.

Maio

Mês amargo – continuei praticamente sem trabalho, em casa. Acho que a única coisa de destaque para maio é um post que fiz sobre as loucas promoções da revista Seleções, que por alguma estranha razão ficou popular no Google e vive recebendo comentários esquisitos.

Junho

Me arrumaram projeto em Belo Horizonte – é o paraíso!

A empolgação foi tanta que surtei e acabei colocando em prática uma idéia antiga: investir pesado no blog e cair de cabeça na blogosfera brasileira. Achei que o momento atual dos blogs brasileiros parecia bom e quis sair da minha ilha, fazer parte da "revolução". Dei um "banho de loja" no site, fiz uma publicidadezinha, procurei participar mais ativamente da cena. Também caprichei nos posts pra melhorar minha visibilidade. Alguns deles, com pequenos "lifehacks" exclusivos, foram bem populares: o das dicas de segurança não convencionais, o de como ligar um notebook e um datashow sem precisar "clonar" as duas telas e aquele das dicas de PowerPoint. Até reeditei o Gambiarra Sound System – que hoje é, de longe, o post com mais visitas.

Julho

O projeto em BH vai bem – até programa de rádio eu gravei. Pavlov, incansável, continua a fazer arte, desta vez com os controles remotos lá de casa.

A idéia de dar um boost no blog continua, com outros posts caprichados, como o dos fones de ouvido ou o das dicas do ex-atendente de call center, por exemplo. A coisa começou a dar frutos. O primeiro deles foi o maior dos elogios – um plágio.

Agosto

Como recordar é viver, fiz uma retrospectiva das 12 coisas mais bizarras que já ouvi no trabalho (com +3 no bonus track e tudo).

Setembro

E o trabalho começou, novamente, a "ralentar" – alternei dias em casa e dias no cliente. Mas teve uma reunião que foi impagável e envolveu, entre outras coisas, a revista Playboy da Mônica Veloso.

Setembro também marcou a volta aos aeroportos, depois de um longo hiato sem viajar. Para inaugurar o retorno, consegui a proeza de perder um vôo por causa de carteira de motorista vencida. E pra completar a urucubaca, o notebook novo começou a morrer.

Outubro

Foi o mês do meu aniversário – onde ganhei uma barata de presente do hotel do Rio e fui obrigado a me dar mais um pequeno regalo: outro notebook, já que o "novo" subiu de vez no telhado.

Também foi o mês onde migrei o Primo pro WordPress e mudei de hospedagem, ainda empolgado com a idéia de investir no blog, idéia esta que atingiu seu ápice quando o BlogCamp MG apareceu no horizonte e começou a esfriar já no "esquenta" para o evento.

E neste mês eu também impliquei abertamente com o trânsito de Belo Horizonte. Mal sabia eu…

Novembro

…que neste mês Bethania ia arrumar um emprego em São Paulo e nós iríamos nos mudar em tempo recorde. Foi assustador, desde a decisão da mudança até nossos móveis estarem todos no apartamento novo passaram-se só uns dez dias.

Por causa da mudança eu perdi o BlogCamp MG. O que acabou sendo ótimo, pois me deu tempo de, finalmente, perceber aonde estava querendo amarrar a minha égua com esse papo de investir no blog: o que eu queria era fazer parte de um universo de gente interessante, que gosta de escrever, que é criativa, que tem idéias legais e que poderia influenciar positivamente a internet brasileira. E o que percebi foi que a blogosfera está altamente contaminada por oportunistas que vêem blogs como um negócio e o exploram ao máximo. Uma "latrina mambembe", como bem definiu o Caio César. Aí cansei e chutei o balde com essa história.

Dezembro

E em dezembro o trabalho, ainda ralentando, me levou pra Brasília, onde conheci o André X, da Plebe Rude. Fora isso eu mal parei na nova casa paulistana direito. E agora, caí novamente num "limbo trabalhista" – sem nenhum novo projeto em vista. Isto tem sido, sem sombra de dúvida, a coisa mais chata do ano.

A Saga do Esquenta

Então, como parte da preparação para o BlogCamp MG que rola em novembro, o pessoal resolveu fazer um "esquenta" – um encontro informal num boteco.

Eu, como estou apostando bastante nessa movimentação dos blogs belorizontinos, não ia perder uma coisa dessas, então fui direto do aeroporto (estava chegando do Rio) para o boteco combinado. Cheguei lá umas 22:30.

Do grupo eu conhecia no máximo duas ou três pessoas "ao vivo", mas fora isso o plano era alguém deixar uma "plaquinha" avisando que aquela mesa era a do BlogCamp. Então eu entrei, olhei, procurei… e nada. Aí fiquei "panguando" na porta do lugar por um tempo, olhando pras mesas, vendo se reconhecia alguém. Entrei no meu email (Deus abençoe o Opera Mini!) para ver se alguém havia mandado alguma mensagem, mudando o lugar do encontro ou avisando que havia sido cancelado. Nada. No Twitter, nada também. Tentei ligar pra Bethania, para dar um "abort mission" e pedir a ela pra me buscar, mas o telefone estava desligado (ela estava vendo uma ópera no Palácio das Artes). Aí, não me sobraram muitas outras opções senão achar o pessoal – isso se eles realmente estivessem reunidos em algum lugar.

Era hora do "plano B" – fui pra frente da Cantina do Lucas (um restaurante próximo que fica dentro do prédio e que é menos barulhento e mais seguro) e liguei para a ÚNICA pessoa do grupo que eu sabia o telefone: Jorge Rocha, o Exu Caveira Cover.

Detalhe que eu nunca havia conversado ao telefone com o cidadão até aquele instante:

– Alô, Jorge?
– Sim…
– Aqui é José Carlos… "O Primo"… tudo bem?
– Fala cara, beleza?
– Tranquilo. Onde você está?
– Uhh… em casa?

E mais uma vez eu estava sem opções de como encontrar o pessoal. Mas, de repente, enquanto os punks e demais criaturas mutantes do Edifício Maletta passavam na minha frente, eu tive um outro lampejo de criatividade e bolei um "plano C" – descobrir o telefone de Esparroman.

Esparroman trabalha na mesma empresa que eu, lê meu blog, eu leio o blog dele, e nós NUNCA nos encontramos ou falamos pessoalmente. Acontece que Michael Jackson (o trainee da época de Windturn City) conhecia Esparroman e uma vez me disse o nome real dele. E Esparroman havia dito, na lista de discussão do BlogCamp, que iria ao "esquenta". Acionei o Opera Mini de novo, fui na extranet da nossa empresa e procurei o telefone dele na lista de contatos. E lá estava o nome dele (que, digamos, era "Eduardo").

– Alô, Eduardo?
– É.
– Eduardo… esparroman?
– É.
– Aqui é O Primo…

Momento épico! E ainda tem a diversão adicional de ver ele narrando este mesmo telefonema no blog dele. Mas no fim das contas descobri que Esparroman também não achou o pessoal no boteco e acabou indo parar em outro bar, com uma amiga.

Bethania continuava com o celular desligado, e eu continuava sem opções de achar o pessoal. Aí resolvi usar a última carta da manga, o "plano D". Eu não queria ter que usar o "plano D" porque ele, bem, geraria um certo desconforto. Mas peguei o telefone e disquei:

– Alô, Norton? Bão?
– Bão…
– Cara, posso te fazer uma pergunta muito esquisita?
– Manda.
– Me passa o telefone da sua ex-namorada..?

Pois é. Renata também tinha dito que ia ao "esquenta". Confesso que liguei pra ela esperando uma resposta do tipo "ah, estou em Sete Lagoas jogando Zelda no meu Wii". E qual não foi a minha surpresa quando ela disse:

– Estou no Redentor com o Bressane.

Bingo – o plano D, a última cartada que eu tinha, funcionou. Fui pro Redentor me encontrar com os dois. Foi bem legal. No fim das contas, pelo que entendi, os dois deram o "esquenta" como fracassado e saíram por conta própria. Naquela altura eu também tinha imaginado que todos haviam dado o bolo em todo mundo e que o "esquenta" sequer tinha acontecido.

Aí, hoje de manhã, começam a chegar os emails na lista do BlogCamp e eu não entendi nada:

"Excelente, deve rolar mais esquentas, a galera se entrosou bem e a conversa rolou solta!"

"Até o Carlos, caladinho aqui na lista apareceu!"

Peraí, o troço rolou? Mas eu não vi ninguém lá! E o comentário no email sobre as plaquinhas foi…

"As plaquinhas duraram só até a garrafa de Anisio chegar na metade, daí pra frente nós acabamos indo parar num mundo paralelo e esquecendo de levar as plaquinhas conosco."

Só esclareci o mistério hoje, depois de chamar Camila no GTalk. Ela me contou que, sim, rolou o "esquenta". Mas como o lugar estava "cheio, abafado e barulhento", eles se mudaram de boteco e foram para a Cantina do Lucas, e lá ficaram até pouco antes das onze da noite.

Lembra do quarto parágrafo deste post? A Cantina do Lucas era o lugar onde fiquei telefonando pro pessoal!

Resumo da ópera: aparentemente, eu cheguei por coincidência no lugar onde o grupo do "esquenta" oficial estava e me desencontrei deles por uma questão de minutos. E, por sorte, encontrei Renata e Bressane no que acabou se tornando um "esquenta paralelo". Maravilha!

Inscrições abertas para o BlogCamp MG

E em novembro vai rolar aqui em Belo Horizonte o primeiro BlogCamp MG.

20071005

O BlogCamp é um encontro de blogueiros no formato “desconferência” – uma conferência sem programação prévia. Quem quiser falar, vai lá e inscreve sua palestra na hora. Assiste e participa quem quiser. É tudo informal e aberto – e, portanto, divertido.

Este formato é famoso na internet e conhecido como BarCamp – assim, “BlogCamp” ficou sendo o BarCamp dos blogueiros. O primeiro BlogCamp brasileiro rolou em agosto, em São Paulo. Vão rolar outros no Rio, em Curitiba, no Ceará e, agora, aqui na terrinha.

Para o evento de Beagá, a coisa é promissora. A Oi Futuro está por trás da divulgação e tem patrocínio do BlogBlogs e do Dinheirama.

Data: 17 e 18/11, sábado e domingo
Horário: 9:30 às 18:00
Local: Oi Futuro – Museu das Telecomunicações – Avenida Afonso Pena, 4001, térreo

Eu, que sempre tive preguiça da web brasileira, já estou inscrito. Essa movimentação atual dos blogueiros brasileiros é uma coisa ímpar que muito me anima.

Aguardem ampla cobertura aqui no blog e “drops” ao vivo via Twitter nos dias do evento.

Momento Ctrl+C

No último fim-de-semana este blog recebeu a maior honra de todas, o maior dos elogios: um plágio. O primeiro plágio de sua história.

O blog de um tal Anselmo (hoje fora do ar, mas na época composto só de posts plagiados) copiou meu post sobre fones de ouvido. Inteirinho. Até as imagens. O post plagiado só foi removido depois que achei o Orkut do salafrário e mandei um scrap pedindo a remoção. O post já saiu do ar, mas guardei um print screen de recordação deste momento lindo…

Print screen do blog com o plágio do post

Sobre sentimentos profundos (e rasos)

Neste blog aqui, neste post aqui:

Eu não tenho fé na humanidade. Acho que a maioria das pessoas se emocionam demais, no sentido hiperbólico da coisa, e sentem muitíssimo pouco, no sentido sentir de verdade. Tudo é um grande circo de emoções e expressões, mas não há profundidade nenhuma. Todos morrem durante um tempo por alguma coisa ou por alguém, e isso dura meses, anos ou nano segundos, mas depois, a maioria muda de canal e segue em frente sem sequer lembrar do acontecido. Logo encontram outra coisa para morrer ou culpar – principalmente culpar – pelos fracassos.

Genial. A única diferença disso com o que eu penso da vida é que eu ainda tenho um restinho de fé na humanidade. Que fica renovada quando eu leio coisas assim, que só fazem lembrar que ainda existe gente que com sensibilidade o suficiente pra perceber o problema.

Reviews aleatórios de blogs randômicos

Lembram que eu fazia isso de vez em quando? A última vez foi em 2003. Bons tempos…

Lulipopi!

Impressões iniciais: Ah, as menininhas e seus blogs flófis… essa chama-se Luiza, tem 15 anos e, como eu, é libriana e belorizontina.

Layout: Hmm, verde, cinza, Lilo & Stitch e linhas pontilhadas estilo “recorte aqui”. É um caso típico de matemática invertida: você soma estilos e o resultado dá zero. Mas pelo menos o layout é caseiro, feito pela própria blogueira.

Conteúdo: Estilo “querido diário” básico, com recadinhos pros amigos e tudo. O duro é o português: “Código da Vince”, “anciosa”, “ultilitários”, etc. Se bem que podia ser em miguxês, então não posso reclamar muito.

Mas continuemos…

“Esse sábado eu fui num churrasco que alguns calouros do CEFET organizaram pra gente poder ir se conhecendo e tals…”

CEFET?? Putz, pontos para a menina. Quem me conhece sabe que, de longe, os melhores 3 anos da minha vida foram passados no meu curso técnico de informática industrial. Tecnicamente eu aprendi muito mais lá do que nos 4 anos de faculdade. E praticamente todos os meus bons amigos vieram de lá. Dois deles são até meus sócios hoje…

Aí você pergunta por que diabos eu dou pontos pra menina só porque ela estuda no CEFET. Bem, o review é meu e eu dou ponto pra quem eu quiser…

“…e não me deixando ir no show da Hilary Duff.. ela sabe q eu amo ela! x}}”

Ok, pontos retirados.

Conclusão: Hmm… tem potencial. Depois do terceiro ano de CEFET aposto que a menina vai estar tinindo. Próximo!

Menininhas…

Impressões iniciais: AGH! Meus olhos!!! É muito rosa!!!!

Layout: Você não está entendendo, é muito rosa mesmo!!!!

Conteúdo: Acho que a melhor forma de resumir o conteúdo do blog é assim: sabe os PowerPoints de fadas que aquela sua tia sem noção manda pro seu email? Pois é.

E… eu já disse que ele é rosa?

Conclusão: Melhor não. Próximo…

EU AMO OS SAPINHOS

Impressões iniciais: Respondo já, assim que parar de pensar em piadas envolvendo doenças venéreas…

Layout: Verde, como os sapinhos. O texto é escrito numa combinação de Times New Roman e – Deus tenha piedade – Comic Sans.

Uma nota, meu caro leitor, minha cara leitora: Comic Sans é uma fonte maléfica. Sabe o diabo? No inferno ele tem um PC, que foi montado pelo Bill Gates em pessoa. Neste PC o Diabo guarda a sua lista de nomes de gente que vai para o inferno. Esta lista é digitada no Word e todos os nomes estão escritos em Comic Sans. Entendeu?

Conteúdo: Bom, logo de cara, no primeiro parágrafo do primeiro post, a autora fica nostálgica ao se lembrar da sessões de, erm, sacanagem que fazia com os amigos em 1998.

“…pois os caras saíam com o saco doendo de tanto beijar peito, bunda, pernas e afins e a mulherada quase se afogava em suas calcinhas, mas PUTARIA q era bom, nada, muito infantil esse tipo de coisinha…”

E aí, pra completar o nonsense…

“…anotava jogo do bicho pra ganhar uma grana, mas fui expulsa depois de quebrar a banca com um bilhete falsificado, o q me rendeu ainda alguns hematomas e alguns dentes a menos, recuperados quando me empreguei numa boca de fumo, mas fiquei muito velha e eles tb me dispensaram, minha carteira profissional é uerro!”

Uau. Essa é pra casar.

O resto dos posts é basicamente a vida da senhorita aí, em noites de pegação desenfreada. Talvez nem sejam verídicos, mas pelo menos são escritos razoavelmente bem. Ou não.

“Bem, invejosas como só de minha beleza de caneta BIC e da minha sensualidade de radinho de pilha, resolveram jogar sal em eu decote… Tudo bem, aceito a brincadeira numa boa… Mas gritei: “Eu sou hiperTENSA, kerélio!”

Conclusão: Melhor não. É um blog “quase” bom, mas que é apoiado num pilar chamado putaria. E este pilar às vezes é bem, ehm, sacana