Os últimos dias

Fim de semana bem aproveitado! Tanto que mal sobrou tempo pra blogar. Vamos ao resumo dos últimos dias…

Sábado

Sábado é dia de pegar o carro e ir até Toronto. Passeiozinho rápido na “Chinatown” torontoniana para comprar uma webcam. Numa das lojas haviam mini-carrinhos de controle remoto por apenas $10.

Resumindo: Está aberta a temporada de mini stock cars aqui em casa.

Mais tarde, hora de patinar em frente ao City Hall. Eu não faço a menor idéia da última vez que patinei no gelo, provavelmente foi lá nos meus 10 anos de idade. Mas meu desempenho, mais uma vez, foi muito bom: não caí nenhuma vez. Mesmo quando tentava, com relativo sucesso, fazer um hockey stop.

Eu não sei se já mostrei pra vocês o carro alugado que a gente usa…

(Acho que não preciso explicar que eu tou brincando, né?)

Domingo

Menos cinco graus lá fora e todo mundo enfurnado em casa. Na garagem, uma bicicleta. Era de um dos meus colegas consultores. Pedi emprestada e saí pedalando.

Fui até a Swans Marina, na beira do Lago Ontario. Parecia que eu estava na praia: gaivotas, areia, ondas…

O senso de humor canadense não pára de me entreter. Na marina havia um barco com um nome peculiar. E, mais à frente, uma propaganda de colocadores de carpete com um nome, digamos, “elementar”.

De tarde, mais Toronto. Na rua o vento estava congelante, e nos abrigamos num cinema. Lá dentro havia um piano no meio do hall e, sentado nele, um menino. Tocando a introdução de “In the end”, do Limp Bizkit…

Mais tarde, no almoço, vi que o cardápio de sobremesas tinha tiramisu. Pedi um, coloquei o primeiro pedaço na boca e meu coração até disparou. Absolutamente delicioso. Finalmente, do outro lado do mundo, achei mais tiramisu pra comer…

Se você não entendeu nada, é só ler aqui, depois aqui.

Mais tarde, cineminha. O filme da vez foi o Million Dollar Baby. Bom filme, perfeito para o Oscar, que premia entretenimento acima de tudo. Mas o Million Dollar Baby tem um pouco mais de caldo. Não sei se eu daria cinco estrelas pra ele, mas umas quatro ele ganha, sim. Perde uma pelos clichês, como a cena entre Morgan Freeman e os valentões da academia.

One thought on “Os últimos dias”

  1. so comentei pra dizer que eu amo esse cinema com o piano no meio (nao lembro o nome agora..Royal,acho). é tao deslocado daquele ar de metropole moderna. e o cinema e mto bom…
    sou um “novo” eitor que so comenta aqui por amar o canadá haha,e princ. Toronto

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