Posts da categoria ‘Nerd’


57 coisas que aprendemos com videogames

19 de setembro de 2007, 11:02

Este é o título de um ótimo artigo do GamerHelp.com. Alguns exemplos traduzidos abaixo:

  • A maior parte das pessoas na rua não tem nada de interessante para dizer.
  • A melhor forma de abrir uma caixa é destruindo-a.
  • Comida cura qualquer ferimento.
  • Leva-se uns dois segundos para comer qualquer coisa, normalmente ficando de pé sobre a comida.
  • Cogumelos te fazem crescer. Flores fazem você soltar bolas de fogo das mãos.
  • As pessoas não ligam se você entra na casa delas sem avisar. Elas também não se importam se você fuçar os armários e baús, procurando por itens.
  • Um barril com símbolo de "radioativo" sempre explode se você atirar nele.
  • Monstros e vilões costumam carregar o mesmo tipo de munição que você usa, mesmo quando eles mesmos não tem armas.
  • Seios enormes não interferem com o desempenho atlético em nenhum esporte.
  • Se você for envenenado mas permanecer imóvel, não vai morrer.
  • É fácil achar granadas em qualquer área metropolitana, bosques, subúrbios, bases aéreas, hotéis, ônibus e escolas. Mas se você achar granadas numa base militar elas provavelmente serão de mentira.
  • Pessoas mortas, após a decomposição, tendem a deixar armas, comida ou chaves.
  • Donos de lojas compram tudo quanto é tralha que você tenha em sua mochila. Não importa a quantidade.
  • Quando você vai dormir numa hospedaria, uma musiquinha de uns 3 segundos sempre toca quando você vai pegar no sono.
  • Ao encontrar uma porta você sempre precisa da chave – mesmo se a porta for de madeira barata, do tipo que uma granada poderia pulverizar na hora.


Correlação entre variáveis YouTubianas

13 de setembro de 2007, 11:04

Gráfico

(Sim, é cópia descarada do indexed.blogspot.com)


Gimme five!

12 de setembro de 2007, 16:05

Nos anos 80 você ficava entediado no trabalho (afinal não havia internet). Aí de repente a Microsoft fazia uma versão nova do MS-DOS. Sem aviso, tudo virava uma festa psicodélica e surgia um cientista de gravata borboleta, rimando mal (MUITO MAL) e acompanhado de 3 backing vocals.

E assim surgiu a campanha de lançamento do MS-DOS 5…


Pirataria é CRIME!

9 de setembro de 2007, 21:43

Aproveitando pra testar se o WordPress se dá bem com vídeos “embedados” do YouTube: Veja o começo do episódio 3 da segunda temporada de The IT Crowd, que mostra uma paródia engraçadíssima daquelas propagandas anti-pirataria…




A música-tema do Super Mario tocada por uma… bobina de Tesla?

21 de junho de 2007, 21:45

Bobinas de Tesla podem gerar tensões de centenas de milhares de volts, faíscas de vários metros de comprimento e, eventualmente, diversão pra molecada da rua.

“Chocante”, hein!


O kernel que eu criei

19 de junho de 2007, 21:15

E eu passei pelo blog de Renata, que contou que estava estudando Sistemas Operacionais. O que me fez lembrar de uma coisinha bastante nerd que fiz quando estudei a mesma disciplina no meu tempo de faculdade…

Ao fazer minhas anotações eu acabei inventando um personagem para representar o núcleo de um sistema operacional (chamado “kernel”). Era uma espécie de losango tridimensional que flutuava no espaço segurando uma plaquinha escrito “kernel”…


Esse aí era o meu Kernel!
Pois é… depois dessa eu não sei como consegui arrumar uma mulher pra me casar.


…e aí eu esbarro neste fórum, totalmente por aca…

4 de junho de 2007, 22:03

…e aí eu esbarro neste fórum, totalmente por acaso, dou de cara com a figura abaixo e quase caio da cadeira de tanto rir.

Genial. E eu juro que, se um dia eu tiver um gato, ele vai se chamar Schrödinger…


Os 10 melhores sons de Star Wars

1 de junho de 2007, 22:29

Concordei com tudo.

(via CDM)


O Primo recomenda: F.E.A.R.

15 de maio de 2007, 18:36


Não se iluda: nesta cena, o vilão de verdade é a terrível caixa de documentos voadora!!

F.E.A.R. foi meu ovo de páscoa, já que eu e Bethania fizemos um trato: em vez de ovos calóricos de presente, nós trocaríamos cultura. Livros, filmes, etc. E ninguém pode dizer que balas atravessando corpos virtuais não sejam cultura, não é verdade?

Os editores do Gamespot saíram falando que F.E.A.R. era “a melhor experiência single-player desde Half Life”, o que é um baita de um elogio, considerando-se que Half Life segue imbatível como a minha melhor experiência single-player desde 2001. Assim, eu tinha que jogar o concorrente e conferir.

F.E.A.R. é, na verdade, uma sigla para “First Encounter Assault Recon”, o avançado grupo tático de resposta a eventos paranormais (hein?) de que você, o jogador, faz parte. Seu personagem também é meio paranormal e, de acordo com a história, tem “reflexos fora do comum”, ou seja, quando você aperta CTRL, tudo fica em câmera lenta por alguns segundos, mas você consegue mirar e atirar normalmente: é o tal “Slo-Mo”, um recurso que contribui para a boyzação geral do jogo.

A história é assim: você está numa missão cujo objetivo é capturar Paxton Fettel, um doido psiônico que comanda um exército inteiro via telepatia. Enquanto você procura Fettel, acaba descobrindo uma trama paralela envolvendo experimentos secretos e… uma simpática garotinha chamada Alma.

Alma é, bem, a “alma” da história. Ela aparece de surpresa, toda hora, durante as fases, com apenas um único objetivo: lhe matar de susto. Imagine que você passou os últimos 10 minutos andando sozinho pela fase e, de repente, ao se virar de costas para descer uma escada, dá de cara com isso?


E bem nessa hora eu chamei Bethania: “Tou com medo!”

E como se não bastasse, de vez em quando, sem aviso, seu personagem pira o cabeção e tem alucinações aterradoras. Nestes momentos, meu caro, você vai cortar prego: tudo vai ficar borrado e você vai se ver perdido em corredores infinitos cheios de sangue, gritos e, ao fundo, a amigável risadinha de Alma, em momentos que deixariam as piores cenas de horror de Silent Hill no chinelo.

Mas falando da jogabilidade: F.E.A.R. deve ter, no máximo, uns cinco tipos de inimigos diferentes. E as fases são meio repetitivas. Mas tudo isso é compensado pela extraordinária inteligência artificial dos oponentes. Extraordinaria MESMO. Os combates ficam divertidíssimos porque os caras se escondem, tentam dar a volta e te emboscar pelos flancos, usam granadas pra te fazer sair de onde você estiver se escondendo, e por aí vai. É tão divertido quanto jogar com oponentes humanos pela Internet.

A despeito dos momentos de susto, eu fui homem e joguei tudinho até o final. Foi bem legal e F.E.A.R. é altamente recomendado. Mas jogue de dia, e com alguém do seu lado para segurar sua mãozinha nas horas do terror, ok?

Update: Perguntaram nos comentários sobre os minimal system requirements: Pentium4 1.7 GHz, 1 GB de RAM, placa de vídeo 3D com 128MB e compatível com DirectX 9, 3 GB livres no HD. No meu notebook rodou sem problemas com tudo ligado, exceto “shadows”. Achei bem estranho isso, era só ligar as shadows e o jogo ficava lindo… e lento.


Exercícios fazem bem para a nerdice

21 de março de 2007, 23:16

Endorfina. É a “morfina natural” do organismo, produzida, por exemplo, em momentos de intenso esforço físico. Como aquele cooper que eu fiz, há algumas horas.

Em pessoas normais, as endorfinas alteram a bioquímica cerebral das emoções e do prazer: as pessoas ficam mais dispostas, comunicativas… no geral, elas se sentem muito bem.

No meu caso, além disso, as endorfinas me tornam muito mais nerd que o de costume.

A prova científica: logo após meia horinha correndo pela praia, fui até uma padaria para comprar meu jantar (um sanduíche natural). Enquanto o pessoal fazia o sanduíche, notei que atrás do balcão tinha uma tevê, ligada (obviamente) na Globo, passando novela. Mas o que me chamou a atenção foi o fato da tela estar dividida em quatro quadrantes idênticos por uma “sombra” em forma de cruz. E cada quadrante tinha a “sombra” de um número, bem no cantinho.

Foi fácil matar a charada: aquela tevê devia ter sido usada anteriormente como monitor para circuito fechado de câmeras de vigilância. Ela devia mostrar as imagens de quatro câmeras diferentes ao mesmo tempo, e por ficar ligada muito tempo, a divisão da tela em quatro e os números das câmeras ficaram “queimados” no tubo da tevê.

Se a nerdice parasse por aí, tudo bem. Mas meu cérebro nadava em endorfinas, e queria mais. Por isso, rapidamente, resgatou o quote número 333409 do site bash.org, onde é narrada uma peculiar conversa de alguns amigos pela internet:

<Freezer_Burn> como eu tiro uma imagem queimada na tela no meu monitor?
<seamuso> compre um monitor novo
<Freezer_Burn> num dá
<Kornchild> como é que vc queimou uma imagem no seu monitor?
<Freezer_Burn> botei ele em tela cheia, com brilho alto, e peguei no sono
<Freezer_Burn> tem uma leve silhueta de uma mulher pelada com as pernas abertas mostrando as partes íntimas
<Freezer_Burn> e eu tenho que tirar isso antes da minha mãe voltar pra casa, amanhã à noite
<trance`> Freezer_Burn LMFAO
<meanolthing`> lol

Mas as endorfinas não tem piedade: meu cérebro continuou a processar toda aquela baboseira com tamanha intensidade que, de repente, me bateu uma idéia de como remover a imagem queimada do monitor do menino:

1) Pegue a mesma imagem da mulher pelada
2) Usando Photoshop ou algum editor da vida, inverta as cores da imagem com o comando “negative” ou “invert colors”. Note que o que era claro fica escuro, e o que era escuro fica claro.


Veja a, erm, “perereca” normal e, à direita, em negativo
3) Coloque esta nova imagem em negativo do mesmo jeito que a anterior: tela cheia, brilho alto, e deixe queimando o monitor novamente.

Se tudo der certo, o negativo da imagem vai queimar as partes não-queimadas com a mesma intensidade das partes já queimadas, resultando na queima uniforme do monitor como um todo e, consequentemente, no desaparecimento da silhueta da mulher pelada.

Mas aí meu sanduíche ficou pronto e minha overdose nerd foi interrompida, e consegui voltar para o hotel sem pensar em mais nada.


« Posts anteriores