<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>O Primo &#187; Compras</title>
	<atom:link href="http://www.gebh.net/oprimo/category/compras/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.gebh.net/oprimo</link>
	<description>Desde 2001 fazendo da internet um lugar mais sarcástico.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Jan 2012 23:09:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=</generator>
		<item>
		<title>Bang on the putty pad all day</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2010/06/bang-on-the-putty-pad-all-day</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2010/06/bang-on-the-putty-pad-all-day#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 00:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2010/06/bang-on-the-putty-pad-all-day</guid>
		<description><![CDATA[Nas minhas muitas aulas de bateria (leia-se: Google + YouTube) uma lição ficou bem evidente: estudar rudimentos. Sem parar. Mas como diabos poderia eu praticar quando se trabalha a mais de 1000 km de seu instrumento? Felizmente você não precisa da bateria inteira pra estudar: basta um practice pad, ou “praticável”, ou “trequinho redondo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas minhas muitas aulas de bateria (leia-se: Google + YouTube) uma lição ficou bem evidente: <a href="http://forum.cifraclub.com.br/forum/6/193458/">estudar rudimentos</a>. Sem parar. Mas como diabos poderia eu praticar quando se trabalha a mais de 1000 km de seu instrumento?</p>
<p>Felizmente você não precisa da bateria inteira pra estudar: basta um <em>practice pad</em>, ou “praticável”, ou “trequinho redondo que te dá o feeling de um tambor mas que não faz som”. Então no último sábado saí para procurar algo que eu pudesse usar e que não ocupasse muito espaço na mala. E tive uma grata surpresa.</p>
<p>Meu amigo, minha amiga, apresento-lhes o <strong>Remo Putty Pad</strong>. </p>
<p><a href="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image1.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image_thumb1.png" width="304" height="229" /></a> </p>
<p>“Pô, mas é muito pequenininho esse tambor, não?”. Calma, vai vendo…</p>
<p align="center"><a href="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image2.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image_thumb2.png" width="234" height="177" /></a> <a href="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image3.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image_thumb3.png" width="234" height="177" /></a> </p>
<p><a href="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image4.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/image_thumb4.png" width="404" height="304" /></a> </p>
<p>O Putty Pad é uma massa plástica, semi-rígida. Você tira do potinho, “desenrola” na mesa como se fosse massa de pão e, quando toca em cima, as baquetas repicam exatamente como num tambor.</p>
<p>Isso é a tecnologia a serviço da AWESOMENESS MUSICAL.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2010/06/bang-on-the-putty-pad-all-day/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alesis DM6 Electronic Drum Set&#8230; SUA LINDA.</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2010/05/alesis-dm6-electronic-drum-set-sua-linda</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2010/05/alesis-dm6-electronic-drum-set-sua-linda#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 May 2010 16:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2010/05/alesis-dm6-electronic-drum-set-sua-linda</guid>
		<description><![CDATA[Eu comentei bem rapidamente no post da viagem de férias pra NY que acabei trazendo uma bateria eletrônica na mala. Na época achei que foi uma compra não planejada, mas hoje vi que me enganei. Não foi uma compra por impulso. Foi amor à primeira vista. &#160; Já tive “casos” com vários instrumentos musicais ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu comentei bem rapidamente no <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2010/04/alguns-momentos-da-minha-viagem-de-dez-dias-pelos-eua">post da viagem de férias pra NY</a> que acabei trazendo uma bateria eletrônica na mala. Na época achei que foi uma compra não planejada, mas hoje vi que me enganei.</p>
<p>Não foi uma compra por impulso. Foi <em>amor à primeira vista</em>.</p>
<p>&#160;<a href="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/image.png"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="image" border="0" alt="image" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/image_thumb.png" width="260" height="257" /></a> </p>
<p>Já tive “casos” com vários instrumentos musicais ao longo da vida: quando adolescente, tímido e socialmente inadequado, me eduquei em teoria musical tocando um tecladinho Yamaha (quase um <a href="http://www.cftpa.org/">casiotone for the painfully alone</a>). Depois, achando que era preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, tive uma breve incursão pelas (<em>gasp!</em>) rodinhas de violão. Mas meu conhecimento musical em tais instrumentos nunca passou do nível “engana bem”. </p>
<p>Bastaram apenas alguns segundos em frente à bateria e eu tive certeza que ali estava minha alma-gêmea. </p>
<p><a href="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/image1.png"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/image_thumb1.png" width="184" height="244" /></a> </p>
</p>
<p>Meu primeiro contato com a bateria foi também meu <em>segundo</em> contato com uma bateria de verdade – a última (e única) vez em que havia tocado uma delas foi há <em>mais de uma década</em>, em Sete Lagoas, interior de Minas, quando o Postal Oitenta (extinta banda de uns amigos) ia fazer um show e a bateria que as bandas da noite usariam ficou algumas horas montada no palco – e eu, intrometido, fui lá brincar um pouco. Não me lembro quanto tempo toquei, mas de uma coisa eu não esqueço: do tanto que me dei bem com o instrumento.</p>
<p>Mas na época acabei cismando que ter uma bateria era um luxo inalcançável – basicamente porque é um troço muito grande, caro e que eu só poderia ter se não morasse em apartamento, por causa do barulho. O tempo, os milagres da microeletrônica e o casamento com uma esposa bastante compreensiva foram reacendendo a vontade.</p>
<p>O que mais me fascina na bateria é que eu me sento no banquinho, pego nas baquetas e é tudo <em>natural</em>, é como se eu tivesse apenas que ensinar aos meus músculos o que o cérebro já quer fazer – possivelmente porque passou centenas de milhares de horas com os ouvidos enfiados em fones ouvindo absolutamente tudo que é tipo de ritmo maluco que existe no mundo. Passei anos ouvindo “aulas” de gênios da bateria (como John McIntyre do Tortoise), aprendi sobre ritmos fisicamente impossíveis com os mais “esquizofrênicos” da música eletrônica (Squarepusher, Aphex Twin)&#8230; e, como contra-exemplo, estudei também a ausência de ritmo e a dilatação temporal que a acompanha, ao ouvir os grandes nomes da <em>ambient music</em>. Ou seja, tenho bastante “embasamento teórico”.</p>
<p>O modelo de bateria que comprei permite conectar um MP3 player nela e tocar junto com as músicas. Vocês não tem ideia do quanto isso é divertido: se não fosse a fome, sono ou cansaço eu poderia passar DIAS nessas “jam sessions particulares”. Este exercício tem também outro efeito colateral: os bons bateristas que você já ouviu tornam-se <em>ainda melhores </em>quando você tenta tocar o que eles tocam. “Não é possível, esse cara tem uns quatro braços. Ou uns dois cérebros”, você fica pensando.</p>
<p>Tem pouco mais de um mês que eu trouxe a bateria, e só tenho chance de usá-la aos fins-de-semana, e ainda assim por algumas horas, então tou longe de tocar algo que preste. Mas já dá pra brincar de avacalhar <a href="http://www.verbeat.org/aygn/">músicas dos amigos</a> e pagar mico no YouTube… <img src='http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:dc27b087-c5d3-46ed-b4cb-ace8ce7df9d3" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div id="2a8ddb66-371c-4e42-8881-35afa0df15cc" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;">
<div><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xHund_H0r_4" target="_new"><img src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/videob5fc8bb1a205.jpg" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('2a8ddb66-371c-4e42-8881-35afa0df15cc'); downlevelDiv.innerHTML = &quot;&lt;div&gt;&lt;object width=\&quot;425\&quot; height=\&quot;355\&quot;&gt;&lt;param name=\&quot;movie\&quot; value=\&quot;http://www.youtube.com/v/xHund_H0r_4&amp;hl=en\&quot;&gt;&lt;\/param&gt;&lt;embed src=\&quot;http://www.youtube.com/v/xHund_H0r_4&amp;hl=en\&quot; type=\&quot;application/x-shockwave-flash\&quot; width=\&quot;425\&quot; height=\&quot;355\&quot;&gt;&lt;\/embed&gt;&lt;\/object&gt;&lt;\/div&gt;&quot;;" alt=""></a></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2010/05/alesis-dm6-electronic-drum-set-sua-linda/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como se lia as horas nos anos 80</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/como-se-lia-as-horas-nos-anos-80</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/como-se-lia-as-horas-nos-anos-80#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/como-se-lia-as-horas-nos-anos-80</guid>
		<description><![CDATA[Minha última compra no DealExtreme incluiu: Um mini-adaptador Bluetooth, Um leitor de cartões de memória, Um microfone para notebook e&#8230; Um relógio. Sim, um relógio, daqueles com display retrô estilo &#8220;letreiro de aeroporto das antigas&#8221;. &#160; Confesso que não esperava que a sala da minha casa fosse ser decorada por quinquilharias importadas de Hong Kong, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha última compra no <a href="http://www.dealextreme.com">DealExtreme</a> incluiu:</p>
<ul>
<li>Um <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.11866">mini-adaptador Bluetooth</a>,</li>
<li>Um <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.10316">leitor de cartões de memória</a>,</li>
<li>Um <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.13670">microfone para notebook</a> e&#8230;</li>
<li>Um relógio.</li>
</ul>
<p>Sim, <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.6099">um relógio, daqueles com display retrô estilo &#8220;letreiro de aeroporto das antigas&#8221;</a>.</p>
<p align="center"><img style="margin: 0px" height="320" alt="Rel&oacute;gio &quot;Flip-digit&quot;" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/20080831.jpg" width="400" border="0">&nbsp;</p>
<p>Confesso que não esperava que a sala da minha casa fosse ser decorada por quinquilharias importadas de Hong Kong, mas o relógio é <em>realmente</em> legal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/como-se-lia-as-horas-nos-anos-80/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>HTC S621 &#8211; Primeiras impress&#245;es</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/htc-s621-primeiras-impresses</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/htc-s621-primeiras-impresses#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/htc-s621-primeiras-impresses</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada eu comprei celulares novos pra mim e pra minha esposa, por ocasião do nosso glorioso aniversário de dois anos de casamento. O timing não podia ser pior, considerando que o iPhone 3G está chegando ao Brasil no próximo mês. Mas em Dead Cow City não tem 3G e eu estou preso a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada eu comprei celulares novos pra mim e pra minha esposa, por ocasião do nosso glorioso aniversário de dois anos de casamento.</p>
<p>O <em>timing</em> não podia ser pior, considerando que o iPhone 3G está chegando ao Brasil no próximo mês. Mas em Dead Cow City não tem 3G e eu estou preso a este projeto até o ano que vem, então resolvi me permitir este pequeno regalo.</p>
<p>O escolhido foi um smartphone, o <a href="http://www.htc.com/br/product.aspx?id=18728">HTC S621</a>.</p>
<p align="center"><img style="margin: 0px" height="226" alt="20080819" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/20080819.jpg" width="498" border="0"> <br />(Foto by <a href="http://www.flickr.com/photos/gabofr/1351172748/">Gabofr</a>) </p>
<p>Ele tem teclado QWERTY, Wi-Fi, Bluetooth, câmera de 1.3 megapixels, slot para cartão MicroSD e roda Windows Mobile. Estou muito satisfeito com o aparelho&#8230; e<em> muito insatisfeito </em>com o Windows Mobile. Pra você ter uma idéia:</p>
<ul>
<li><strong>Transferir meus contatos do telefone antigo para o novo foi um tormento</strong>: tive que instalar, a contragosto, um Outlook no notebook para poder sincronizar os contatos do celular, depois o Outlook não quis ler o arquivo vCard com o backup dos meus contatos (e, quando finalmente leu, importou tudo com os acentos bagunçados), depois o ActiveSync deletou os contatos que já estavam no telefone e, por último, fui testar um MSN que vem instalado no telefone e ele jogou <em>todos os contatos do Messenger</em> (incluindo spammers e gente que eu nem me lembro quem é) <em>pra dentro do celular</em>. E eu só consigo deletá-los, um por um, no próprio aparelho&#8230;
<li><strong>Várias configurações só são possíveis alterando, manualmente, o registro do Windows do celular</strong>. Para retirar um bipe incômodo que toca sempre que eu mando discar um número (mesmo no modo silencioso!), só fuçando o registro. E para meu ActiveSync funcionar com o firewall do meu computador, também só com mexida no registro. Super intuitivo né?
<li>E, para o grand finale, <strong>o Windows Mobile NÃO TEM COPIAR/COLAR</strong>. Sim, meu amigo, você leu certo! Pra ter esta funcionalidade, só instalando um programa de terceiros&#8230;</li>
</ul>
<p><strong>P.s.:</strong> Não posso deixar de mencionar meu celular recém-aposentado, <a href="http://www.sonyericsson.com/cws/products/mobilephones/overview/w200i?cc=pt&amp;lc=pt">um Sony Ericsson W200i</a>, que é EXCELENTE: barato, rápido, ótimo <em>software</em>, funcional, versátil e ALTAMENTE RECOMENDADO. Tanto que se mantém no posto de melhor celular que já tive. Fica a dica.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2008/08/htc-s621-primeiras-impresses/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em tempos de indefini&#231;&#227;o, a solu&#231;&#227;o &#233; comprar um teclado</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2008/07/em-tempos-de-indefinio-a-soluo-comprar-um-teclado</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2008/07/em-tempos-de-indefinio-a-soluo-comprar-um-teclado#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 03:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2008/07/em-tempos-de-indefinio-a-soluo-comprar-um-teclado</guid>
		<description><![CDATA[Aquela história de ir pra Espanha me ensinou uma lição: na minha empresa, você só está realmente alocado em um novo projeto no instante em que coloca, fisicamente, os pés no ambiente de trabalho. Digo isso porque ontem eu fui formalmente alocado, desalocado e alocado de novo num projeto, no interior de São Paulo&#8230; No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aquela <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2008/06/o-primos-spanish-project-saga">história de ir pra Espanha</a> me ensinou uma lição: na minha empresa, você só está realmente alocado em um novo projeto no instante em que coloca, fisicamente, os pés no ambiente de trabalho. Digo isso porque ontem eu fui formalmente alocado, desalocado e alocado de novo num projeto, no interior de São Paulo&#8230;</p>
<p>No meio dessa confusão toda eu desencanei, peguei o carro e resolvi que ia passear na rua Teodoro Sampaio, o lugar das lojas de instrumentos musicais em São Paulo. A idéia era só bater perna, mas acabei voltando de lá com um teclado MIDI de segunda mão (e preço justo) debaixo do braço.</p>
<p>O tecladinho é um <a href="http://www.miditech.de/produktee_i2.htm">Miditech i2-Control 25</a>, com duas oitavas, 8 knobs e a escolha de cores mais terrível que já vi: a carcaça é da cor &#8220;cinza que queria ser prateado mas falhou&#8221; e as teclas/botões são azul-calcinha!
<p align="center"><img style="margin: 0px" height="300" alt="20080724" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/07/20080724.jpg" width="400" border="0">
<p align="left">Feiúra por feiúra, combinou direitinho com meu <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2007/10/a-saga-do-notebook-novo-captulo-final">Dell Vostro com cara de colostro</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2008/07/em-tempos-de-indefinio-a-soluo-comprar-um-teclado/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compras do m&#234;s do Primo</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2008/03/compras-do-ms-do-primo-5</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2008/03/compras-do-ms-do-primo-5#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 02:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2008/03/compras-do-ms-do-primo-5</guid>
		<description><![CDATA[Antes, uma explicação: na &#8220;pesquisa Primo de satisfação do leitor&#8221; fiquei sabendo que meus posts sobre os discos que comprei no mês são, de longe, o assunto que todo mundo MENOS gosta. Mas este é o assunto que eu mais gosto de escrever. Assim sendo, cês vão ter que me desculpar. Quem curte (Luiz? Norton? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes, uma explicação: na &#8220;<a href="http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/primeira-pesquisa-primo-de-satisfao-do-leitor">pesquisa Primo de satisfação do leitor</a>&#8221; fiquei sabendo que meus posts sobre os discos que comprei no mês são, de longe, o assunto que todo mundo MENOS gosta. </p>
<p>Mas este é o assunto que eu mais gosto de escrever.</p>
<p>Assim sendo, cês vão ter que me desculpar. Quem curte (<a href="http://luiz.host.sk">Luiz</a>? Norton? <a href="http://garotakunami.blogspot.com/">Renata</a>?), clique no &#8220;Mais &gt;&gt;&#8221; aí embaixo&#8230;</p>
<p><span id="more-7309"></span></p>
<p><strong><u>Caural &#8211; Mirrors for eyes</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080325" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/20080325.jpg" width="155" align="left" border="0"> &#8230;ou &#8220;o disco com a capa mais assustadora dos últimos tempos&#8221;. Sério, eu tenho MEDO desse bicho aí.</p>
<p>Mas o pior é que a capa tem muito a ver com a música: é um orgânico moderno, texturas bonitinhas de harpas, cordas e coisas bonitas misturadas de um jeito meio <em>IDM</em> meio <em>hip-hop</em>, entrecortado e quebrado. Elementos bonitos funcionando pra te deixar assustado e curioso ao mesmo tempo.</p>
<p>O disco tem bastante músicas &#8220;<em>featuring&#8221; </em>(músicos convidados cantando no meio). Normalmente isso é chato, mas &#8220;Transition Suite pt. 1&#8243;, com o <em>rapper</em> Racecar, ficou até boa.</p>
<p><strong><u>yeah NO &#8211; Swell henry</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080325_2" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/20080325-2.jpg" width="155" align="left" border="0"> É jazz moderno. Eu fico preocupado quando gosto de um disco de jazz; sempre achei que jazz seria o estilo para o qual minhas preferências musicais iriam, naturalmente, se deslocar conforme eu fosse ficando mais velho e de saco cheio de &#8220;novidades barulhentas metidas a coisa moderna&#8221;. </p>
<p>Felizmente, por enquanto, o gosto pelas &#8220;novidades barulhentas&#8221; caminha lado a lado com o de jazz. </p>
<p>Mas chega de falar de mim: &#8220;Swell henry&#8221; mistura, na medida certinha, improvisação, instrumentos pouco usuais (flauta, acordeon) e, principalmente, trumpetes e saxofones tocando belos temas. Esse é o forte do disco: o tema de &#8220;Camper giorno&#8221; é o melhor de todos, é uma delícia. O de &#8220;He has a pair of dice&#8221; é uma agradável surpresa porque é surpreendentemente&#8230; simples, quase <em>pop</em>. Os jazzistas metidos à besta teriam vergonha de tocá-lo. E o de &#8220;Kip Files&#8221; se costura com o violão dissonante do fundo para fechar o disco de um jeito genial.</p>
<p><u><strong>Kiln &#8211; Sunbox</strong></u></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080325_3" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/20080325-3.jpg" width="155" align="left" border="0"> A natureza sonora da música eletrônica frequentemente faz os produtores se esquecerem de uma coisa muito importante chamada &#8220;esmero na produção&#8221;. Em alguns gêneros mais amalucados (glitch, IDM, etc) o cara sai jogando <em>samples</em> e barulhinhos a esmo, pensando mais em intensidade do que em qualidade.</p>
<p>O cuidado com os mínimos detalhes sonoros é a coisa boa de &#8220;Sunbox&#8221;. A segunda faixa, &#8220;Ghost&#8221;, é como uma massagem tailandesa nos ouvidos &#8211; especialmente quando ouvida com bons fones de ouvido. É como se um leque absurdamente amplo de texturas exóticas se abrisse de repente pra você admirar. Tudo preciosamente selecionado: sons com seu brilho único e sem disputar espaço uns com os outros.</p>
<p><strong><u>Burial &#8211; Untrue</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080325_4" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/20080325-4.jpg" width="155" align="left" border="0"> Eu li em algum lugar que &#8220;Burial&#8221; era, como o nome indica,&nbsp; música de enterro para o <em>UK garage</em>. Bem, depois de ouvir &#8220;Untrue&#8221; eu garanto que, sim, é música meio fúnebre e, sim, faz referência ao <em>UK garage</em>.</p>
<p>O legal disso é que o resultado final é um som taciturno, urbano e moderno, absolutamente PERFEITO para ouvir tarde da noite, num ônibus ou metrô, em uma metrópole grande, suja e impessoal &#8211; tipo São Paulo, Nova Iorque ou Londres. Em Londres o &#8220;Untrue&#8221; deve soar ainda melhor mas, infelizmente, não estou lá pra testar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2008/03/compras-do-ms-do-primo-5/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curando a saudade das montanhas geladas</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/curando-a-saudade-das-montanhas-geladas</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/curando-a-saudade-das-montanhas-geladas#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 01:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/curando-a-saudade-das-montanhas-geladas</guid>
		<description><![CDATA[No último sábado de manhã acordei cedo, saí de casa e comprei um par de patins. Sim, você leu certo. Comprei um par de patins Powerslide Freeskate Cell 2. Em meu juízo normal eu JAMAIS compraria uma coisa dessas, mas confesso que estou satisfeito com minha nova aquisição. É que, como temos o Ibirapuera aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último sábado de manhã acordei cedo, saí de casa e comprei um par de patins.</p>
<p>Sim, você leu certo. Comprei um par de patins <a href="http://powerslidebrasil.com/inst/produto_fitness.php">Powerslide Freeskate Cell 2</a>.</p>
<p align="center"><img style="margin: 0px" height="159" alt="20080127" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/20080127.jpg" width="535" border="0"> </p>
<p>Em meu juízo normal eu JAMAIS compraria uma coisa dessas, mas confesso que estou satisfeito com minha nova aquisição. É que, como temos o Ibirapuera aqui pertinho de casa, volta e meia a gente leva Pavlov pra passear por lá. Num desses passeios Bethania viu um cara dando aula de patinação debaixo da marquise, se interessou e perguntou se eu faria aulas junto com ela. Como bom marido que sou (e, dado o diâmetro da minha cintura e o grau elevado de sedentarismo), fui junto.</p>
<p>Acontece que andar de patins, para minha surpresa, começou a se mostrar um bom remédio para o que eu chamo de &#8220;dor-de-cotovelo da neve&#8221;, ou seja, a minha <em>paixão incontrolável por esquiar</em>, paixão esta que começou <a href="http://www.gebh.net/oprimo/2005/01/o-primo-esquiando-no-canad-em-cima">quando eu morei no Canadá</a> e, de tão séria, foi a principal razão da<a href="http://www.gebh.net/oprimo/2006/09/lua-de-mel-do-primo_25"> minha lua-de-mel ter sido no Chile</a>. A coisa é tão feia que eu mudo de canal quando vejo gente esquiando na TV, porque a vontade que dá de morar num país com neve fica absurdamente difícil de suportar.</p>
<p>Mas voltando ao Ibirapuera: aula vai, aula vem e eu começo a perceber que os patins tem algumas semelhanças com os esquis: as botas pesadas nos pés, o deslizar com o vento no rosto, as &#8220;remadas&#8221; ritmadas para pegar impulso, a dificuldade pra aprender a fazer as curvas e a parar, tudo é bem parecido&#8230; até a sensação deliciosa de alívio, de quando (depois de algumas horas) você tira os pés doloridos de dentro das botas, é bem igual. Obviamente, uma coisa não substitui a outra mas, como as &#8220;restrições orçamentárias&#8221; da vida paulistana devem me impedir de ver neve por um bom tempo, vou ficar matando a vontade &#8211; e tomando capote &#8211; na marquise do Ibira mesmo.</p>
<p>E quando eu tiver <em>realmente</em> bem, quem sabe não rola até um videozinho no YouTube&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/curando-a-saudade-das-montanhas-geladas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>TOP discos de 2007</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/top-discos-de-2007</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/top-discos-de-2007#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 02:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/top-discos-de-2007</guid>
		<description><![CDATA[Pra mim, 2007 foi um ano bem rico do ponto de vista musical. Ouvi muita coisa nova, descobri muita coisa boa. Mas muita coisa lan&#231;ada em 2007 eu s&#243; estou ouvindo agora, por ocasi&#227;o das in&#250;meras listas de TOP discos que me deixam com &#225;gua na boca, querendo ouvir tudo ao mesmo tempo. Assim, esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra mim, 2007 foi um ano bem rico do ponto de vista musical. Ouvi muita coisa nova, descobri muita coisa boa. Mas muita coisa <em>lan&#231;ada</em> em 2007 eu s&#243; estou ouvindo agora, por ocasi&#227;o das in&#250;meras listas de TOP discos que me deixam com &#225;gua na boca, querendo ouvir tudo ao mesmo tempo. Assim, esse meu TOP ficou um tanto quanto migu&#233;. Mesmo assim, vamos l&#225;:</p>
<p><strong><u>Simian Mobile Disco &#8211; Attack Decay Sustain Release</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080105" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/20080105.jpg" width="155" align="left" border="0" /> De longe, a melhor coisa musical que me aconteceu em 2007. &#201; dan&#231;ante, &#233; divertido, &#233; bem produzido, &#233; original e atropela algumas centenas de lan&#231;amentos de gente que se considera moderninha mas que, no fim, &#233; bem ruinzinha (cof cof LCD Soundsystem cof cof).</p>
<p>Os seis primeiros segundos de &quot;It&#8217;s the beat&quot; s&#227;o suficientes para me dar arrepios, de t&#227;o boa que a faixa &#233;; &quot;Tits and Acid&quot; &#233; tudo que o canastr&#227;o do Fatboy Slim poderia mas n&#227;o fez com sua TB-303. &quot;Hotdog&quot; &#233; pra rir da letra e depois cantar junto, perdendo completamente a no&#231;&#227;o, numa pista de dan&#231;a; e &quot;Hustler&quot; &#233;, sem sombra de d&#250;vida, a m&#250;sica do ano de 2007.</p>
<p>(<a href="http://www.youtube.com/watch?v=c0Bf6YGbc1c">Clique aqui para ver o clipe de &quot;Hustler&quot;</a>)</p>
<p><strong><u>Justice &#8211; &quot;Cross&quot;</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080105_2" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/20080105-2.jpg" width="155" align="left" border="0" /> Esse eu nem comentei aqui antes, pois o disco entrou no p&#225;reo aos 45 do segundo tempo: baixei o disco no final de dezembro, seguindo a sugest&#227;o d<a href="http://www.xdaquestao.blogspot.com/">o blog de Andr&#233; X, o baixista da Plebe Rude</a>. E o diabo do disquinho &#233; <em>simplesmente magn&#237;fico</em> &#8211; a ponto de me deixar em d&#250;vida se o trof&#233;u de &quot;melhor do ano&quot; vai pra ele ou pro Simian Mobile Disco!</p>
<p>Musicalmente, o disco do Justice (que n&#227;o tem nome, s&#243; a cruz na capa, e que o faz ser chamado de &quot;cross&quot;) &#233; mais intenso, mais &quot;rock&quot;, mais &#233;pico, enquanto o do Simian &#233; mais eletr&#244;nico, mais classudo, mais musical. O que &#233; &#243;timo e faz com que terminemos 2007 com duas p&#233;rolas divertid&#237;ssimas, perfeitas para serem ouvidas uma na sequ&#234;ncia da outra.</p>
<p>Em tempo: j&#225; que &quot;Hustler&quot; roubou o t&#237;tulo de m&#250;sica do ano, pelo menos o de <em>videoclipe</em> do ano tem que ir para &quot;D.A.N.C.E.&quot;, a terceira faixa.</p>
<p>(<a href="http://www.youtube.com/watch?v=A8bwZf3vXjg">Clique aqui para ver o clipe de D.A.N.C.E.</a>)</p>
<p><strong><u>Stars Of The Lid &#8211; and Their Refinement of the Decline</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080105_3" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/20080105-3.jpg" width="155" align="left" border="0" /> E, no extremo oposto do Justice e do Simian Mobile Disco, vem isto. &quot;And their refinement&#8230;&quot; &#233; m&#250;sica <em>ambient.</em></p>
<p>O disco &#8211; duplo e com <em>duas horas</em> de dura&#231;&#227;o &#8211; se desenvolve sem pressa. Suas 18 faixas se espregui&#231;am ao longo do tempo, revelando beeem devagar do que s&#227;o feitas. E s&#227;o feitas de uma beleza magn&#237;fica, constru&#237;da sobre harmonias simples mas sempre eficientes. Vocais? Bem, apenas DUAS frases s&#227;o ditas durante todo o disco, em &quot;humectez la mouture&quot;.</p>
<p>O fato de eu ter chegado neste disco &#233; culpa do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=yz9lGux6uy0">The Dead Texan</a>, disco de 2004 que, de t&#227;o bonito, me fez pesquisar e descobrir que seu autor era Adam Witzie &#8211; uma das metades do Stars Of The Lid.</p>
<p>(<a href="http://www.youtube.com/watch?v=4y2kPprBNXM">Clique aqui para ver um &quot;pseudo clipe&quot; de Apreludes in C Sharp Major</a> &#8211; Ignore as imagens, foi um muleque que montou o v&#237;deo)</p>
<p><strong><u>M.I.A. &#8211; Kala</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="150" alt="20080105_4" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/20080105-4.jpg" width="150" align="left" border="0" /> Acho que s&#243; eu consigo gostar de M.I.A&#8230;</p>
<p>Sim, &quot;Kala&quot; &#233; um disco tosco, com capa tosca. Mas a tosquice, o jeit&#227;o meio funk meio &quot;world music&quot; das faixas, os elementos indianos, as letras politizadas (&quot;<em>You think it&#8217;s tought now? Come to Africa!&quot;</em>) e tudo o mais caem <u>muito</u> bem com a bel&#237;ssima voz da diaba da mulher. Pensa bem: n&#227;o existe NENHUM outro estilo musical para o qual a voz de M.I.A. serviria. Ela tinha que cantar <em>exatamente </em>o que canta hoje.</p>
<p>Mesmo quando a produ&#231;&#227;o das faixas atinge n&#237;veis absurdos de tosquice, ao inv&#233;s disto &quot;esvaziar&quot; as faixas, o efeito &#233; o inverso: a voz de M.I.A. brilha ainda mais e m&#250;sicas que tinham tudo pra fracassar (como, por exemplo, &quot;World Town&quot; ou &quot;XR2&quot;) ficam &#243;timas.</p>
<p>(<a href="http://www.youtube.com/watch?v=fZv-G7IISgs">Clique aqui para ver o clipe de Boyz. D&#243;i o olho mas &#233; legal.</a>)</p>
<p><strong><u>Colleen &#8211; Les Ondes Silencieuses</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20080105_5" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2008/01/20080105-5.jpg" width="155" align="left" border="0" /> &quot;Les ondes&quot; &#233;, simplesmente, C&#233;cile Schott &#8211; uma linda mulher francesa, professora de ingl&#234;s de um liceu parisiense &#8211; brincando de tocar violoncelo, viola da gamba, clarinete, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espineta">espineta</a> (um tipo de clavic&#243;rdio) e outras coisas delicadas, como copos de cristal. </p>
<p>Digo &quot;brincando&quot; porque Coleen <u>n&#227;o</u> &#233; proficiente em nenhum destes instrumentos. Ela, inclusive, toca devagar porque n&#227;o sabe toc&#225;-los bem. E isto, que deveria servir de limitador para a m&#250;sica, acaba deixando aflorar melodias de um aspecto muito mais aut&#234;ntico e po&#233;tico. Em &quot;Les Ondes Silencieuses&quot;, n&#227;o s&#227;o as notas que comp&#245;em as m&#250;sicas, e sim os <em>espa&#231;os</em> entre elas. O foco n&#227;o &#233; produzir melodias bonitas, e sim <em>naturais</em>, fruto de uma explora&#231;&#227;o de como soa o instrumento, ao inv&#233;s do que &#233; poss&#237;vel fazer com ele.</p>
<p>(N&#227;o tem clipe deste disco, mas tem o de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_ctVdz5ooFk">&quot;I&#8217;ll read you a story&quot;, do disco anterior dela, que &#233; absolutamente lindo</a>)</p>
<p><strong><u>Algumas observa&#231;&#245;es adicionais</u></strong></p>
<ul>
<li>O novo do Of Montreal, chamado &quot;Hissing fauna, are you the destroyer&quot;, possivelmente estaria nesta lista. S&#243; que n&#227;o tenho mais cr&#233;ditos para compr&#225;-lo na eMusic, a&#237; optei por esperar. </li>
<li>O do Panda Bear, que eu ouvi logo que foi lan&#231;ado, que aparece na lista de <a href="http://www.emusic.com/lists/showlist.html?nickname=emusicstaff&amp;lid=25803040&amp;p=1">melhores da eMusic</a> e &#233; campe&#227;o da <a href="http://www.pitchforkmedia.com/article/feature/47446-staff-list-top-50-albums-of-2007">lista do Pitchfork</a>, tamb&#233;m deveria estar a&#237;, mas&#8230; sei l&#225;. </li>
<li>O do Battles eu tamb&#233;m s&#243; estou ouvindo agora, e me parece <em>realmente</em> bom. </li>
<li>N&#227;o, n&#227;o d&#225; pra gostar do LCD Soundsystem. N&#227;o sei o que as pessoas v&#234;em nesses caras. E o &quot;In Rainbows&quot; do Radiohead &#233; at&#233; legal, mas nem de longe &#233; um dos melhores de 2007. </li>
<li>Vale mencionar as coisas boas lan&#231;adas em outros anos mas que descobri s&#243; em 2007, como por exemplo: Girl Talk, Asobi Seksu, Lemon Jelly, OOIOO, The Dead Texan e Laura. </li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2008/01/top-discos-de-2007/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compras do m&#234;s d&#8217;O Primo</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2007/12/compras-do-ms-do-primo-4</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2007/12/compras-do-ms-do-primo-4#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 01:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[eMusic]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2007/12/compras-do-ms-do-primo-4</guid>
		<description><![CDATA[Esse m&#xEA;s quase n&#xE3;o deu pra fazer esse post, por causa da mudan&#xE7;a. Como de costume, tudo comprado na eMusic, exceto o cabe&#xE7;a-de-r&#xE1;dio. E n&#xE3;o, eu n&#xE3;o ganho jab&#xE1; da eMusic nem nada. Sou apenas um cliente feliz. Simian Mobile Disco &#8211; Attack Decay Sustain Release Este disco gira na esfera daquela modinha chata de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse m&#xEA;s quase n&#xE3;o deu pra fazer esse post, por causa da mudan&#xE7;a. </p>
<p>Como de costume, tudo comprado na <a href="http://www.emusic.com">eMusic</a>, exceto o cabe&#xE7;a-de-r&#xE1;dio. E n&#xE3;o, eu n&#xE3;o ganho jab&#xE1; da eMusic nem nada. Sou apenas um cliente feliz.</p>
<p><strong><u>Simian Mobile Disco &#8211; Attack Decay Sustain Release</u></strong></p>
<p><img id="id" style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20071204" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/20071204.jpg" width="155" align="left" border="0" /> </p>
<p>Este disco gira na esfera daquela modinha chata de lan&#xE7;amentos meio &quot;electro&quot; meio &quot;new rave&quot;. Entretanto, meus amigos&#8230; ele &#xE9; um dos melhores discos do ano de 2007.</p>
<p>Lembram de 1996, quando o Daft Punk lan&#xE7;ou o &quot;Homework&quot;, aquele disco que n&#xE3;o tinha nada de mais, que havia sido produzido no quarto dos caras, mas que era absurdamente bom e virou um cl&#xE1;ssico? O A.D.S.R. &#xE9; bastante parecido: n&#xE3;o tem nenhuma firula de produ&#xE7;&#xE3;o, n&#xE3;o usa sintetizadores supermodernos, n&#xE3;o tem vocalistas maravilhosas cantando letras po&#xE9;ticas nem nada. Mas &#xE9; aut&#xEA;ntico, &#xE9; energ&#xE9;tico, &#xE9; cru e vibrante como h&#xE1; muito tempo n&#xE3;o se ouvia. </p>
<p>Chega a dar pena a compara&#xE7;&#xE3;o do Simian Mobile Disco com o resto das bandas da ondinha modernosa &quot;electro new rave&quot;, que se levam muito &#xE0; s&#xE9;rio e fazem um esfor&#xE7;o sobre-humano para soarem divertidas e parecerem <em>cool</em> &#8211; e falham miseravelmente ao fazer m&#xFA;sica prepotente e artificial. &#xC9; justamente este o erro que o Simian Mobile Disco <u>n&#xE3;o</u> comete e que o coloca anos-luz &#xE0; frente dos seus compatriotas de g&#xEA;nero.</p>
<p>&quot;Hustler&quot;, a faixa 4, &#xE9;, de longe, a melhor m&#xFA;sica que ouvi este ano. Tanto que devo t&#xEA;-la ouvido umas duas ou tr&#xEA;s vezes s&#xF3; enquanto escrevia este post. E, segundo meu iTunes, mais umas vinte vezes desde que comprei o disco. E &quot;Hustler&quot; n&#xE3;o tem <em>absolutamente nada de mais</em>: bateria, texturas &#xE1;cidas e uma menina contando (nem &#xE9; cantando) algo sobre roubar discos de uma loja. Mas funciona de um jeito que chega a dar arrepios &#8211; literalmente. Os clipes de &quot;Hustler&quot; (tem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=V6-anJ5bGrY">duas</a> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=c0Bf6YGbc1c">vers&#xF5;es</a>) n&#xE3;o deixam por menos e s&#xE3;o imperd&#xED;veis. Destaque tamb&#xE9;m para &quot;Hotdog&quot;, cuja letra imbecil acaba ficando divertid&#xED;ssima, e &quot;It&#8217;s the beat&quot;, que vai te ganhar nos cinco primeiros segundos.</p>
<p><u><strong>Radiohead &#8211; In Rainbows</strong></u></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20071204_3" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/20071204-3.jpg" width="155" align="left" border="0" /> Pois &#xE9;. Eu fui uma das raras pessoas que <em>pagou</em> pelo In Rainbows. E confesso que foi uma das <u>piores</u> compras do m&#xEA;s.</p>
<p>Ok, neste momento eu tenho certeza que suas sobrancelhas subiram e/ou o queixo caiu. Talvez at&#xE9; minha m&#xE3;e tenha sido xingada. Ent&#xE3;o vou medir muito bem as palavras que escreverei daqui pra frente, mas conto com voc&#xEA; pra l&#xEA;-las com aten&#xE7;&#xE3;o e sem preconceitos.</p>
<p>Observe que eu n&#xE3;o disse que o &quot;In Rainbows&quot; &#xE9; ruim &#8211; de fato, ele &#xE9; muito melhor do que o que anda sendo produzido pelo mundo. Mas o Radiohead n&#xE3;o &#xE9; uma bandinha iniciante: eles tem uma carreira s&#xF3;lida, uma puta reputa&#xE7;&#xE3;o (desculpe a cacofonia) e um hist&#xF3;rico de lan&#xE7;amentos que inclui cl&#xE1;ssicos de renome, como o &quot;OK Computer&quot; e o &quot;Kid A&quot;. Assim sendo, &#xE9; natural que as expectativas para uma banda do cacife do Radiohead sejam, naturalmente, altos. O que se espera de um disco de uma grande banda &#8211; seja o segundo, o s&#xE9;timo ou o d&#xE9;cimo nono disco &#8211; &#xE9; que ele apresente uma <em>evolu&#xE7;&#xE3;o</em> da m&#xFA;sica que a banda produz &#8211; mesmo que o disco n&#xE3;o seja melhor que o anterior.</p>
<p>Considere, por exemplo, o Sonic Youth. Thurston Moore n&#xE3;o tem mais seus vinte-e-poucos anos. Kim Gordon j&#xE1; &#xE9; mam&#xE3;e. Lee Ranaldo hoje &#xE9; um tioz&#xE3;o. Mas o som do Sonic Youth continua decidido a andar por caminhos diferentes e a buscar novidades. A raiz de experimentalismo dada&#xED;sta da &#xE9;poca do &quot;Confusion is Sex&quot; foi se refinando at&#xE9; ficar quase pop com o &quot;Dirty&quot;, depois mel&#xF3;dica-desafinada em &quot;Washing Machine&quot;, depois psicod&#xE9;lica e progressiva em &quot;Sonic Nurse&quot; e depois rock&#8217;n roll como-nos-velhos-tempos em &quot;Rather Ripped&quot;. O Sonic Youth tem uma alma fixa e um corpo diferente a cada &quot;encarna&#xE7;&#xE3;o&quot; em forma de disco &#8211; e, pra mim, essa &#xE9; a caracter&#xED;stica mais marcante de uma boa banda.</p>
<p>Acontece que, no caso do Radiohead, a sequ&#xEA;ncia de inova&#xE7;&#xE3;o, de renova&#xE7;&#xE3;o que come&#xE7;ou na dupla &quot;Kid A/Amnesiac&quot; come&#xE7;ou a se perder no &quot;Hail to the thief&quot;. E a&#xED; veio o &quot;In Rainbows&quot;, que, sonoricamente, parece <em>n&#xE3;o pertencer a lugar nenhum</em> dentro da linha do tempo do Radiohead. As m&#xFA;sicas parecem ocas. Algumas faixas se ap&#xF3;iam apenas na voz de Thom Yorke, que, convenhamos, n&#xE3;o &#xE9; nenhuma Bj&#xF6;rk. E a produ&#xE7;&#xE3;o, espartana, faz escolhas esquisitas como em &quot;Faust Arp&quot; &#8211; o que diabos aquelas cordas est&#xE3;o fazendo ali? E que viol&#xE3;o estilo &quot;Garth Brooks&quot; &#xE9; aquele?</p>
<p>Por isso, &#xE9; com muita pena que eu digo que o In Rainbows &#xE9; o Radiohead em um de seus piores momentos. &#xC9; uma pena mesmo, considerando o contexto inovador do lan&#xE7;amento e a repercuss&#xE3;o que teve. Pudesse eu pagar pelo disco <em>depois</em> de ouv&#xED;-lo e eu n&#xE3;o pagaria nem a metade do que paguei.</p>
<p><strong><u>Harmonic 33 &#8211; Extraordinary People</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20071204_4" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/20071204-4.jpg" width="155" align="left" border="0" />Viagens hip-hop inspiradas em soundtracks de antigamente, com uma levada sossegada, samples &quot;amigos&quot; e um eventual clima retr&#xF4; para acompanhar. At&#xE9; sua v&#xF3; poderia gostar de &quot;Extraordinary People&quot; &#8211; e, n&#xE3;o, isto n&#xE3;o &#xE9; uma ofensa. Pelo contr&#xE1;rio!</p>
<p>Aparentemente o Harmonic 33 pertence ao time de bandas como o Nightmares on Wax ou o Lemon Jelly, que fazem discos para descansar as pessoas musicalmente, er, &quot;ousadas&quot;. O &quot;Extraordinary People&quot; &#xE9; uma massagem para os ouvidos estropiados com texturas dissonantes, contrastes exagerados e outras esquisitices. Desce macio e reanima.</p>
<p>E, por incr&#xED;vel que possa parecer, Mark Pritchard e Dave Brinkworth, os produtores do disco, N&#xC3;O s&#xE3;o dois neg&#xF5;es.</p>
<p><strong><u>Kavinsky &#8211; 1986</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20071204_2" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/20071204-2.jpg" width="155" align="left" border="0" /> Este EP segue o mesmo caminho despretensioso do Simian Mobile Disco, com a diferen&#xE7;a de que soa mais anos 80, mais m&#xFA;sica de videogame &#8211; o que fica &#xF3;bvio j&#xE1; a partir da capa. </p>
<p>&#xC9; uma f&#xF3;rmula batida, eu sei, mas funciona que &#xE9; uma beleza. Os &#xFA;nicos pecados deste disco s&#xE3;o seu tamanho e a similaridade um pouco exagerada com o Daft Punk das antigas. Afinal, uma coisa &#xE9; us&#xE1;-los como inspira&#xE7;&#xE3;o, outra &#xE9; us&#xE1;-los como&#8230; bem, <em>muita </em>inspira&#xE7;&#xE3;o.</p>
<p>Destaque para &quot;Grand Canyon&quot;, que parece ter sido tirada diretamente de uma propaganda do Commodore 64.</p>
<p><strong><u>Telefon Tel Aviv &#8211; Fahrenheit Fair Enough</u></strong></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="155" alt="20071204_5" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/20071204-5.jpg" width="155" align="left" border="0" /> Em Fahrenheit Fair Enough, o nome de disco mais dif&#xED;cil de digitar que existe, o Telefon Tel Aviv fez algo que poderia ser resumido como &quot;caprichado&quot;. </p>
<p>As m&#xFA;sicas transitam numa faixa bem no meio do digital e do anal&#xF3;gico, compondo um eletr&#xF4;nico &quot;des-artificializado&quot;, mel&#xF3;dico. Texturas ac&#xFA;sticas, &quot;normais&quot;, navegando entre batidas digitalescas que &#xE0;s vezes parecem estar prestes a ter um ataque de nervos &#8211; mas numa boa, sem perder a pose.</p>
<p>O resultado &#xE9; um disco que, apesar de &#xE0;s vezes pegar emprestada a dislexia e a falta de coordena&#xE7;&#xE3;o de alguns g&#xEA;neros de m&#xFA;sica eletr&#xF4;nica (leia-se IDM), acaba produzindo faixas ricas, narrativas, concisas. Como &quot;John Thomas on the Inside Is Nothing But Foam&quot; que, de t&#xE3;o bem concebida, parece uma m&#xFA;sica do Tortoise.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2007/12/compras-do-ms-do-primo-4/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compras do m&#234;s d&#8217;O Primo</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2007/10/compras-do-ms-do-primo-3</link>
		<comments>http://www.gebh.net/oprimo/2007/10/compras-do-ms-do-primo-3#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 19:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[eMusic]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gebh.net/oprimo/2007/10/compras-do-ms-do-primo-3</guid>
		<description><![CDATA[Chegou o post que Luiz adora, onde o André só vê as capinhas dos discos e o resto do pessoal passa direto. Fora o último disco, todo o resto foi comprado na eMusic. Cês viram o Radiohead e o Nine Inch Nails chutando a bunda das gravadoras, né? Pois é. Tou te falando. Daqui a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou o post que <a HREF="http://luiz.host.sk">Luiz</a> adora, onde o André só vê as capinhas dos discos e o resto do pessoal passa direto.</p>
<p>Fora o último disco, todo o resto foi comprado na <a HREF="http://www.emusic.com">eMusic</a>. Cês viram o Radiohead e o Nine Inch Nails chutando a bunda das gravadoras, né? Pois é. Tou te falando. Daqui a uns 10 anos vocês vão estar todos comprando MP3 online como eu.</p>
<p>Clique nas capas dos discos para visitar a página correspondente na eMusic e dar uma sacada nas amostras das músicas. Ou clique no &#8220;play&#8221; abaixo:</p>
<p><script SRC="http://images.del.icio.us/static/js/playtagger.js" TYPE="text/javascript"></script><a HREF="primopodcast003.mp3">Podcast do Primo 03 &#8211; Compras do mês de setembro</a></p>
<p><em>Tracklist</em><br />
1) Manual &#8211; A.M. (0:00 &#8211; 2:12)<br />
2) Proem &#8211; Sputterfly (2:12 &#8211; 4:03)<br />
3) Farben &#8211; Beautone (4:04 &#8211; 6:15)<br />
4) Isotope 217 &#8211; Looking after life on mars (6:16 &#8211; 9:00)<br />
5) Oval &#8211; <em>faixa 8, sem título</em> (9:01 &#8211; 10:31)<br />
6) Worm is Green &#8211; Love will tear us apart (10:32 &#8211; 12:47)</p>
<p><u><strong>Manual &#8211; Ascend</strong></u></p>
<p><a HREF="http://www.emusic.com/album/Manual-Ascend-MP3-Download/10955255.html"><img BORDER="0" ALIGN="left" WIDTH="155" SRC="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/10/20071022.jpg" ALT="Manual - Ascend" HEIGHT="155" STYLE="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px" ID="id" /></a> Definição rápida para o som de Manual: é um <a HREF="http://www.emusic.com/artist/Proem-MP3-Download/10568580.html">Proem</a> com guitarras e violões. Só que, possivelmente, só eu conheço Proem por aqui.</p>
<p>Portanto, detalhando, Manual é um eletrônico metade <em>ambient</em> e metade <em>IDM &#8220;</em>alto-astral&#8221;. É um <a HREF="http://www.emusic.com/artist/Lemon-Jelly-MP3-Download/11532748.html">Lemon Jelly</a> sem vocais, com menos <em>groove</em>, mais <em>reverb</em> e mais sobriedade. A ilustração da capa é proposital, pois é o clima geral das músicas: um fim-de-tarde musical bastante sossegado.</p>
<p>Pela sua característica <em>ambient</em>, Manual não aprofunda muito a complexidade ao longo das faixas e, portanto, rende melhor como música de fundo (aquela que você coloca pra trabalhar ou ler).</p>
<p>Uma observação adicional: na minha ida ao <a HREF="http://www.festivaldeartedigital.com.br/">FAD</a> tive a grata surpresa de descobrir o <a HREF="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&amp;friendid=155745056">Janete &amp; Claire</a>, <em>duo</em> mineiro que faz um som bem na linha Proem/Manual. Bateu um orgulho &#8220;roots&#8221; ao ouví-los <img src='http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Vale a conferida.</p>
<p><strong><u>Proem &#8211; A Permanent Solution</u></strong></p>
<p><a HREF="http://www.emusic.com/album/Proem-A-Permanent-Solution-MP3-Download/11038294.html"><img BORDER="0" ALIGN="left" WIDTH="155" SRC="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/10/20071022-2.jpg" ALT="20071022_2" HEIGHT="155" STYLE="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px" ID="id" /></a> Depois do Socially Inept, que é uma jóia, eu <em>tinha </em>que ouvir mais alguma coisa do Proem. Mas antes uma explicação técnica:</p>
<p>Pode-se separar discos em duas categorias distintas: os &#8220;glower&#8221; e os &#8220;grower&#8221;. Os &#8220;glower&#8221; (do inglês &#8220;glow&#8221;, brilhar) são os que te pegam na primeira audição e você adora e ouve até enjoar. Por outro lado, os &#8220;grower&#8221; (do inglês &#8220;grow&#8221;, crescer) não dão aquele estalo logo na primeira audição &#8211; muitos até parecem ruins da primeira vez. Mas conforme o tempo passa você percebe que o disco vai, gradativamente, ficando bom.</p>
<p>Confesso que o <em>A Permanent Solution</em> ainda está &#8220;crescendo&#8221; em mim (puta frase gay essa, viu). Mas o que já posso afirmar em relação ao disco é que ele não desenvolve idéias muito diferentes do <em>Socially Inept</em>, tornando-se, portanto, &#8220;mais do mesmo&#8221;. A diferença mais marcante é uma nota adicional de introspecção, aparente em faixas sem batida que usam instrumentos leves e analógicos (piano, flauta, etc.), introspecção esta que, conforme o final do disco vai chegando, fica um pouco auto-indulgente demais.</p>
<p><strong><u>Farben &#8211; Textstar</u></strong></p>
<p><a HREF="http://www.emusic.com/album/Farben-Textstar-MP3-Download/10928687.html"><img BORDER="0" ALIGN="left" WIDTH="155" SRC="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2007/10/20071022-3.jpg" ALT="20071022_3" HEIGHT="155" STYLE="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px" ID="id" /></a> Se você não é DJ, deve concordar comigo que a melhor forma de consumir techno é em sets mixados por um DJ. As faixas soam muito melhor coladas entre si, numa sequência infinita de transições de texturas sobre batidas bem marcadas. Afinal de contas elas foram <em>feitas</em> pra isso.</p>
<p>Só que de vez em quando aparece alguém que faz um disco <em>multi-utilidade</em>, servindo tanto pra colar num mix e ser dançado quanto para ouvir quietinho, sentado num sofá. É o caso de Textstar, do prolífico produtor Jan Jelinek.</p>
<p>Jelinek parece entender mais do que ninguém a razão do <em>minimal techno</em> ser tão bom: a sua característica analítica, de mostrar mais conteúdo e sofisticação com cada vez <em>menos</em> som. E ele parece entender também o porquê do <em>techno</em> propriamente dito ser bom: a música tem que ter um caráter, uma idéia, uma atmosfera que a coloque acima do tuntistum tradicional. <em>Textstar</em> &#8211; lançado apenas em CD, coisa rara para produtores de techno &#8211; tem tudo isso em abundância.</p>
<p>Outros discos comprados mas que não vou reviewzar com tanto detalhe:</p>
<p><strong><a HREF="http://www.emusic.com/album/Isotope-217-Utonian-Automatic-MP3-Download/10826046.html">Isotope 217 &#8211; Utonian Automatic</a></strong> &#8211; Comprei porque é da Thrill Jockey e é de uma banda &#8220;irmã&#8221; do Tortoise. O &#8220;Utonian Automatic&#8221; contém a mesma alma de jazz e toda a parte de &#8220;guitarras pós-rock&#8221; que o Tortoise usou no <em>TNT</em> e no <em>Standards</em>. Se você não suporta esse tanto de eletrônicos que eu fico colocando aqui, vá de Isotope. Mas passe antes pelo Tortoise.</p>
<p><strong><a HREF="http://www.emusic.com/album/Oval-Ovalcommers-MP3-Download/10826583.html">Oval &#8211; Ovalcommers</a></strong> &#8211; A grande vantagem do Ovalcommers é que ele parece muito com <a HREF="http://www.gebh.net/oprimo/2007/03/grandes-discos-da-coleo-do-primo">&#8220;So&#8221;</a> &#8211; feito pelo Markus Popp (Oval) e Eri (Microstoria), e que é um dos melhores discos da minha coleção. Mas, alto lá: se você não for um &#8220;iniciado&#8221; em bizarrices eletro-acústicas vai achar o Ovalcommers &#8220;um monte de barulho&#8221; e o So &#8220;um monte de barulho&#8221;. Já eu definiria o monte de barulho como &#8220;um delicioso paradigma musical&#8221;.</p>
<p><strong><a HREF="http://www.emusic.com/album/Worm-Is-Green-Automagic-MP3-Download/10826773.html">Worm is Green &#8211; Automagic</a></strong> &#8211; É melancolia eletrônica entremeada por belos vocais femininos. E ainda tem um cover de &#8220;Love will tear us apart&#8221; que é de chorar.</p>
<p><strong><a HREF="http://www.bbrothers.net/servicios/bios/cesardm.htm">Cesar de Melero &#8211; Clap your hands vol. 2</a></strong> &#8211; Bethania esteve na Europa mês passado e, ao passar pela Espanha, não conseguia decidir o que trazer para mim de lembrança. Aí entrou numa loja de CDs e decidiu trazer pra mim a coisa mais esquisita que encontrasse. É por isso que eu amo minha esposa <img src='http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Cesar de Melero é um DJ, e &#8220;Clap your Hands&#8221; é um CD duplo mixado. E eu não sei definir que diabo de música esse cara mixou. Parece &#8220;disco house de brincadeirinha&#8221; &#8211; as músicas parecem saídas diretamente dos anos 80, tem aquela cara de amadoras, os vocais são simplinhos, as letras cantadas são óbvias (&#8220;move your feet, get on the dance floor&#8221;, etc) e o nome dos artistas das faixas mixadas são&#8230; er, bem, veja só, temos &#8220;DJ Weight Problem&#8221;, &#8220;Frank Chickens&#8221;, &#8220;El General&#8221;, &#8220;Manu Dibango&#8221; e por aí vai. Tem como não gostar de um disco desses?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gebh.net/oprimo/2007/10/compras-do-ms-do-primo-3/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

