Show Hurtmold + Postal, as fotos

Reservei este domingo para fazer uma coisa bem legal: ir ver as bandas Hurtmold (SP) os amigos da banda Postal (MG) tocarem no Kolméia, em Sete Lagoas, terra natal do primo Luiz, do meu pai e dos caras do Postal.

O Kolméia é um espaço cultural alternativo heróico de Sete Lagoas, como pudemos constatar. O lugar foi idéia de um casal de mulheres, uma largou a advocacia e outra largou o emprego no Banco do Brasil para “fazer o que gostam”. O lugar é uma casa colorida, decorada com artesanato, pinturas feitas em cartazes de videolocadora, trabalhos manuais feitos em papel marché e material reciclado.

Eu e Bethânia acabamos chegando cedo (ou seja, no horário marcado pro início do show) e ficamos panguando por umas duas horas até a barulhada começar. Até lá, foram chegando os caras do Postal e o resto dos amigos. Inclusive finalmente fiquei conhecendo algumas pessoas que eu só via em foto (alguns Biribeiros), as lendárias namoradas de Papel e Wdeson e a segunda metade do fâ-clube dos Cousins, que também (provavelmente) é leitora desse blog: Nathália.

Luiz seria o “DJ” da festa, ia botar um som pra rolar entre as bandas. Mas como só tinha um CD Player, acabou sendo apelidado de DJ “Autoplay” e só deixou alguns CDs rolando. Por sinal, isso acabou aumentando muito a minha curiosidade de ouvir jazz direito…

Mas vamos ao show propriamente dito: Quem começou tocando foram os caras do Hurtmold. O show, pra mim, foi surpreendente de uma forma que pode ser resumida pela segunte frase: Até Bethânia gostou. Difícil dizer por quê que Hurtmold é bom, não sei se é a técnica, não sei se é a criatividade ou o uso de instrumentos diferentes, mas sei que o resultado é um instrumental genial.

Na sequência vieram os caras do Postal, que antes era Postal Oitenta que antes era Postal 80. Mas isso não vem ao caso. O caso é que o som deles está beeem diferente dos primeiros shows. A guitarra de Wdeson, quando dá aquele acorde com sétima que mais parece um rosnado, praticamente assina o som da banda. Wenderson é a “energia”, nos vocais (que estão melhores) e no baixo. Papel, o “líder” da banda, toca sério e firme igual uma pedra. Mas a tosse ainda não passou…

No fim das contas foi um belo final de domingo, um sol da hora e música da melhor qualidade…

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