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Pacotes turísticos que a CVC nunca vai vender

7 de July de 2008, 14:47

Afinal, graças à tecnologia, existem lugares fantásticos, construídos com muito esmero e muito bonitos de se explorar - apesar do fato de não existirem fisicamente. Eu, particularmente, adoro esse tipo de turismo virtual. Normalmente ele é muito mais emocionante e surpreendente do que qualquer city-tour desmaiado por algum conjunto de praça-igreja-monumento de alguma cidade manjada que você já se cansou de ver em fotos.

Veja só alguns roteiros turísticos, impossíveis no mundo real, mas bem divertidos de se fazer no virtual:

1) San Andreas

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Visitar San Andreas é sinônimo de “liberdade”: tudo, absolutamente TUDO é explorável em seus 36 km² de área. As opções de lazer são incontáveis e incluem:

  • Atrações turísticas: Visite a Ponte de Gant (modelada como a famosa ponte Golden Gate de São Francisco), a Represa Sherman, a base militar ultra-secreta chamada “Area 69″, as simpáticas comunidades rurais de Bone County, etc. As opções de transporte para visitar todas essas atrações são enormes: você pode ir de carro, barco, avião, helicóptero ou até mesmo usando um jetpack.
  • Esportes: corridas de triathlon, descidas emocionantes de mountain bike pelo monte Chiliad (de 800 metros de altura) ou mesmo opções ainda mais radicais, como base jumping dos arranha-céus do centro de San Fierro. Além disso, todos os estádios das grandes cidades oferecem emocionantes competições automotivas sobre quatro ou duas rodas - e com prêmios em dinheiro.
  • Diversão: Há uma variedade enorme de cassinos em Las Venturas com todo tipo de caça-níqueis, roletas, video poker e blackjack. E, para relaxar, aproveite os inúmeros strip clubs (e garotas de programa) espalhados pelo estado.
  • E, se faltar dinheiro para aproveitar tudo que San Andreas oferece, use alguma das muitas opções de trabalho: ganhe a vida como entregador de pizza, manobrista, caminhoneiro, taxista, cafetão, bombeiro…
  • Mas o melhor são as opções ilegais: torne-se mercenário, provoque guerras de gangues, ou simplesmente roube o carro de alguém e saia por aí atropelando quem quiser. Relaxa mais do que ir ao Club Med.

2) Roteiro “Half Life 2″ - City 17, Ravenholm, Nova Prospekt

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Acompanhe de perto o desenrolar da revolução em City 17, uma simpática cidade em ruínas, com arquitetura estilo leste europeu e com um enorme arranha-céu (a “cidadela”) bem no meio. Visite também Ravenholm, um vilarejo que parece ter saído diretamente de filmes de terror, ou Nova Prospekt, uma enorme prisão (quase) abandonada. Tudo é como se fosse um “safári pós-moderno”, onde é possivel ter contato com toda uma nova fauna de animais exóticos chamada “combine”. Seguro de vida não incluído.


Murphy aprendeu a dar combos

15 de May de 2008, 9:49

Ontem, 18:35, fim do expediente. Meu nariz começa a escorrer e eu concluo que estou prestes a gripar, enquanto a temperatura do planalto central cai vertiginosamente. Tudo que eu queria era voltar pro hotel…

…mas não tinha nenhum táxi no ponto.

O táxi só apareceu uns 20 minutos depois. Aí ele se enfiou nos engarrafamentos, chegou até a rodoviária (metade do caminho) e parou no sinal que dá acesso ao Eixo Monumental, movimentadíssimo àquela hora.

E aí Murphy entra no ringue: Round one, FIGHT!

O sinal abre e NINGUÉM anda. Alguns carros buzinam, só que a fila continua parada, parada… até que o sinal volta a fechar.

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FIRST ATTACK!

Vários minutos depois o sinal abre novamente. 2-hit combo: NENHUM carro se mexe. O taxista desce pra dar uma olhada e avisa que tem um guarda fechando o trânsito. “Maldito, deve estar escoando o tráfego pesado do Eixo”, pensei.

20080515_3 Daí o sinal abre de novo, nenhum carro anda, e o Eixo, de repente, esvazia. “Agora vai!”, pensei. Mas ninguém se mexia. 3-hit combo!

Depois de mais duas rodadas do sinal abrindo e fechando, apelei e desci do táxi. Só então, a pé, percebi que quem estava parando o tráfego era um daqueles motoqueiros de escolta presidencial.

“Tá me zoando que esses filhos da puta fecharam a avenida toda só pro Lula passar”, pensei. No mesmo instante os carros pretos da Presidência da República passaram, zunindo, e na sequência o guarda liberou o trânsito.

Meu “ex-táxi” passou por mim enquanto uma voz gritava no subconsciente:

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M-m-m-multiple hit combo!

Furioso, comecei a andar em direção ao hotel. Só que Brasília não é uma cidade feita para pedestres: depois de andar por uns cinco minutos eu percebi que fui parar num lugar de onde não tinha como atravessar para lugar nenhum: o passeio acabava e não havia sinal ou faixa de pedestre, o que me obrigou a voltar exatamente para o lugar de onde desci do táxi. Tech hit!

E assim, depois de uma loooooooonga caminhada (de terno e mochila nas costas, vale lembrar), cansado e suado, dei um longo suspiro quando, finalmente, me vi diante da porta do quarto do hotel. Era o fim do meu calvário. Aí coloquei o cartão na maçaneta e… a porta não abriu. Tentei uma, duas, dez vezes mas não tinha jeito: o cartão-chave havia desmagnetizado.

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MURPHY WINS…FATALITY!


A bela dublagem do Team Fortress 2

13 de May de 2008, 19:35

Todos os outros first-person shooters focam muito mais em gráficos hiperrealistas, jogabilidade equilibrada e coisas similares; já a Valve pegou a contramão da tendência e, no Team Fortress 2, parece ter se esmerado muito mais no lado artístico do jogo - coisa bem incomum em jogos de computador.

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Além do visual cartunesco dos personagens, o que eu mais curto no TF2 é o cuidado com as dublagens. Pra começar, todos os personagens tem sotaque próprio. O demoman tem sotaque escocês, o heavy tem sotaque russo, o pyro tem… bem, não tem sotaque porque não dá pra entender nada do que ele fala por causa da máscara - uma divertida sacada da Valve.

Até os announcements foram cuidadosamente dublados: ao invés de uns “you win” e “time has been added” pronunciados por uma voz sem sal, a dublagem é feita por uma belo talento vocal feminino que inclui no tom de voz a emoção correspondente ao tipo do announcement sendo feito: o “You Fail!” é dito num tom acusatório, quase decepcionado; o tom do “your control point is being contested!” deixa evidente a urgência do problema, etc.


For the Lulz

5 de January de 2008, 14:02

Você sabe que é realmente nerd quando vê a figura abaixo e chora de rir.

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57 coisas que aprendemos com videogames

19 de September de 2007, 11:02

Este é o título de um ótimo artigo do GamerHelp.com. Alguns exemplos traduzidos abaixo:

  • A maior parte das pessoas na rua não tem nada de interessante para dizer.
  • A melhor forma de abrir uma caixa é destruindo-a.
  • Comida cura qualquer ferimento.
  • Leva-se uns dois segundos para comer qualquer coisa, normalmente ficando de pé sobre a comida.
  • Cogumelos te fazem crescer. Flores fazem você soltar bolas de fogo das mãos.
  • As pessoas não ligam se você entra na casa delas sem avisar. Elas também não se importam se você fuçar os armários e baús, procurando por itens.
  • Um barril com símbolo de "radioativo" sempre explode se você atirar nele.
  • Monstros e vilões costumam carregar o mesmo tipo de munição que você usa, mesmo quando eles mesmos não tem armas.
  • Seios enormes não interferem com o desempenho atlético em nenhum esporte.
  • Se você for envenenado mas permanecer imóvel, não vai morrer.
  • É fácil achar granadas em qualquer área metropolitana, bosques, subúrbios, bases aéreas, hotéis, ônibus e escolas. Mas se você achar granadas numa base militar elas provavelmente serão de mentira.
  • Pessoas mortas, após a decomposição, tendem a deixar armas, comida ou chaves.
  • Donos de lojas compram tudo quanto é tralha que você tenha em sua mochila. Não importa a quantidade.
  • Quando você vai dormir numa hospedaria, uma musiquinha de uns 3 segundos sempre toca quando você vai pegar no sono.
  • Ao encontrar uma porta você sempre precisa da chave - mesmo se a porta for de madeira barata, do tipo que uma granada poderia pulverizar na hora.

Óculos 3D VR + simulador de vôo = NERDGASM!

14 de September de 2007, 15:57

Tipo que eu definitivamente quero isso. O Microsoft Flight Simulator X é compatível com óculos de realidade virtual (da Vuzix, modelo VR920). Você bota os óculos e vê tudo em 3D "real" - ou seja, com sensação de profundidade e tudo. E o melhor: quando você olha para cima ou para os lados a câmera acompanha seus movimentos.

Acho que não há nada tão próximo a pilotar um avião de verdade do que isso. O vídeo de demonstração, com o cara pilotando um ultraleve, dá água na boca.

(Via Gizmodo)


Doido acha que é personagem do GTA

29 de June de 2007, 20:56

Quer munição pra ala dos “anti jogos violentos”? Aqui vai uma boa, fresquinha, do BoingBoing:

Homem que pensa estar vivendo no mundo de Grand Theft Auto é mandado para instituição psiquiátrica

Um jovem deu entrada na prisão de uma instituição psiquiátrica após relatos de que ele estava agindo de maneira bizarra. Ele havia sido preso por roubo de automóveis e ataques com armas. Durante entrevistas, foi constatado que ele imaginava ser um personagem de um jogo de computador (para adultos e amplamente disponível no mercado), onde se ganha pontos por roubar carros, matar rivais e evadir veículos da polícia.

Eu não entendo. No GTA, assim que você é pego, volta direto pras ruas! Tem continues infinitos! Malditos policiais cheaters


The Impossible Quiz

4 de June de 2007, 20:42

É um joguinho de perguntas nada convencional. Mas nada convencional MESMO. Não chega a ser literalmente impossível, mas é quase…

Acabo de perder umas duas horas do meu dia nele e só cheguei até a pergunta 50 (são 99!), que reproduzo aí embaixo pra vocês terem uma noção do nível das perguntas…


O Primo recomenda: F.E.A.R.

15 de May de 2007, 18:36


Não se iluda: nesta cena, o vilão de verdade é a terrível caixa de documentos voadora!!

F.E.A.R. foi meu ovo de páscoa, já que eu e Bethania fizemos um trato: em vez de ovos calóricos de presente, nós trocaríamos cultura. Livros, filmes, etc. E ninguém pode dizer que balas atravessando corpos virtuais não sejam cultura, não é verdade?

Os editores do Gamespot saíram falando que F.E.A.R. era “a melhor experiência single-player desde Half Life”, o que é um baita de um elogio, considerando-se que Half Life segue imbatível como a minha melhor experiência single-player desde 2001. Assim, eu tinha que jogar o concorrente e conferir.

F.E.A.R. é, na verdade, uma sigla para “First Encounter Assault Recon”, o avançado grupo tático de resposta a eventos paranormais (hein?) de que você, o jogador, faz parte. Seu personagem também é meio paranormal e, de acordo com a história, tem “reflexos fora do comum”, ou seja, quando você aperta CTRL, tudo fica em câmera lenta por alguns segundos, mas você consegue mirar e atirar normalmente: é o tal “Slo-Mo”, um recurso que contribui para a boyzação geral do jogo.

A história é assim: você está numa missão cujo objetivo é capturar Paxton Fettel, um doido psiônico que comanda um exército inteiro via telepatia. Enquanto você procura Fettel, acaba descobrindo uma trama paralela envolvendo experimentos secretos e… uma simpática garotinha chamada Alma.

Alma é, bem, a “alma” da história. Ela aparece de surpresa, toda hora, durante as fases, com apenas um único objetivo: lhe matar de susto. Imagine que você passou os últimos 10 minutos andando sozinho pela fase e, de repente, ao se virar de costas para descer uma escada, dá de cara com isso?


E bem nessa hora eu chamei Bethania: “Tou com medo!”

E como se não bastasse, de vez em quando, sem aviso, seu personagem pira o cabeção e tem alucinações aterradoras. Nestes momentos, meu caro, você vai cortar prego: tudo vai ficar borrado e você vai se ver perdido em corredores infinitos cheios de sangue, gritos e, ao fundo, a amigável risadinha de Alma, em momentos que deixariam as piores cenas de horror de Silent Hill no chinelo.

Mas falando da jogabilidade: F.E.A.R. deve ter, no máximo, uns cinco tipos de inimigos diferentes. E as fases são meio repetitivas. Mas tudo isso é compensado pela extraordinária inteligência artificial dos oponentes. Extraordinaria MESMO. Os combates ficam divertidíssimos porque os caras se escondem, tentam dar a volta e te emboscar pelos flancos, usam granadas pra te fazer sair de onde você estiver se escondendo, e por aí vai. É tão divertido quanto jogar com oponentes humanos pela Internet.

A despeito dos momentos de susto, eu fui homem e joguei tudinho até o final. Foi bem legal e F.E.A.R. é altamente recomendado. Mas jogue de dia, e com alguém do seu lado para segurar sua mãozinha nas horas do terror, ok?

Update: Perguntaram nos comentários sobre os minimal system requirements: Pentium4 1.7 GHz, 1 GB de RAM, placa de vídeo 3D com 128MB e compatível com DirectX 9, 3 GB livres no HD. No meu notebook rodou sem problemas com tudo ligado, exceto “shadows”. Achei bem estranho isso, era só ligar as shadows e o jogo ficava lindo… e lento.


E o cara botou em seu blog um post intitulado: Com…

9 de April de 2007, 15:31

E o cara botou em seu blog um post intitulado: Como o namoro com minha ex foi igual a uma partida de Doom II no modo “Nightmare”. Hilário:

“Now there’s an arch-vile running around resurrecting the dead. We’ve been over this issue a hundred times, are you just looking for an excuse to fight?”


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