Eu, radioativo

Sério mesmo, é a única explicação para o fato de que todos – eu disse TODOS – os eletro-eletrônicos que uso no meu dia-a-dia terem dado algum pau este ano. No começo do ano foi o iPhone e o notebook. E a lista só aumenta:

  • O notebook que comprei pra substituir o Vostro (um Asus U50F) tem o bizarríssimo problema de trocar a data do sistema aleatoriamente. Eu ligo o notebook e de repente ele está “de volta para o futuro”, achando que hoje é 12 de dezembro ou algo assim. Já a hora está sempre certa (o que, somado com o fato do notebook ser novo, descarta a chance de ser problema de bateria CMOS fraca). Passei MESES brigando com o suporte da Asus por conta disso. Me mandaram umas três versões diferentes de update de BIOS e ainda assim não adiantou. E não posso usar a garantia, que só é válida nos EUA, onde comprei o bendito computador…
  • Até minha mui amada bateria está com um problema chamado “crosstalk”, típico de baterias eletrônicas, que é quando você bate em dois tambores ao mesmo tempo, a vibração de um tambor interfere no outro e um deles falha. O duro é que no meu caso o crosstalk é entre a caixa (snare) e o chimbau (hi-hat), que é o que mais se bate ao mesmo tempo. Tentei atualizar o firmware da bateria, mudei a posição do chimbau e da caixa umas quinhentas vezes, mas não adiantou.
  • E tem também um problema de “crosstalk” entre meu iPhone e o notebook. Das duas vezes em que fui atualizar o sistema operacional do telefone este ano, em ambas eu terminei tendo que “formatar” o telefone inteirinho porque a atualização deu pau e o telefone se corrompeu todo. Fora que a sincronização do telefone com o iTunes vive dando pau e parando de funcionar. Perdi meu fim de semana passado INTEIRO tentando consertar esse problema, e só depois de mais DOIS “full restore” no telefone, QUINZE desinstalações/reinstalações do iTunes e OITENTA reboots no notebook depois, consegui fazer a sincronização voltar a funcionar – mas só em uma das três portas USB do computador. E com o mouse desconectado.
  • Até no trabalho minha radioatividade está positiva e operante: outro dia fui fazer uma reunião com o “comitê de estratégia” do cliente – ou seja, só gente importante na sala – e o datashow queimou no meio da apresentação. Daí marcaram a reunião seguinte do comitê via audioconferência, e na véspera o aparelho de conference call também queimou.

Pra piorar, agora estou com um novo projeto em Fortaleza, o que implica em vááárias horas de voo toda vez que tenho que ir pra lá. Por precaução, vou me sentar sempre longe da turbina…

O dia em que o resto do meu mundo tecnológico se desfez.

Primeiro foi o iPhone. Agora, sabe meu notebook, o Vostro, que rima com colostro? Morreu também, no começo do mês. Aparentemente a placa-mãe fritou.

Assim, os dois aparelhos eletrônicos que mais uso morreram num período de menos de 45 dias. Estou com fortes suspeitas de que me tornei radioativo ou coisa parecida.

Ao contrário do telefone, o notebook já não está mais na garantia. E sem garantia o atendimento da Dell fica aproximadamente trinta vezes PIOR do que uma operadora de celular quando você tenta entrar em contato com eles pra usar a assistência técnica. E não existem peças da Dell no mercado, er, “alternativo”.

“Grandscoisa, ficar sem computador”, alguns podem estar pensando. Acontece que o notebook é a minha ferramenta para absolutamente tudo. É o alfa e o ômega, é o caminho, a verdade e a vida e o universo e tudo o mais. Para vocês entenderem o impacto disso na minha rotina, vou descrever brevemente como é um dia típico da minha semana:

  • Acordar, guardar o notebook na mochila e ir trabalhar.
  • Ao chegar no trabalho a primeira coisa que faço é tirar o notebook da mochila e usá-lo o dia todo para emails, planilhas, apresentações, documentos, relatórios. Todos os meus arquivos de trabalho ficam nele.
  • No fim do dia, guardar o notebook na mochila e levá-lo pro hotel.
  • Ao entrar no quarto do hotel a primeira coisa que faço é ligar de novo o notebook, dessa vez para feeds, blogs, Twitter, internet, downloads, conversar com a digníssima esposa no Skype, pagar uma ou outra conta no site do banco, estudar coisas sobre gerenciamento de projetos, ouvir/fazer/baixar música, escrever aqui no blog e mais uma infinidade de coisas. Eu normalmente janto em frente ao computador. Eu passo semanas INTEIRAS sem sequer ligar a TV do hotel.
  • Quando o sono bate, eu desligo o notebook e vou dormir.

Agora tente ler o texto acima sem as partes onde eu uso o notebook. Não dá, né? Pois é.

“Então por que você não compra outro?”, você se pergunta. E é aí que reside o único lance de sorte de toda essa história: Desde o final do ano passado eu já estava planejando gastar minhas muitas milhas aéreas e ir visitar as terras de Barack Obama, e minha partida acontecerá daqui a mais ou menos um mês – e o soco financeiro no rim ao comprar eletrônicos no exterior é uns 50% mais ameno do que no Brasil. O chato é aguentar a abstinência computacional até lá…

O dia em que o campo de distorção da realidade se desfez

iphone
(by ~turunchuQ)

Em março desse ano, quando resolvi que meu próximo telefone seria um iPhone, toda aquela gozação com o quão fanáticos são os adeptos de produtos da Apple passou a fazer sentido. Porque a maioria dos usuários são, sim, meio fanáticos. E são fanáticos porque, sim, os produtos Apple são absurdamente melhores do que a grande maioria das coisas que existe no mercado.

Não é atoa que o iPhone é um ícone cultural da última década. Ele é, de longe, o melhor gadget que já tive. Meus últimos nove meses com ele foram espetaculares. Durante o dia de trabalho ele mantinha minha agenda de (muitas) reuniões organizada: os convites de reunião do Outlook caíam no meu Gmail, iam parar no Google Agenda e eram automaticamente sincronizados com o telefone. Por várias vezes os mapas e o GPS integrado foram o que me orientou nas ruas ainda desconhecidas de São Paulo – e as informações de trânsito em tempo real me salvaram de vários engarrafamentos. Com o iPhone eu me mantinha permanentemente conectado via email, web e Twitter – mesmo numa rotina de viagens constantes, sem internet no cliente e com a conexão noturna miserável do hotel. O iPhone era o “modem 3G” do meu notebook (via tethering). Era meu passatempo quando o voo atrasava. Era o lugar onde eu sempre achava fotos malucas borradas que meu irmãozinho tirou enquanto brincava com o telefone. Era meu “placar eletrônico instantâneo” quando estávamos no boteco e meus amigos queriam saber se o Galo estava ganhando de quanto o Galo estava perdendo. Era minha lista telefônica, meu music player, minha câmera fotográfica.

Até que na última quarta-feira eu recebi um telefonema do meu pai e, enquanto conversávamos, a ligação caiu, o telefone perdeu o sinal da operadora e ele não voltou mais. Então tentei reiniciar o telefone e recebi a mensagem que anunciava o princípio do fim:

Restauração necessária: o iPhone não pode realizar ou receber ligações. Faça a restauração do iTunes. www.apple.com/support

Até aí tudo bem, não fosse a mensagem que era exibida quando eu ligava o telefone no computador:

O iTunes não pode ativar o seu iPhone porque o cartão SIM não está inserido ou porque um PIN do SIM é requerido

E então veio o golpe final: todas as minhas tentativas de restaurar o software do telefone foram interrompidas com um misterioso “Erro Desconhecido (1013)”.

Minhas pesquisas no Google sobre o erro caíam apenas em casos de usuários que tentaram desbloquear ou fazer jailbreak no telefone (coisa que eu nunca tentei fazer justamente porque não queria passar por esse tipo de problema). Mas ainda assim tentei de tudo: atualizei o iTunes, baixei novamente a atualização do firmware direto da Apple, tentei restaurar o telefone em outros computadores, tentei restaurar em modo DFU (que também falhou, com “Erro Desconhecido 23”) até que fiquei sem mais opções e resolvi aceitar a realidade:

Meu iPhone havia morrido.

brickediphone
(Foto by Firefish45)

E com ele morreu minha agenda de compromissos, meu modem 3G, minha lista telefônica, meu music player, meu GPS, meu mapa de São Paulo, meu defletor de taxistas que querem puxar papo e, acima de tudo, meu principal elo com o mundo online.

E só não fiquei absolutamente arrasado porque o iPhone ainda estava na garantia. No sábado fui à loja da Vivo do Shopping Iguatemi pra fazer a troca. Enquanto a mocinha dizia que a troca ia levar uns 30 dias – porque a Vivo não vende mais o iPhone 3G – eu ficava olhando uma madame cheia de sacolas da Louis Vuitton e com roupa de estampa de oncinha abrindo a caixa de um iPhone 3GS branco, novinho – para, após alguns segundos de perplexidade com o aparelho na mão, perguntar a atendente: “Onde é que liga?”.

Enquanto o iPhone não volta, o chip da Vivo que eu usava nele agora repousa dentro de um celular LG que nem sei que modelo é MG 160, mas que é usadíssimo, provavelmente é roubado, tá todo arranhado, manchado e que foi comprado hoje, a R$ 50, num quiosque assustador da rodoviária de Brasília. Eu até postaria uma foto dele aqui, mas não tenho como já que a única câmera que eu carregava sempre comigo era – sim! – a do iPhone.

Agora é a parte onde vocês deixam doces mensagens de condolências à minha pessoa nos comentários…

O presente perfeito

A notícia boa: Desde julho o trabalho das minhas sextas-feiras é oficialmente encerrado às 15h.

A notícia ruim: Isso só acontece porque este é o horário em que a van que me leva de volta à São Paulo sai de Dead Cow City. São seis horas de estrada pra chegar em casa, toda semana.

A notícia péssima: na última sexta eu tive uma crise de sinusite. As seis horas de tédio na estrada viraram seis horas torturantes, com dor de cabeça, coriza, febre de 38 graus e o escambau. Cheguei em casa e capotei.

No dia seguinte acordei e vi a mesa do café da manhã toda arrumadinha e cheia de mimos pra mim: é que, além de cuidar da minha doença, Bethania queria antecipar meu presente de aniversário, que é só na próxima sexta. Então eu comi, bebi e depois recebi uma caixa vermelha contendo nada menos do que um Playstation Portable!

PSP close-up

Sabedora das minhas nerdices, do meu gosto por jogos (que anda parado por falta de tempo) e das minhas loooongas horas em estradas, táxis e aeroportos, ela encontrou o presente perfeito.

E depois nego ainda diz que “casamento é besteira”… 🙂

A lista das coisas que me incomodam no HTC S621

Hoje, após alguns meses de uso, eu posso afirmar com certeza que o HTC S621 foi, de longe, a pior compra que fiz este ano.

Este post tem uma lista (sim, uma LISTA) constantemente atualizada dos inúmeros bugs/chatices desse smartphone. Pra vocês verem que não tou reclamando atoa.

  • Depois de um tempo de uso, a internet do celular pára de funcionar e só volta depois de reiniciar o telefone. A coisa funciona normalmente por uns 4 ou 5 dias e, de repente, você abre o browser e ele pára na telinha de “Conectando ao serviço. Aguarde”, e só regulariza depois de um tedioso soft reset.
  • Do lado do telefone tem um controle deslizante para ser usado com o polegar, bem no estilo daquela rodinha dos Blackberries antigos. Este controle chama-se JOGGR e é marqueteado como revolucionário pela HTC. Acontece que o JOGGR simplesmente não funciona. Às vezes eu tentava usá-lo e ele não respondia, e depois ele endoidava e começava a rolar sozinho, sem eu nem pôr o dedo no telefone. Agora eu o deixo desabilitado – para EU não endoidar.
  • Outro dia deixaram um recado na minha caixa postal, que eu ouvi e apaguei. O problema é que o ícone de mensagem de voz não sumiu. Eu reiniciei o telefone, re-chequei a caixa postal (vazia) umas 20 vezes e o ícone ficava lá. Isso é duplamente chato porque o botão que mostra os contatos (e que obviamente precisa estar sempre à mão) esporadicamente passa a funcionar como “caixa postal”.
    Depois de algumas SEMANAS o ícone, finalmente, sumiu.
  • Eu nunca consegui compartilhar a conexão internet do celular com meu notebook via Bluetooth. O pior é que essa foi uma das razões pelas quais eu comprei um adaptador Bluetooth para o notebook. Via USB funciona direitinho.
  • A única tecla de edição que funciona quando você está discando um número é o BACKSPACE. Se você quiser editar um dígito bem no meio do número discado (por exemplo, pra corrigir o DDD), só apagando e digitando tudo de novo.
  • De vez em quando o despertador do celular toca duas vezes ao mesmo tempo. Sim, ao mesmo tempo, ele bota pra tocar o som do despertador duas vezes, com alguns segundos de defasagem. Não é nada agradável ser acordado de manhã por um “remix involuntário” do toque do seu despertador…
  • …e muito mais, como eu disse no post anterior.

HTC S621 – Primeiras impressões

Na semana passada eu comprei celulares novos pra mim e pra minha esposa, por ocasião do nosso glorioso aniversário de dois anos de casamento.

O timing não podia ser pior, considerando que o iPhone 3G está chegando ao Brasil no próximo mês. Mas em Dead Cow City não tem 3G e eu estou preso a este projeto até o ano que vem, então resolvi me permitir este pequeno regalo.

O escolhido foi um smartphone, o HTC S621.

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(Foto by Gabofr)

Ele tem teclado QWERTY, Wi-Fi, Bluetooth, câmera de 1.3 megapixels, slot para cartão MicroSD e roda Windows Mobile. Estou muito satisfeito com o aparelho… e muito insatisfeito com o Windows Mobile. Pra você ter uma idéia:

  • Transferir meus contatos do telefone antigo para o novo foi um tormento: tive que instalar, a contragosto, um Outlook no notebook para poder sincronizar os contatos do celular, depois o Outlook não quis ler o arquivo vCard com o backup dos meus contatos (e, quando finalmente leu, importou tudo com os acentos bagunçados), depois o ActiveSync deletou os contatos que já estavam no telefone e, por último, fui testar um MSN que vem instalado no telefone e ele jogou todos os contatos do Messenger (incluindo spammers e gente que eu nem me lembro quem é) pra dentro do celular. E eu só consigo deletá-los, um por um, no próprio aparelho…
  • Várias configurações só são possíveis alterando, manualmente, o registro do Windows do celular. Para retirar um bipe incômodo que toca sempre que eu mando discar um número (mesmo no modo silencioso!), só fuçando o registro. E para meu ActiveSync funcionar com o firewall do meu computador, também só com mexida no registro. Super intuitivo né?
  • E, para o grand finale, o Windows Mobile NÃO TEM COPIAR/COLAR. Sim, meu amigo, você leu certo! Pra ter esta funcionalidade, só instalando um programa de terceiros…

P.s.: Não posso deixar de mencionar meu celular recém-aposentado, um Sony Ericsson W200i, que é EXCELENTE: barato, rápido, ótimo software, funcional, versátil e ALTAMENTE RECOMENDADO. Tanto que se mantém no posto de melhor celular que já tive. Fica a dica.

Em tempos de indefinição, a solução é comprar um teclado

Aquela história de ir pra Espanha me ensinou uma lição: na minha empresa, você só está realmente alocado em um novo projeto no instante em que coloca, fisicamente, os pés no ambiente de trabalho. Digo isso porque ontem eu fui formalmente alocado, desalocado e alocado de novo num projeto, no interior de São Paulo…

No meio dessa confusão toda eu desencanei, peguei o carro e resolvi que ia passear na rua Teodoro Sampaio, o lugar das lojas de instrumentos musicais em São Paulo. A idéia era só bater perna, mas acabei voltando de lá com um teclado MIDI de segunda mão (e preço justo) debaixo do braço.

O tecladinho é um Miditech i2-Control 25, com duas oitavas, 8 knobs e a escolha de cores mais terrível que já vi: a carcaça é da cor “cinza que queria ser prateado mas falhou” e as teclas/botões são azul-calcinha!

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Feiúra por feiúra, combinou direitinho com meu Dell Vostro com cara de colostro.

O incrível Image Fulgurator

Mais uma da série “links legais demais pra simplesmente jogar no meu del.icio.us“: O incrível “Image Fulgurator”!

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Julius Von Bismarck, esse hacker alemão aí em cima, criou um dispositivo de “manipulação minimamente invasiva de fotos alheias”: ele colocou um flash dentro do corpo de uma câmera normal, que serve para projetar um slide colocado dentro do aparelho. Além disso ele instalou um sensor de luz, daqueles que os fotógrafos usam para fotografar raios, que dispara quando detecta claridade repentina.

Funciona assim: enquanto alguém na rua está tirando uma foto, o Image Fulgurator detecta quando o flash dispara e projeta uma imagem por cima da foto que a pessoa está tirando. Como a coisa acontece numa fração de segundo, a “vítima” só percebe quando vai ver a foto que foi tirada e percebe que ela tem um “algo a mais”…

…como esse pessoal do vídeo aí embaixo:

iPhone é "des-recomendado" pelo Gizmodo

Acabei de ler um longo artigo do Gizmodo "des-recomendando" o iPhone.

Pensa bem. É o Gizmodo, o mais respeitável site sobre gadgets da Internet. E a partir de agora, a opinião deles sobre o iPhone é "não compre".

Pra mim isso é muito, muuito sério. Se eu fosse Steve Jobs ficaria preocupado. Mas como eu não sou Steve Jobs, sou só um blogueiro nerd, eu venho aqui e posto as minhas opiniões.

O problema maior desta história toda é que os editores do Gizmodo tem toda razão. Todos os movimentos da Apple desde o lançamento do iPhone foram contra os clientes e usuários do telefone. Foram na direção oposta dos desejos dos clientes. "Vocês querem desbloqueio? Querem poder instalar outros programas no iPhone? Querem ringtones customizados? NÃO!", parece dizer a Apple. Tanto que o esperado primeiro upgrade de firmware do iPhone não somente deixou de lado as demandas dos usuários como também desfez os hacks e desbloqueios do telefone.

No artigo do Gizmodo tem uma tabela feita pelo pessoal da Wired que mostra as diferenças entre o telefone "hackeado" e o "oficial". Parece um cartum, uma piada, mas não é.

Ouvir o cliente e incorporar o que ele quer em seus produtos é a grande sacada do Google. Todas as novidades incorporadas aos seus produtos vão diretamente ao encontro do que os usuários querem. Por isso o Google hoje está do tamanho que está. Não existe outro caminho para o sucesso senão esse. Mas a Apple insiste no caminho oposto.

A Microsoft é outra que ainda não sabe ouvir seus usuários. O Windows Vista caminha para ser o maior fiasco da história dos sistemas operacionais, e é fácil descobrir o porquê. Pense bem: o que o Vista trouxe de funcionalidades novas? Praticamente nada. O Vista é a resposta para uma demanda inexistente. E uma péssima resposta que faz você gastar uma grana preta em upgrades de hardware só para poder ver janelinhas transparentes que, ou dão pau, ou fazem exatamente a mesma coisa que o Windows XP.

Óculos 3D VR + simulador de vôo = NERDGASM!

Tipo que eu definitivamente quero isso. O Microsoft Flight Simulator X é compatível com óculos de realidade virtual (da Vuzix, modelo VR920). Você bota os óculos e vê tudo em 3D "real" – ou seja, com sensação de profundidade e tudo. E o melhor: quando você olha para cima ou para os lados a câmera acompanha seus movimentos.

Acho que não há nada tão próximo a pilotar um avião de verdade do que isso. O vídeo de demonstração, com o cara pilotando um ultraleve, dá água na boca.

(Via Gizmodo)