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	<title>O Primo &#187; Internet</title>
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	<description>Desde 2001 fazendo da internet um lugar mais sarcástico.</description>
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		<title>O valuation-tion, o valuation&#8230; (e os sites de compra coletiva)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 14:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Daí que o Facebook outro dia foi avaliado em 75 bilhões de dólares. Setenta e cinco. Bilhões. A boa notícia é que não, isso não é uma segunda bolha de internet, então eu não devo perder meu novo emprego. A má notícia é que, na verdade, isso é tipo um esquema de pirâmide para venture capitalists. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daí que o <a href="http://techcrunch.com/2011/03/04/facebook-valuation-secondmarket/">Facebook outro dia foi avaliado em 75 bilhões de dólares</a>. Setenta e cinco. Bilhões.</p>
<p>A boa notícia é que não, isso não é uma segunda bolha de internet, então eu não devo perder meu novo emprego. A má notícia é que, na verdade, isso é <a href="http://blogs.reuters.com/small-business/2011/02/17/it%E2%80%99s-not-a-bubble-people-it%E2%80%99s-a-pyramid-scheme/">tipo um esquema de pirâmide para <em>venture capitalists</em></a>. De qualquer forma, sempre tem alguém que perde muito dinheiro nessas histórias de &#8220;eu acho que tal coisa vale tanto&#8221;.</p>
<p>E na real, eu acho um erro terrível estimar o valor de qualquer empresa de internet. Pra começar, você está usando métodos de <em>valuation </em>criados para um tipo de &#8220;ecossistema econômico&#8221; que é completamente diferente do que existe hoje na internet. Coisas que tem muito valor no offline podem não valer tanto assim no online, como por exemplo &#8211; ahá! &#8211; a <em>informação</em>.</p>
<p>&#8220;Ah, mas o Google tem ganhado muito dinheiro lidando justamente com informação&#8221;, você deve estar pensando. Na verdade o grande segredo do Google é <em>prover os meios de acesso à informação relevante</em> e, na sequência, colocar os anunciantes pra venderem seus produtos no lugar onde as pessoas estão procurando por eles. O segredo de ganhar dinheiro com a internet continua sendo o de sempre: usar o meio digital para provocar um negócio no mundo real.</p>
<p>E o Facebook <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/why_most_facebook_marketing_doesnt_work.php">ainda está engatinhando neste sentido</a>&#8230;</p>
<p><strong>Update:</strong> perguntaram nos comentários o que eu acho do Groupon, avaliado em 25 bilhões, e que de fato provoca negócios no mundo real. Só que aí existe um problema muito sério&#8230; tanto que em 1962 (veja bem, <em>quarenta e nove anos atrás</em>), David Ogilvy já falava da falácia dos descontos, em seu livro &#8220;Confissões de um publicitário&#8221; (grifos meus):</p>
<blockquote><p>Hoje em dia o mundo da publicidade enfrenta quatro problemas com dimensões críticas.</p>
<p>O <em>primeiro </em>problema é que os fabricantes de produtos de largo consumo, que sempre foram o fundamento da publicidade, estão gastando hoje duas vezes mais em acordos de descontos do que em publicidade. <strong>Eles estão obtendo volume através do desconto de preços, em vez de usar a publicidade para construir marcas fortes</strong>. (&#8230;)</p>
<p>Andrew Ehrenberg, da London Business School, é dono de uma das maiores inteligências do marketing hoje em dia. Ele relata que <strong>uma oferta de preço reduzido pode levar as pessoas a experimentarem uma marca, mas elas voltam para suas marcas habituais como se nada tivesse acontecido</strong>. (&#8230;)</p>
<p>Promoções de desconto são como drogas. Pergunte a um gerente de produto viciado o que aconteceu com seu market share depois que o delírio do desconto acabou. Ele mudará de assunto. Pergunte-lhe se o acordo incrementou os seus <em>lucros</em>. Mais uma vez ele vai mudar de assunto.</p>
</blockquote>
<p>Ou seja, no caso do Groupon e demais sites de compra coletiva, o que se tem é o uso do meio digital pra provocar <em>um problema de negócio</em> no mundo real.</p>
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		<title>The ChatRoulette Piano Improv Guy (e uma reflexão sobre a infinita criatividade da internet)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 23:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A modinha do momento na Internet é o ChatRoulette.com, onde você se conecta com sua câmera pra conversar com outro usuário do site, escolhido aleatoriamente em alguma parte do mundo. Quando você se cansa, dá &#8220;next&#8221; e o site sorteia outro anônimo pro seu prazer voyeurístico. Então imagine só: você está &#8220;zapeando&#8221; pelo ChatRoulette e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A modinha do momento na Internet é o <a href="http://www.chatroulette.com">ChatRoulette.com</a>, onde você se conecta com sua câmera pra conversar com outro usuário do site, escolhido aleatoriamente em alguma parte do mundo. Quando você se cansa, dá &#8220;next&#8221; e o site sorteia outro anônimo pro seu prazer voyeurístico.</p>
<p>Então imagine só: você está &#8220;zapeando&#8221; pelo ChatRoulette e, de repente, aparece um cara sentado ao piano. E de repente o cara começa a cantar e tocar, de improviso. E ele está cantando e tocando sobre VOCÊ.</p>
<p>Este, meus amigos, é o ChatRoulette Piano Improv Guy.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/32vpgNiAH60&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/32vpgNiAH60&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>É por coisas assim que eu amo a internet. Não pelo vídeo em si, mas pelo fato de que a rede tá aí há algumas décadas e, enquanto todas as outras mídias caíram num ciclo de repetição de velhas fórmulas para continuar rentáveis, a internet demonstra uma criatividade que aumenta exponencialmente a cada dia e que não parece ter fim.</p>
<p>Também é interessante notar a inversão do ciclo criativo &#8220;ideia-ferramenta&#8221;. Antes as pessoas tinham ideias de ferramentas e as implementavam. Agora as pessoas implementam ferramentas, depois vem os usuários e têm as ideias. Uma busca no YouTube por &#8220;ChatRoulette reactions&#8221; mostra inúmeras pegadinhas e brincadeiras engraçadas que já se inventou no ChatRoulette (uma das minhas prediletas é <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HyJHqmHARpU">essa</a>). A ferramenta que nasceu para entreter apenas como chat ganhou vários novos usos e teve seu potencial de entretenimento quintuplicado pelos próprios usuários. E tudo espontaneamente, como os improvisos cantados pelo Piano Guy.</p>
<p><strong>P.s.: </strong>Enquanto o mundo esbanja criatividade, os brasileiros seguem só na picaretagem, chupinhando todas as ideias gringas que surgem na internet. Já ouviu falar no <a rel="nofollow" href="http://www.catapapo.com.br/">CataPapo.com.br</a>? Pois é.</p>
<p><strong>Update (20/03):</strong> <a href="http://twitter.com/flaviadurante/status/10789195817">Segundo a jornalista Flávia Durante</a>, o pianista é ninguém menos que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ben_Folds">Ben Folds</a>.</p>
<p><strong>Update (21/03):</strong> Não é o Ben Folds, e sim um tal de Merton. Mas aí &#8211; e olha como é a magia da Internet &#8211; <em>o próprio Ben Folds</em> fez <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LfamTmY5REw">um vídeo em tributo ao Merton, imitando-o num show</a>.</p>
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		<title>O fim de um relacionamento</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2009/07/o-fim-de-um-relacionamento</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 21:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra da minha “lojinha de MP3 predileta” da internet, a eMusic, que tem até uma categoria de posts nesse blog e era onde eu comprava (sim, COMPRAVA) todas as minhas músicas? Minha relação com ela deu uma guinada e passou de namoro intenso para divórcio azedo, daqueles com advogados, porta na cara e agressividade velada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra da minha “lojinha de MP3 predileta” da internet, a <a href="http://www.emusic.com" target="_blank">eMusic</a>, que tem até <a href="http://www.gebh.net/oprimo/category/emusic" target="_blank">uma categoria de posts nesse blog</a> e era onde eu comprava (sim, COMPRAVA) todas as minhas músicas? Minha relação com ela deu uma guinada e passou de namoro intenso para divórcio azedo, daqueles com advogados, porta na cara e agressividade velada.</p>
<p>Começou com um acordo que ela fez com a Sony (e que provocou um aumento de preços) e culminou nisso aí embaixo:</p>
<p>&#160;<img title="emusic" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="255" alt="emusic" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/emusic.png" width="535" border="0" /> </p>
</p>
<p>Então é isso, indústria fonográfica. Já que você está PEDINDO pra eu baixar música no torrent, é isso que eu vou fazer.</p>
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		<title>Manh&#234;, olha eu na velha m&#237;dia&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[O Primo]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Isso aí é a Revista TI Digital de julho, cuja matéria de capa são as APIs. Como meu filho querido (o Blablabra) usa várias delas, a matéria contém uma breve entrevista comigo e um tutorialzinho que montei sobre a API do Google Chart, que o Blablabra usa pra montar seus gráficos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;<img title="tidigital1" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="271" alt="tidigital1" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/tidigital1.jpg" width="535" border="0" /> </p>
<p>Isso aí é a <a href="http://www.revistatidigital.com.br/" target="_blank">Revista TI Digital</a> de julho, cuja matéria de capa são as APIs. Como meu filho querido (o <a href="http://blablabra.net" target="_blank">Blablabra</a>) usa várias delas, a matéria contém uma breve entrevista comigo e um tutorialzinho que montei sobre a API do Google Chart, que o Blablabra usa pra montar seus gráficos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma internet cada vez mais síncrona</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2009/06/uma-internet-cada-vez-mais-sincrona</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 17:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O boom do Twitter, o (atualmente meio esquecido) YouTube Live, e agora o Google lançando o Google Wave deixam uma tendência bem óbvia no mundo online: conteúdo cada vez menos assíncrono e cada vez mais em tempo real. Pensa bem: antes o conteúdo ficava lá guardado, parado num site, numa caixa postal ou num agregador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O boom do <a href="http://twitter.com">Twitter</a>, o (atualmente meio esquecido) <a href="http://www.youtube.com/live">YouTube Live</a>, e agora o Google lançando o <a href="http://wave.google.com/">Google Wave</a> deixam uma tendência bem óbvia no mundo online: <em>conteúdo cada vez menos assíncrono e cada vez mais em tempo real.</em></p>
<p>Pensa bem: antes o conteúdo ficava lá guardado, parado num site, numa caixa postal ou num agregador de RSS, esperando a hora que você quisesse acessá-lo. Claro, haviam os <em>instant messengers</em>, mas eles sempre pareceram estar meio à parte do resto. Agora você tem experiências como <a href="http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva/">as transmissões do Roda Vida, da TV Cultura</a>, na internet, com sua tela subitamente mostrando vídeo ao vivo num canto e, no outro, os comentários feitos numa sala de chat e no Twitter, pipocando na tela conforme vão nascendo. E o que passa a valer é não somente o conteúdo, mas <em>o conteúdo entregue na hora em que é gerado</em>.</p>
<p>Claro que uma tendência ao &#8220;tempo real&#8221; é convenientemente boa pra quem ganha dinheiro com a internet, afinal te obriga a ficar menos &#8220;multitarefa&#8221; e mais tempo atento ao que acontece &#8211; e a um eventual anunciozinho enfiado ali no meio. Mas eu não duvido nada que a própria velocidade do mundo (corporativo, social, <em>whatever</em>) comece a puxar a fila do tempo real. Logo logo, aquelas trocas de emails vão ser consideradas lentas e ser rapidamente substituídas por alguns tweets ou uma sessão de edição colaborativa no Google Wave.</p>
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		<title>Hábitos televisivos d&#8217;O Primo</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2009/05/habitos-televisivos-do-primo</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 16:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Última vez que liguei a TV e vi um programa inteiro da TV aberta: ANOS atrás. Última vez que liguei a TV e vi um programa inteiro da TV a cabo: MESES atrás. Última vez que liguei a TV e vi um programa inteiro baixado da internet: sexta passada. Era o último episódio de Lost. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Última vez que liguei a TV e vi um programa inteiro da TV aberta</strong>: ANOS atrás.</p>
<p><strong>Última vez que liguei a TV e vi um programa inteiro da TV a cabo</strong>: MESES atrás.</p>
<p><strong>Última vez que liguei a TV e vi um programa inteiro <em>baixado da internet</em></strong>: sexta passada. Era o último episódio de <em>Lost</em>. E hoje é dia de ver <em>24 Horas</em> e <em>House</em>.</p>
<p><strong>Última vez que liguei a TV e zapeei e/ou vi parte de um programa da TV aberta</strong>: ANOS atrás.</p>
<p><strong>Última vez que liguei a TV e zapeei e/ou vi parte de um programa da TV a cabo</strong>: SEMANAS atrás. Possivelmente foi um pedaço de algum <em>Mythbusters</em>.</p>
<p><strong>Última vez que zapeei e/ou vi parte de um vídeo na internet</strong>: Err&#8230; diariamente? <img src='http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Nome de cinco novelas que passam atualmente na tv aberta</strong> (de cabeça, sem olhar no Google): Err&#8230; Favorita ainda passa? Não, né? Agora é aquela das índias, acho que é Caminho das Índias. Tem a dos mutantes na Record, mas não lembro o nome. Ah, e tem &#8220;Caras e Bocas&#8221;, e&#8230; ok, desisto.</p>
<p><strong>Nome de cinco sites de vídeo online</strong> (de cabeça, sem olhar no Google ou nos bookmarks): YouTube, Vimeo, Dailymotion, Joost (que agora é site, e não software), o brazuca Videolog, o CollegeHumor que inclusive produz vídeos, e ainda lembrei aqui do Hulu (que não funfa no Brasil) e do VideoSift, que é um agregador de vídeos populares em vários sites.</p>
<p><em>Conclusões:</em></p>
<p><strong>1)</strong> Não sei por que ainda não cancelei minha TV a cabo.</p>
<p><strong>2)</strong> Como todo império, o da TV está, sim, em franco declínio.</p>
<p><strong>3)</strong> Considerando que o império da TV durou, sei lá, uns 50 anos, é possível que eu ainda esteja vivo quando o império da internet começar a ruir. Porque, sim, um dia ela vai ruir, é a sina de todo império.</p>
<p><strong>4)</strong> &#8230;e eu vou ADORAR poder ver o que virá depois da internet.</p>
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		<title>5 coisas que você talvez não saiba sobre o Twitter brasileiro</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2009/05/5-coisas-que-voce-talvez-nao-saiba-sobre-o-twitter-brasileiro</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 13:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Não existem números oficiais sobre a quantidade de gente no Twitter, especialmente no Brasil, mas posso afirmar, com toda a certeza, que mais de 89 mil brasileiros usaram o Twitter nas últimas duas semanas. O brasileiro mais tagarela do Twitter é a @crispassinato, que foi quem mais tuitou nas últimas semanas. Outros usuários adeptos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Não existem números oficiais sobre a quantidade de gente no Twitter, especialmente no Brasil, mas posso afirmar, com toda a certeza, que mais de <strong>89 mil brasileiros usaram o Twitter nas últimas duas semanas</strong>.</li>
<li><strong>O brasileiro mais tagarela do Twitter é a <a href="http://twitter.com/crispassinato">@crispassinato</a></strong>, que foi quem mais tuitou nas últimas semanas. Outros usuários adeptos da verborragia, com tweets sendo enviados às centenas, são o <a href="http://twitter.com/andrepelotas">@andrepelotas</a>, <a href="http://twitter.com/nomeaosbois">@nomeaosbois</a>, <a href="http://twitter.com/icnunes">@icnunes</a>, <a href="http://twitter.com/jubakun">@jubakun</a>, <a href="http://twitter.com/__NaH__">@__NaH__</a> e o pessoal do <a href="http://twitter.com/programapanico">@programapanico</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7743 aligncenter" title="Abelardo Danger" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/abelardodanger.jpg" alt="Abelardo Danger" width="200" height="150" /></p>
<ul>
<li>Entre os maiores twittadores brasileiros tem um cara do Rio Grande do Norte, um tal <strong>Abelardo Danger (<a href="http://twitter.com/1milhao">@1milhao</a>), que quer chegar a 1 milhão de <em>updates</em></strong>. Ontem ele estava postando cúmulos, tipo &#8220;O cúmulo da rebeldia é morar sozinho e fugir de casa&#8221;, e vários são repetidos . Mas falta muito pro Abelardo, coitado: até agora ele tem só 20 mil updates.</li>
<li>Parece que <strong>o brasileiro ADORA ver TV e tuitar</strong>. Os programas noturnos que atingem o público mais jovem sempre aparecem no topo do ranking de assuntos mais comentados: segunda à noite só se fala em CQC, terças e quintas é O Aprendiz, domingo o Fantástico vira o assunto da hora, em dia de futebol só se fala do jogo e por aí vai.</li>
<li>Assim sendo, como era de se esperar, <strong>os usuários mais retuitados são os que tem programa na TV</strong>, como a Rosana Hermann (<a href="http://twitter.com/rosana">@rosana</a>), que tem média de 51 retweets/dia, ou a turma do CQC (<a href="http://twitter.com/rafinhabastos">@rafinhabastos</a>, <a href="http://twitter.com/marcoluque">@marcoluque</a>, <a href="http://twitter.com/marcelotas">@marcelotas</a>, etc), com média de uns 100 retweets/dia. É impressionante ver como qualquer tuitadinha desse pessoal gera uma avalanche de <em>replies</em> e <em>retweets</em> na mesma hora.</li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A fonte de todos estes dados são as bases de dados do <a href="http://blablabra.net">blablabra.net</a>. Em breve isso vai virar um relatóriozinho diário/semanal/mensal lá no site.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>blablabra &#8211; O que o Brasil anda twittando?</title>
		<link>http://www.gebh.net/oprimo/2009/04/blablabra-o-que-o-brasil-anda-twittando</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 13:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o Twitter cada vez mais popular no Brasil eu fui ficando a cada dia com mais vontade de implementar uma idéia que me ocorreu no começo do ano: um timeline/trending topics só com tweets em português. Então eu fui lá e fiz. Meus amigos, minhas amigas, eis o blablabra. O blablabra mostra, em tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o Twitter cada vez mais popular no Brasil eu fui ficando a cada dia com mais vontade de implementar uma idéia que me ocorreu no começo do ano: um <em>timeline/trending topics</em> só com tweets em português.</p>
<p>Então eu fui lá e fiz. Meus amigos, minhas amigas, eis o <a href="http://blablabra.net">blablabra</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blablabra.net"><img class="aligncenter size-full wp-image-7736" title="blablabra" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/blablabra2.png" alt="blablabra" width="530" height="307" /></a></p>
<p>O <a href="http://blablabra.net">blablabra</a> mostra, em tempo real, o que os usuários brasileiros do Twitter estão discutindo: palavras-chave frequentes, #hashtags mais usadas e até os usuários mais comentados/retwittados. Para cada termo há uma página de estatísticas detalhada,  que inclui até gráficos &#8211; coisa que nem o Twitter mostra.</p>
<p>Além de satisfazer o prazer voyeurístico de saber os assuntos do momento, o <a href="http://blablabra.net">blablabra</a> pode até ser útil para, por exemplo, encontrar outros usuários com os mesmos interesses que você: basta uma procura por alguma palavra-chave que te interesse e o blablabra mostra quem anda conversando sobre aquele assunto.</p>
<p>Fazer o <a href="http://blablabra.net">blablabra</a> consumiu algo em torno de 2 semanas. Deu trabalho &#8211; mas foi divertidíssimo. Use, divulgue e me diga o que achou aí embaixo nos comentários (ou pelo Twitter mesmo).</p>
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		<title>Uma corrida maluca onde só concorrem Dicks Vigaristas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 12:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dias atrás o ator Ashton Kutcher, famoso por atuar em filmes como&#8230; err&#8230; &#8220;Cara, Cadê meu Carro?&#8221; e &#8220;Efeito Borboleta&#8221;, e que tinha uns 800 mil seguidores no Twitter, anunciou no YouTube que ia passar um trote no Ted Turner caso conseguisse se tornar o primeiro usuário do Twitter com um milhão de seguidores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dias atrás o ator Ashton Kutcher, famoso por atuar em filmes como&#8230; err&#8230; &#8220;Cara, Cadê meu Carro?&#8221; e &#8220;Efeito Borboleta&#8221;, e que tinha uns 800 mil seguidores no Twitter, <a href="http://www.techcrunch.com/2009/04/13/ashton-kutcher-promises-to-punk-ted-turner-if-he-beats-cnn-to-a-million-twitter-followers/">anunciou no YouTube</a> que ia passar um trote no Ted Turner caso conseguisse se tornar o primeiro usuário do Twitter com um milhão de seguidores.</p>
<p>Foi o suficiente para disparar uma corrida entre ele (@aplusk) e a CNN (@cnnbrk), corrida que foi vencida pelo ator na madrugada passada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7722" title="Ashton vs. CNN" src="http://www.gebh.net/oprimo/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ashtonvscnn.png" alt="Ashton vs. CNN" width="535" height="425" /></p>
<p>Muita gente arrumou um jeito de capitalizar em cima da corrida. A Electronic Arts disse que o milionésimo seguidor de Kutcher apareceria em um dos seus próximos games. O próprio Kutcher ofereceu uma cópia do Guitar Hero como prêmio para o eventual sortudo que estourasse a marca do milhão de seguidores. Até o Anonymous (<a href="http://www.gebh.net/oprimo/2008/03/anonymous-o-dia-em-que-a-internet-saiu-s-ruas">lembra</a>?) criou o <a href="http://twitter.com/basementdad">@basementdad</a>, um usuário inspirado em  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fritzl_case">Joseph Fritzl</a> (aquele pedófilo austríaco que manteve a própria filha em cárcere privado por 24 anos), e tentou colocá-lo na corrida.</p>
<p>Na minha opinião os fundadores do Twitter (Evan Williams e Biz Stone), que <a href="http://twitter.com/ev/status/1540220242">parabenizaram</a> a vitória de Kutcher, deveriam ter se manifestado CONTRA esse tipo de coisa. A meu ver a naturalidade dos relacionamentos no Twitter é o que o serviço tinha de mais valioso, com as pessoas seguindo umas às outras por afinidade e apenas por isto. E esse teatrinho do Kutcher e da CNN é como uma corrida maluca onde só concorrem Dicks Vigaristas.</p>
<p>Maneiras artificiais para engordar número de seguidores &#8211; e aqui cabe lembrar d<a href="http://goma.blogsome.com/2009/04/06/etica-2o-ou-como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas-no-twitter/">a turminha brasileira que recentemente andou usando scripts para isto</a> &#8211; são como câncer: um inchaço repentino e anti-natural que, no fim, mata seu hospedeiro.</p>
<p>Não é por nada não, mas eu acho que este é o começo do fim para o Twitter. Agora é rezar pro Google comprá-lo antes que ele imploda ou caia no ostracismo.</p>
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		<title>Tudo grátis na internet: até quando?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 17:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem o @pedrobeck mandou um link para uma matéria da The Economist intitulada “O fim do almoço grátis”, dizendo que essa onda de coisas grátis na internet é um modelo de negócio insustentável e que está prestes a ruir. E é verdade. A idéia de atrair um caminhão de tráfego pro seu site oferecendo algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o <a href="http://twitter.com/pedrobeck" target="_blank">@pedrobeck</a> mandou um link para <a href="http://www.economist.com/opinion/displayStory.cfm?story_id=13326158&amp;source=hptextfeature" target="_blank">uma matéria da The Economist intitulada “O fim do almoço grátis”</a>, dizendo que essa onda de coisas grátis na internet é um modelo de negócio insustentável e que está prestes a ruir.</p>
<p>E é verdade. A idéia de atrair um caminhão de tráfego pro seu site oferecendo algo gratuito e depois tentar ganhar dinheiro “monetizando” a coisa com anúncios já se mostra furada no momento onde você descobre que o percentual do público que clica e/ou compra algo dos anúncios é baixíssimo, menor que 1% em vários casos. É uma conta que não fecha.</p>
<p>No entanto, o que a matéria não comenta é o segredo de quem anda <span style="text-decoration: underline;">realmente</span> ganhando dinheiro com este modelo de negócios. Porque é possível sim ter lucro desta forma – <em>desde que o empreendimento seja pequeno e os custos de operação, quase nulos</em>.</p>
<p>Na internet é comum achar casos assim. Um lugar cheio de exemplos é <a href="http://blog.wired.com/gadgets/2008/09/indie-developer.html" target="_blank">a App Store – a lojinha da Apple que distribui programas para o iPhone</a>:</p>
<blockquote><p>Steve Demeter, o desenvolvedor do <a href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewSoftware?id=284653044&amp;mt=8"><em>Trism</em></a>, um jogo famoso para o iPhone que custa US$ 5, anunciou que <a href="http://blog.wired.com/gadgets/2008/09/app-store-is-a.html">obteve um lucro de US$ 250 mil em apenas dois meses</a>. Sua equipe de trabalho? Basicamente ele mesmo, com ajuda de um amigo e um designer que ele contratou (pagando US$ 500). Se seus lucros continuarem neste ritmo, Demeter vai ganhar quase US$ 2 milhões até julho de 2009.</p></blockquote>
<p>Quando as pessoas falam que “a internet mudou a economia”, não se trata apenas de globalização ou de velocidade nas transações – é meio que uma mudança em vários <em>fundamentos</em> da economia. A começar pelo ativo mais valioso do século XXI &#8211; a informação – que é distribuído livremente e gratuitamente por aí e que pode ser facilmente capturado por alguém com tempo e disposição e transformado em lucro. Capital inicial? Coisa do passado (a banda de Dinho Ouro Preto também, inclusive).</p>
<p>Talvez a bolha realmente estoure como a Economist está prevendo. As empresas grandes que tem serviços gratuitos e que ainda não sabem como gerar dinheiro com elas (cof cof <a href="http://twitter.com">Twitter</a> cof cof), essas possivelmente vão morrer ou acabar compradas pelas megacorporações (cof cof <a href="http://google.com" target="_blank">Google</a> cof cof). Mas eu acho que, entre os mortos e feridos, uma classe que vai se beneficiar fortemente disso são os <em>micro-empreendedores</em>: essas empresas de uma pessoa só que mantém serviços gratuitos ou de custo baixo sem fazer muita força. É óbvio que o dinheiro MESMO está em sites e serviços que funcionam no modelo econômico clássico do “eu te vendo algo, você me paga, eu tenho lucro”, mas a graninha pingada de um AdSense ou do jogo vendido na App Store é mais do que suficiente pra manter um desenvolvedor amador ou um “problogger” na classe economicamente ativa da sociedade. E por serem menores e trabalharem mais focados, eles ainda podem nadar de braçada <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa" target="_blank">na cauda longa</a>, onde as grandes corporações não conseguem incomodá-los.</p>
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